Radio Evangélica

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Votação do PLC 122 adiada


A votação do PLC 122 que seria votada no dia 20/11/2013 foi adiada.
O Senador Magno Malta fez um discurso firme contra tal projeto e conseguiu adiar esse projeto. Mas para os defensores da família seria melhor que fosse votada e derrotada, para mostrar que não há necessidade desse projeto. Agora não se sabe quando esse projeto será votado.
O mesmo tramita no congresso desde 2006 e mais uma vez convoco a você defensor da família tradicional e defensor da constituição para lutar contra. Vamos ficar atentos para que dias antes da próxima votação possamos mostrar nossa força contra tal projeto. E no dia quem puder está em Brasília esteja e aos demais que não puderem vamos usas nossas redes sociais para manifestar nossa vontade e falarmos que somos contra o PLC 122.
Ganhamos uma batalha, mas não a guerra.
Ainda não acabou e só vai acabar quando esse projeto for reprovado fiquemos em alerta para não surgir outro projeto maquiado substituindo o mesmo.


Joabson João 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Incrível a desculpa de esquerdistas com relação aos mensaleiros presos.

Agora vieram os problemas de saúde. A incapacidade de permanecer dentro de uma cela, mesmo com a capacidade dos mesmos de conhecer a lei e as consequências dos crimes que cometiam. Só não duvidem se isso for mais uma forma de se aproveitar da bondade natural, do cidadão de bem, como aconteceu na época da criação da anistia. Os militares foram bonzinhos. Se ferraram. O próprio militar que prendeu Genoíno caiu nessa também, e hoje se arrepende. - "Não encostamos em um fio de cabelo seu, não te demos uma bolacha sequer, mas deveria ter dado" - Afirmou o militar, lembrando a prisão de Genoíno na Guerrilha do Araguaia.

Vi inúmeras tentativas de romantizar a situação podre em que eles mesmos se colocaram. "Oh, tadinho! Teve até de tomar água da torneira. Dirceu está cuidando de Genoíno". Ora, mas ninguém nunca negou que eles cuidam de si mesmos. O Fato é que os cargos que eles exerciam era para cuidar do POVO. E digo mais: não duvidem de possíveis livros contando o novo 'terror na cadeia'. Tenham a certeza de que eles contarão tudo, menos o motivo que os levou até lá.

Deixemos bem claro. Não são apenas ladrões da pior espécie. Ninguém esqueceu do que você fez na guerrilha, Genoíno. Não esqueça de João Pereira de Xambioá, morto e esquartejado por sua corja.

Texto de Matheus Sales.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vaidade e Internet


Vaidade de vaidades, diz o Eclesiastes, tudo é vaidade. E que preço alto pagamos por nossa vaidade! 

Na internet, os pais não sabem o que os filhos estão fazendo... nem procuram saber. 

Acham que é preciso respeitar a intimidade do adolescente. Mas, e o adolescente? Sabe até que ponto sua intimidade deve ser protegida? 

Se os pais não ensinarem o valor da autopreservação, quem vai fazer isso? Os amigos? A escola? A televisão? A rede mundial de computadores? 

Não se iludam. A internet que estimula a superexposição, a idolatria de si mesmo, a exaltação do ego é a mesma que julga e condena quem se expõe. 

É preciso entender que privacidade é incompatível com internet... Que não há segredos na web, e tudo o que se publica, torna-se público, não só para uma rede social, mas para todo o mundo virtual.



terça-feira, 19 de novembro de 2013

UMA INVASÃO DE FALSOS MESTRES!

Os falsos mestres são lobos que penetram no meio do rebanho para devorar as ovelhas. Os lobos gostam de ovelhas, mas não para cuidar delas como o pastor, mas para devorá-las. Hoje, multiplicam-se na mídia, nos púlpitos e por todos os cantos os falsos mestres, que procuram seduzir o povo com palavras doces, apenas para enganá-lo e destrui-lo. Pregam o que povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir. Pregam para auferir lucro e não para levar as pessoas à salvação. Amam a si mesmos e não o rebanho de Deus. Querem lucro e não o serviço. Amam o luxo e não as lágrimas. Buscam glórias para si mesmos e não a glória de Deus. Acautelemo-nos dos falsos mestres!


Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Vamos ficar atentos


Um dos assuntos mais comentados na internet é a prisão dos acusados do julgamento do mensalão. Mas uma coisa que quase não se fala é sobre a votação da PLC 122 que será votada na quarta (20/11/2013).
A mídia falada e escrita está focando demais esse fato. No passado, quando Marco Feliciano assumiu a presidência do CDHM os acusados do mensalão também estavam sendo julgados, mas a mídia focou em Feliciano, onde o mesmo serviu de cortina de fumaça e a mídia não falou tanto sobre os mensaleiros.
E dessa vez não está sendo diferente: a mídia está focando a prisão dos acusados no caso do mensalão, mas até o presente momento não vi nada falando sobre a votação da PL 122. Só vejo as pessoas que são contra essa PL falarem algo a respeito.
Então vamos acordar Brasil, vamos protestar contra esse projeto que é um ataque a família brasileira, temos as redes sociais para nos auxiliar e quem puder está em Brasília para protestar contra isso então vá.
Falo aqui como um cidadão que defende a Constituição Federal, pois a mesma fala em seu artigo quinto:  
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
Isso já é o suficiente não tem necessidade dessas PL 122 ser aprovada. Não tem para que um grupo de pessoas venha ter tratamento especial.
Não vamos deixar a prisão dos acusados no caso do mensalão ser usado como cortina de fumaça para desviar o foco e aprovarem essa PL.

Joabson João

(Leia a Bíblia)



 O psiquiatra (J. T. Fisher) afirma: " se fôssemos fazer uma soma total de toda a matéria de cunho oficial que já foi escrita pelos mais renomados psicólogos e psiquiatras a respeito da questão da higiene mental - se fôssemos reunir tudo, passando-a por um crivo e retirando o excesso de palavreado - e se retirássemos desse material toda a CARNE, deixando de lado a salsinha, e se pudéssemos expressar concisamente estas porções de conhecimento científico puro, na linguagem dos mais eminentes poetas vivos, teríamos um resumo, embora incompleto e desajeitado, do SERMÃO DO MONTE. e se comparados um e outro, o primeiro perderia bastante. Pois, há quase dois mil anos, o mundo cristão tem segurado em suas mãos a solução para suas inquietações e improdutividades. Aqui, encontramos a receita para o sucesso humano com otimismo, mente sadia e contentamento. "

Texto copiado do Facebook do Pastor Sinésio Filho

domingo, 17 de novembro de 2013

Todos serão salvos no final?

Os que acreditam que Deus, no final, vai perdoar, receber e dar a vida eterna a todos os seres humanos são geralmente chamados de universalista ou restauracionistas. Esta última expressão vem de apokatastasis, termo grego tirado de Atos 3:21. Ali, o apóstolo Pedro fala da “restauração de todas as coisas”. Apesar de Pedro estar se referindo à restauração da criação, os universalistas entendem que a salvação de toda a raça humana está incluída no processo.

O universalismo, portanto, é a crença de que, ao final da história deste mundo, Deus haverá de salvar todos os seres humanos, reconciliando-os consigo mesmo mediante Jesus Cristo. Nesta crença, não há lugar para a doutrina da punição eterna, a saber, a ideia de um inferno onde os pecadores condenados haverão de sofrer eternamente por seus pecados.

Muitos podem pensar que o universalismo é coisa recente de pastores modernos, como o famoso Rob Bell, por exemplo. Todavia, a salvação universal de todos é uma ideia muito antiga. O conceito já era encontrado entre os primeiros mestres gnósticos, e constituiu uma heresia que ameaçou o Cristianismo no primeiro século. Cerca de cem anos depois de Cristo, pais da Igreja como Clemente de Alexandria e seu famoso discípulo Orígenes defendiam explicitamente o universalismo. Orígenes acreditava, inclusive, que o próprio diabo seria salvo no final. Já na Reforma do século 16, Lutero, Calvino e os demais protagonistas das mudanças na Igreja igualmente rejeitaram a ideia da salvação universal de todos ao final.

O principal argumento usado em defesa do universalismo é que a Bíblia descreve Deus como sendo essencialmente amor: A consequência lógica é que o amor de Deus haverá de vencer ao final, salvando todos os homens da condenação merecida por seus pecados.

Mas, será que a Bíblia diz que o Senhor é somente amor? Encontramos no Novo Testamento quatro afirmações sobre o que Deus é, e três delas são feitas por João: Deus é “espírito” (João 4.24); “luz” (1João 1.5); e “amor” (1João 4.8,16). A quarta é contundente: “Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12.29, reiterando o texto de Deuteronômio 4.24). É claro que essas afirmações não são definições completas de Deus – não têm como defini-lo no sentido estrito do termo –, mas revelam o que ele é em sua natureza. “Deus é amor” significa que ele não somente é a fonte de todo amor, mas é amor em sua própria essência. É importante, entretanto, reconhecer que, se Deus é amor, ele também é espírito, luz e fogo consumidor.

É preciso manter em harmonia esses aspectos do ser de Deus, pois só assim é possível compreendê-lo como um Senhor que é amor e castiga os ímpios com ira eterna. “Fogo” e “luz” são metáforas, é verdade; porém, metáforas apontam para realidades. No caso, elas querem simplesmente dizer: “Deus é santo e verdadeiro; ele se ira contra o pecado e não vai tolerar a mentira. E punirá os pecadores impenitentes.”

O maior problema que os universalistas enfrentam é lidar com as passagens da Bíblia onde, claramente, se estabelece uma divisão na humanidade entre salvos e perdidos e aquelas outras onde, abertamente, se anuncia o inferno como o destino final dos pecadores não arrependidos. A divisão da humanidade em salvos e perdidos é central nas Escrituras do Antigo Testamento (Deuteronômio 30.15-20; Jeremias 21.8; Salmo 1; Daniel 12.2 e muitas outras). Foi o próprio Jesus quem anunciou esta divisão de maneira clara no seu sermão escatológico, ao profetizar o juízo final onde a humanidade será repartida entre ovelhas e cabritos – sendo os segundos destinados ao fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos, ao contrário daqueles destinados à felicidade eterna (Mateus 25.31-46).

Foi o próprio Jesus quem anunciou a realidade do inferno, mais do que qualquer outro personagem do Novo Testamento: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno”(Mateus 5.29); “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo (10.28). Mais adiante, no capítulo 23 do evangelho de Mateus, a advertência de Cristo é clara: “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”

No evangelho de Marcos, uma série de admoestações alerta sobre a realidade do inferno. Ao longo de três versículos do capítulo 9, o Mestre diz que é melhor ao fiel perder uma mão, um pé ou um dos olhos a ser “lançado no inferno”, caso aqueles membros o levem ao pecado. Já Lucas registra um diálogo travado entre Abraão, o patriarca, e um homem rico e impiedoso que foi lançado no fogo eterno, descrito como um lugar de “choro e ranger de dentes”. E, finalmente, uma passagem do evangelho de João explica bem a diferença entre morrer crendo ou rejeitando a salvação: “Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam”(João 15.6).

O universalismo é um erro teológico grave. Na verdade, mais que isso, é uma perigosa heresia. Além de não pertencer ao mundo teológico dos autores do Antigo Testamento e do Novo Testamento, a ideia da salvação universal traz diversos riscos.

Em primeiro lugar, por enfraquecer e, finalmente, extinguir todo espírito missionário e evangelístico. Se todos serão salvos ao final – inclusive os ímpios renitentes, pecadores não convertidos, incrédulos e agnósticos –, por que pregar-lhes o Evangelho? Os universalistas transformam a chamada ao arrependimento da Igreja num simples anúncio auspicioso de que todos já estão salvos em Cristo, e traveste sua missão em apenas ação social.

Segundo, porque essa doutrina falsa, levada às últimas conseqüências, acarreta necessariamente no ecumenismo com todas as demais religiões mundiais. Se todos serão salvos, as religiões que professam não podem mais ser consideradas certas ou erradas, e se tornam uma questão indiferente. Logo, o correto seria buscar uma união de todos, pois ao final teremos todos o mesmo destino.

Por último, o universalismo é um forte incentivo a uma vida imoral. Por mais que sejamos refratários à ideia das pessoas fazerem o que é certo por terem medo do castigo de Deus, ainda assim, temer “aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma quanto o corpo” (na descrição de Mateus 10.28) ainda é um dos mais poderosos incentivos de Jesus para que vivamos vida santa e reta. A tendência natural do pecador que está seguro de que não sofrerá as consequências de seus pecados é mergulhar ainda mais neles. Assim, o universalismo retira os freios da consciência e abre as portas para uma vida sem preocupações com Deus.

O fato de que eu defendo a verdade bíblica do sofrimento eterno dos ímpios não significa que eu tenha prazer nisto. Só deveríamos falar deste assunto com lágrimas nos olhos e uma oração pelos perdidos em nossos lábios.


Augustus Nicodemus Lopes

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

No dia da Proclamação da República, um ato republicano!


Datas comemorativas podem, sim, ser representativas de um forte sentimento coletivo. No geral, são mera burocracia do calendário. “Ó, na próxima sexta, é dia da Proclamação, hein…” Que bom! Então vamos à praia, hehe. Eu bem que tentei, viu, leitor amigo? Chegamos ainda de madrugada, umas 4h50, a Mogi das Cruzes. Colapso! E voltamos pra casa. Comemoro a República por aqui mesmo… Não que eu fosse abandoná-los, claro! Um dos furos mais importantes da história deste blog foi escrito com os pés na areia… “Então tá, Reinaldo, vamos ao ponto; a praia já era…” Vou.
Joaquim Barbosa deu um sentido especial ao 15 de Novembro. A “Proclamação da República” — que já entrou para a sequência dos eventos pastosos da nossa história, que foram perdendo significado (ou nunca tiveram o seu sentido devidamente estudado) — assume, assim, um conteúdo virtuoso.
A ordem para prender os mensaleiros significa um passo real em favor de uma República. E os regimes realmente republicanos punem os que cometem crimes, sem olhar para a sua condição social, o seu poder, a sua influência. Se, em circunstâncias especiais, a lei pode tratar desigualmente os desiguais, o fundamento da democracia é a igualdade perante a lei. E a isso que se está assistindo neste 15 de novembro.
Certamente o simbolismo da data não escapou ao presidente do STF e aos próprios condenados. O que o país, por meio do Poder Judiciário, está a dizer é que nem todos os métodos são válidos para conquistar o poder ou nele se manter. Não quer dizer, meu caro leitor, que todos os males do país e do mundo estão sendo corrigidos. Há muito ainda por fazer. Mas não é menos verdade que esse desdobramento pode ter um efeito didático positivo.
Notem: não estou aqui a advogar que se devem punir este e aquele para ser apenas exemplar; não se trata de expor cabeças em praça pública para assustar, para intimidar. Isso é coisa de regimes discricionários, de tiranias. Não! Quem está punindo José Dirceu e aqueles que, com ele, perpetraram o mensalão são as leis de um país onde vigem as regras da democracia e do estado de direito. Se algo há a criticar, convenham, é a demora.
O sistema brasileiro é lento, e seu emaranhado de recursos concorre para a impunidade. É evidente que é possível conciliar, como fazem outras democracias, o amplo direito de defesa dos acusados com o também direito que tem a sociedade de ser desagravada quando ofendida em seus fundamentos mais caros. Foi o caso do mensalão. Nunca é demais lembrar: estes que, agora, estão indo para a cadeia tentaram dar um golpe no regime democrático.
E a República repudia isso. Esse evento preenche, em parte ao menos, o quase vazio republicano da sociedade brasileira.
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A educação em tempo integral é bom para a família?


Ultimamente vemos o assunto sobre a educação em tempo integral em evidencia.
Mas será que isso é bom para as crianças? Faço essa pergunta por que a escola em tempo integral passa para a criança a ideia de quem tem na escola sua família principal. Até entendo que muitos pais atualmente trabalham e não tem como cuidarem dos filhos. Mas dá saudades da família tradicional onde as crianças só estudavam um horário, a mãe era presente o dia todo em casa e o pai trabalhava o dia inteiro para sustentar a família.
Hoje temos o corre, corre do dia-dia, os pais trabalham tem pouco acesso aos filhos. Como consequência temos a desculpa de colocar escola em tempo integral para que os pais possam trabalhar tranquilos, pois seus filhos estão na escola. Mas na realidade isso de uma forma ou de outra deixa os membros da família afastados.
É bom os dois trabalharem para dá certo conforto aos filhos. Mas nos últimos dias está faltando à presença dos pais na vida dos filhos. Podem até satisfazerem os gostos e as necessidades dos seus filhos, mas necessidades físicas e fica faltando à presença dos pais.
Tem argumentos do tipo: a criança em tempo integral na escola é bom porque está sendo preparada para a vida adulta. E a educação no nosso País é de péssima qualidade, uma criança passando o dia na escola reforça o aprendizado.  Mas não vejo esses argumentos convincentes.
Atualmente não, o futuro das nossas crianças pode está comprometido devido à falta da presença dos pais.


Joabson João 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Sem Choro nem Vela!

Lutando contra todo tipo de manobra e protelação, nosso Paladino da Justiça, o ministro Joaquim Barbosa, mais uma vez, foi tão rígido quanto lúcido ao defender a prisão imediata dos mensaleiros já condenados. 

Ora, se os recursos foram julgados infundados, se foram rejeitados pela maioria da Corte, se restaram esgotadas todas as chances de apelação, segue-se, então, o trânsito em julgado, ou seja, o fim da ação, sem direito a choro nem vela! É o curso natural do processo. E a consequência da condenação é a pena. 

Não seria, mesmo, preciso ouvir a opinião da defesa, como propôs o ministro Lewandowski. 

Voto vencido, qual será a questão de ordem agora? Qual a próxima carta na manga para adiar o inadiável? 

Ministros, está mais que na hora de fazer justiça!!!!!