Essa foi à frase ouvida dentro de um ônibus por uma garota
que estava acompanhada por mais dois colegas. Os mesmos gritavam durante o
percurso do ônibus, estavam voltando da escola. E hoje isso independente do
tipo de escola (estadual, municipal ou até mesmo particular) virou rotina ver
alunos que acabam por apresentar um comportamento indevido e que não condiz com
sua condição de uma pessoa que está sendo preparada para viver em sociedade.
Quando eu entrei no SENAI em 2001, faz tempo, mas não se
esquece de uma frase que estava no material que nos foi entregue e falava sobre
a questão de zelar pelo nome da entidade.
Coisa do tipo manter uma postura, quando usar o uniforme da entidade. E
isso não só em relação ao SENAI, e sim em relação a escolas, empresas, etc.
Pois em geral a população generaliza e falam a frase: “os
alunos de escola tal são bagunceiros”, e assim vai.
E outra coisa me chamou atenção na frase foi a mocinha falar
que é menor de idade. Quer dizer que de menor pode fazer o que bem entende e
não sofrer nenhuma repreensão?
É tanto que em um grupo de assaltantes sempre tem um menor
no meio que assume o crime, que assume a arma entre outros crimes e com isso
livra os maiores que fazem parte do grupo.
Em tom crítico ao governo atual, o governador de Pernambuco e
presidente do PSB, Eduardo Campos, disse no programa do partido em cadeia
nacional de TV nesta quinta-feira que o caminho trilhado pelo país nos últimos
anos "já deu o que tinha que dar".
No programa, que foi ao ar menos de uma semana depois de
Campos selar uma aliança com a ex-senadora Marina Silva, o dirigente socialista
defendeu uma nova maneira de fazer política que abra espaços para novas
lideranças.
"Por tudo que a
gente fez, e viu acontecer nesse país, tenho a certeza, e acho que você também
tem, de que não trilhamos o caminho errado. Mas temos que admitir, que estamos
em um caminho que já deu o que tinha que dar", disse Campos, apontado como
provável candidato do PSB à Presidência em 2014.
"Chega de governar
se contentando em dizer que no passado já foi pior. Essa conversa já não cabe.
Para começar, precisamos abandonar as velhas práticas políticas. Nós temos que
estimular, dar oportunidade, dar espaço para as novas lideranças."
O PSB, aliado histórico
do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deixou o governo da
presidente Dilma Rousseff e entregou os cargos que tinha na esfera federal.
Além disso, a aliança entre Campos e Marina coloca lado a lado dois
ex-ministros de Lula contra Dilma na eleição de 2014.
O programa dos
socialistas de cerca de dez minutos dedicou os três minutos finais para falar
da aliança entre PSB e a Rede Sustentabilidade, partido que Marina tentava
criar para disputar a Presidência no ano que vem, mas que teve seu pedido de
registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foram mostradas
declarações de Campos intercaladas com as de Marina durante a cerimônia que
selou a aliança e na qual Marina e outros integrantes da Rede se filiaram ao
PSB.
Marina ocupa a segunda
colocação nas pesquisas de intenção de voto para a disputa presidencial do ano
que vem, atrás de Dilma e à frente do presidente do PSDB, senador Aécio Neves
(MG). Campos aparece na quarta posição.
Nesta quinta os dois
aliados deram entrevista coletiva em São Paulo após reunião para começar a
debater um documento que pretendem lançar como base para o futuro programa de
governo do PSB.
Na ocasião, Campos e
Marina disseram que a definição do candidato do PSB à Presidência será feita em
2014, e o governador chegou a afirmar que quem apostar que essa decisão gerará
problemas entre ele e Marina, vai perder.
O governador também se
disse "confortável" em estar atrás nas pesquisas de Marina, que por
sua vez reiterou que a candidatura do governador pernambucano está posta.
O programa do PSB na TV
também mostrou realizações do governo Campos em Pernambuco na área de segurança
pública e lembrou o crescimento do partido nas eleições municipais do ano
passado.
No site www.bayeuxemfoco.com.br tem a
manchete falando: MP
entra com ação para regularizar serviço de transporte coletivo em Bayeux.
Mas isso está nítido que só estão vendo os erros agora,
tudo por causa do acidente com o ônibus da Empresa Santa Rita onde vidas foram
ceifadas. Como diz o ditado: “tem gente que só fecha a porta quando é roubado”.
Há anos que essas empresas prestam um mau serviço a
nossa cidade. Com ônibus sucateados, sem horário definido, entre outros
problemas. E a população reclama constantemente, foi necessário ocorrer um acidente
para que o Ministério Público vir isso.
E o interessante é a mágica que tem nesses ônibus, um
dia eu entrei em um ônibus lá em frente ao Bradesco, o ônibus era imaculada,
mas ao chegar à eletro peças o ônibus tinha se transformado em Mario Andreazza.
Estou citando apenas um fato, pois já vi isso ocorrer várias vezes.
Certo dia ouvi um motorista falar a seguinte frase: “me
convidaram para ir para a transnacional, mas não quero ir, pois aqui em Bayeux
tenho liberdade, coisa que lá não tem”.
Com isso e outras demais situações podemos ver que nem
as empresas nem muitos menos seus funcionários respeitam a população. Eis a
razão de que os alternativos terem tomado conta da cidade, pois já que o
transporte legal não respeita o povão preferem o transporte alternativo apesar
dos riscos.
Espero que realmente isso seja resolvido e a população
de Bayeux tenha um transporte digno.
Podemos tirar esse trecho como
lição de vida. Pois sempre estamos acostumados a olhar as falhas dos outros, os
defeitos dos filhos do nosso irmão, a sujeira na casa do vizinho, entre outras
coisas. Mas será que temos moral para olhar os defeitos alheios?
Muitos de nós temos esse hábito
desagradável, mas nunca olhamos no espelho, às vezes a falha maior está em nós
por olhar as falhas alheias e sairmos comentando e nunca olharmos os nossos.
Olhamos e falamos à forma que um
ou outro educar seu filho. Mas será que nossos filhos estão sendo bem educados?
Muitos olham as roupas de A ou de
B, e comentam se estão compostas ou não. Mas será que já se olhou no espelho?
Por isso que Jesus mandou tirar
primeiro a trave do nosso olho para depois cuidar do argueiro do nosso irmão.
Mas infelizmente é mais fácil
olharmos a vida alheia do que a nossa.
Preocupo-me quando apregoamos espiritualidade sem amor, quando a Igreja não chora com os que choram ou quando os relacionamentos se tornam cada vez mais utilitários. Preocupo-me quando o mundo age com mais misericórdia do que o povo de Deus, quando a Igreja passa a definir a experiência de fé a partir de ajuntamentos solenes e não de relacionamentos sinceros. Preocupo-me quando não amamos. Estes versos confrontam minha vida ao afirmar que podemos ter dons espirituais, tamanha fé ou praticar toda sorte de ações sociais, porém, sem amor nada será aproveitado. Nem sermões ou liturgias cúlticas. Nem ações missionárias ou projetos sociais. O amor, aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos de Jesus quando buscamos amar. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve que o amor é perceptível, deixa marcas. É prático, notável e visível, paciente esperando pela hora oportuna. É benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Texto extraído do Facebook da Igreja Presbiteriana do Brasil
Após não obter sucesso com a
fundação do partido Rede de Sustentabilidade a ex-senadora Marina Silva resolveu
filiar-se ao PSB e apoiar a candidatura de Eduardo Campos a Presidente do
Brasil nas próximas eleições. É tanto que a decisão para ser vice na chapa de
Campos foi adiada.
Eu mesmo levantei a teoria de uma
aliança composta por Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB), mesmo sabendo
da dificuldade dessa aliança ocorrer. Mas na minha visão a aliança de ambos
seria forte para derrubar o governo do PT. Ainda continuo com a teoria de que
essa aliança seria forte e com o apoio da ex-senadora Marina Silva seria uma
força extra. Pois nas pesquisas a mesma era a única que ameaçaria o atual
governo e segundo as pesquisas Marina Silva sempre se apresentou em segundo
lugar, ficando apenas atrás da atual presidente (Dilma).
A um ano da próxima eleição presidencial e no dia em que se
encerrou o prazo para a criação ou mudança de partidos pelos candidatos, os
contornos políticos para 2014 ganharam um elemento novo, que pode acirrar a
disputa.
Com a decisão de filiar-se ao PSB após a Justiça
negar o registro de sua Rede Sustentabilidade, a ex-ministra Marina Silva selou
uma aliança inesperada com o presidente do partido e governador de Pernambuco,
Eduardo Campos (PSB).
Com o apoio de Marina, Campos ganha um novo
impulso para uma provável disputa contra a presidente Dilma Rousseff e o
senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
As movimentações dos prováveis candidatos já
tiveram impacto em alianças partidárias nos Estados e na base do governo
federal, que perdeu o PSB de Campos.
Veja como os principais presidenciáveis têm se
preparado para a disputa e os maiores desafios que enfrentam.
Dilma Rousseff (PT)
Depois de ver sua popularidade despencar durante
a recente onda de protestos pelo Brasil, a presidente tem recuperado parte das
perdas e se reafirmado como provável favorita na eleição.
De acordo com a última pesquisa do Ibope, Dilma
lidera a corrida com 35% das intenções de voto. Sua vantagem em relação à
segunda colocada nas pesquisas, Marina Silva, que chegou a 8 pontos em julho,
ampliou-se para 22 pontos.
A aliança entre Marina e Campos pode se
configurar como um obstáculo importante para os planos de reeleição da
presidente.
Segundo analistas, Dilma vai precisar de um
cenário sem imprevistos, como uma nova onda de protestos que volte a sacudir o
país, a possibilidade de falhas graves na organização da Copa de 2014 ou
escândalos no governo, para manter uma dianteira confortável até a eleição.
A presidente tem a seu favor a grande exposição
do cargo e deve dedicar boa parte do resto de seu mandato a divulgar ações de
seu governo voltados à educação ou à saúde. Um de seus focos principais deverá
ser o programa Mais Médicos, que busca sanar falta de profissionais de saúde em
periferias e no interior do Brasil.
Sua candidatura poderá se fortalecer ainda mais
a partir do início da campanha, já que, por causa da ampla coalizão governista,
ela terá mais tempo de propaganda na TV que qualquer rival.
Mas a movimentação de Marina em direção ao PSB
pode aumentar as chances de um segundo turno e a possibilidade de que os demais
candidatos se unam contra a presidente em um bloco opositor.
Eduardo Campos e Marina Silva (PSB e Rede
Sustentabilidade)
O governador pernambucano Eduardo Campos - hoje
com 4% das intenções de voto, segundo o Ibope - já era apontado nos últimos
anos como uma importante novidade no cenário nacional e ganha um novo impulso
com a adesão de Marina Silva a seu partido.
Ao decidir se filiar ao PSB neste sábado, Marina
se afastou dos planos de se candidatar à Presidência, mas conseguiu mesmo assim
reforçar sua importância como um elemento crucial das eleições, mesmo depois de
a Justiça eleitoral recusar a criação da Rede Sustentabilidade.
Apesar de não confirmar a possibilidade de ser
vice em uma chapa liderada por Campos, a ex-ministra carrega consigo a força de
quem surgiu como segunda colocada na última pesquisa (16%) e ainda sente os
efeitos do bom desempenho na eleição de 2010, quando obteve 20 milhões de votos
(quase 20% do total).
Resta saber, no entanto, como os eleitores de
Marina reagirão à sua decisão de se aliar ao PSB, depois das críticas ao atual
modelo partidário durante a campanha pela criação da Rede Sustentabilidade.
Além de cacife político, o apoio do grupo de
Marina Silva pode dar a Campos mais tempo de propaganda eleitoral gratuita,
embora nesse quesito PT e PSDB ainda levem vantagem. Para ampliar o tempo, há
relatos de que o PSB também deve tentar se coligar com PDT, PTB e PPS.
Para pavimentar a candidatura de Campos, o PSB
entregou nos últimos dias seus cargos no governo federal. A ruptura desagradou
dois caciques pessebistas, os irmãos Ciro e Cid Gomes, que resolveram deixar o
partido.
Por outro lado, a decisão abriu o caminho para
que o PSB negociasse alianças com partidos da oposição em disputas estaduais.
Há discussões para que o partido integre coligações rivais ao PT em 20 Estados,
entre os quais São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Campos também negociou um pacto de não agressão
com Aécio e, a exemplo do mineiro, tem tentado conquistar o apoio de
empresários. Mas o desafio do pernambucano agora é conciliar as novas alianças
com o pacto pelas bandeiras de Marina, como um modelo de desenvolvimento menos
predatório ao meio ambiente.
Aécio Neves (PSDB)
Terceiro na última pesquisa do Ibope, com 11%, o
senador mineiro recebeu nos últimos dias uma notícia alentadora para suas
intenções de disputar a Presidência. O também tucano José Serra, que ameaçava
deixar a sigla para poder participar da disputa presidencial outra vez,
anunciou que ficará no PSDB.
A saída de Serra poderia enfraquecer o apoio a
Aécio, ao dividir eleitores tradicionais do PSDB. No entanto, segundo
analistas, a permanência de Serra não põe fim à desunião do PSDB nem garante
que o tucano paulista abrirá mão da disputa.
Há relatos de que, para ficar no PSDB, Serra
teria exigido de Aécio que prévias definam o candidato do partido. Caso a
votação no PSDB ocorresse hoje, Aécio - que recentemente se tornou presidente nacional
do PSDB - seria o favorito.
Mesmo que se torne o candidato tucano, porém,
não está claro se Aécio terá o apoio de Serra e do governador tucano Geraldo
Alckmin em São Paulo, maior colégio eleitoral do país.
Enquanto a disputa interna tucana se desenrola,
Aécio tem viajado pelo Brasil para tornar-se mais conhecido e costurar alianças
para 2014. A julgar por suas falas mais recentes, sua campanha terá como base a
defesa de um novo modelo econômico e o enxugamento da máquina pública.
Aécio tem criticado o baixo crescimento
econômico no governo Dilma, que atribui ao esgotamento de um modelo que
privilegiaria políticas "assistencialistas", e defendido uma atitude
mais amigável em relação a investidores. Com a postura, também busca o apoio de
grandes empresários que estariam insatisfeitos com a presidente por julgá-la
inflexível em negociações com o setor.
Discurso de primeiro-ministro na ONU
pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.
Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da
população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre
foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu,
Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia
1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois
terços de seu discurso.
Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi
dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi
a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram
considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi
os minutos finais do discurso.
Em suma,o primeiro-ministro acredita que o
Irã não é confiávele
seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse
momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo
com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre
o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha
que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou
ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança
do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que
dizimaram centenas.
Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do
Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500
anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o
retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém.
Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando
ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde
então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de
Israel, as nações árabes.
Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa
nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos
neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento
de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em
condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que
Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.
A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a
Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que
realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.
Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a
Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer
outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não
Proliferação, do qual o Irã é signatário.
Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os
grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A
partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que
haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado
reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma
nação próspera com capacidade de se defender”.
Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas
estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas
as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão
as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu
vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua
terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o
Senhor].
Após repetir os versos no original em hebraico, emendou
“Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela
ser arrancado”.
1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império
Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).
Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os
outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de
Israel que eles lutam. Com
informações de Times of Israel.
O PMDB paraibano está perdendo fortes filiados. Depois de
Fernando Milanez e João Almeida mostrarem interesse em sair do partido, o
sobrinho do ex-governador e atual presidente do partido José Maranhão Benjamim
Maranhão, Benjamin Maranhão anunciou a saída do partido e está indo para o
partido recém-criado Partido da Solidariedade (PS).
Outro nome de peso que também anunciou a saída do PMDB é a
filha do ex-senador Humberto Lucena, Iraê Lucena, a mesma ainda não afirmou seu
destino político, mas pretende concorrer uma vaga na Câmara Federal e ressaltou
que Benjamin Maranhão a chamou para o PS. Mas ela tem conversado com o PSB e
afirmou que pretende se filiar ao um partido que ofereça uma base para apoiar a
sua candidatura como deputada federal.
Iraê Lucena anunciará até a Quinta seu novo partido.
Vemos que o PMDB não anda muito bem. Pois essas duas pessoas
(Iraê e Benjamin) são nomes fortes e tem histórico no partido.
Andando em algumas comunidades não só na capital paraibana,
mas em toda a região metropolitana vejo alguns jovens e até mesmo crianças se
orgulhando por pertencerem a uma facção paraibana ou a outra. Não vou citar
nome de nenhuma das duas, pois não quero promove-las, mas vemos jovens de
várias idades cantando músicas que fazem apologia ao crime e enaltece a facção
que eles pertencem.
É um absurdo que essas facções tenham até canal no youtube
para se promoverem e publicarem músicas que fazem apologia ao crime e as enalteça.
Onde estão as autoridades que não fazem nada para acabar ou pelo menos diminuir
com essa criminalidade?
E o pior é que essas facções estão recrutando crianças para
entrarem cada vez mais cedo no mundo do crime, vemos por aí verdadeiras
crianças que se orgulham de participar de facção tal.
E na maioria dos crimes cometidos tem sempre um menor
envolvido, onde o mesmo assume a autoria do crime. Pois o menor é protegido por
lei.
E tem mais: os traficantes locais das comunidades são
verdadeiros heróis para as crianças. A criança tem esses indivíduos como
espelho para suas vidas.
O que esperar do futuro de uma sociedade que hoje está
assim?