Radio Evangélica

sábado, 24 de agosto de 2013

Cubanos defendem envio de parte do salário a Raúl Castro


Eles receberão entre 2.500 reais a 4.000 reais mensais. A diferença entre o salário e o teto de 10 000 reais será enviada pelo Brasil ao governo cubano



Explorados pelo regime de Raúl Castro, 206 médicos cubanos desembarcaram neste sábado em Brasília e no Recife para atuar no Programa Mais Médicos, do governo federal. Com forte discurso ideológico, os profissionais defenderam as assimetrias da parceria entre Brasil e Cuba – até 75% dos salários pagos a eles podem ser remetidos diretamente à ilha dos Castro – e afirmaram que, apesar das críticas, esperam poder ajudar municípios mais carentes e sem qualquer assistência básica. Alguns médicos desembarcaram chorando e foram amparados por autoridades locais.
De acordo com o secretário-adjunto da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Fernando Menezes, os salários dos cubanos não serão de 10 000 reais, como os dos demais médicos que se inscreveram no programa do governo, e vão variar entre 2.500 reais a 4.000 reais mensais, conforme as condições dos municípios onde os profissionais serão alocados. A diferença entre o salário e o teto de 10 000 reais será enviada pelo Brasil ao governo cubano.
Em Brasília, uma aeronave da Companhia Cubana de Aviación aterrissou às 18h41 na capital com 176 profissionais a bordo. Neste domingo, outros 50 médicos chegarão a Salvador, 78 em Fortaleza e 66 no Recife.


Fonte: Veja

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Comunidade cristã no Iraque é atacada


Iraquianos que servem a Deus procuram uma maneira de reconstruir sua vida em meio a um ambiente de tensão, no qual a nação está mergulhada há anos, que agrava a hostilidade contra os cristãos. De acordo com o especialista sênior em comunicações da Portas Abertas Internacional, Paul Estabrooks, os cristãos ouvem constantemente que não são bem-vindos no país

No mês passado, um grupo armado atacou o vilarejo cristão Jami Rabatki, no norte do Iraque. Moradores revelaram que os agressores dirigiam carros governamentais curdos. Os homens nos veículos carregavam armas para assustar as pessoas e atiraram no ar por uma hora, supostamente dizendo: "Nós somos a autoridade por aqui e vamos levar o que nós queremos". Um senhor foi baleado na cabeça: Zaya B. Khoshaba, o chefe da aldeia.

A comunidade, que nunca teve quaisquer habitantes curdos, rechaçou tentativas de apropriação de terras por meio de documentação ilegal desde o início da década de 1990. O fator preocupante é que tal incidente teve lugar na região norte do Curdistão, um lugar relativamente seguro para os cristãos.

Um colaborador da Portas Abertas no país acrescentou que a situação pode indicar uma nova emigração dos cristãos iraquianos: "Este ataque em específico foi noticiado, mas eu tenho certeza de que isso acontece com freqüência. Vamos esperar e orar para que as hostilidades, ameaças e levantes contra os cristãos parem." Até então, ninguém foi preso por conta desses ataques.

Fonte: Portas Abertas



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Avança projeto que prevê recompensa para quem denunciar corrupção

Exatos dois anos depois de apresentado na Câmara pelo deputado Manato (PDT-ES), o deputado Policarpo (PT-DF) deu parecer favorável na Comissão de Trabalho ao projeto que dá recompensa de até R$ 60 mil a quem denunciar com provas casos de corrupção com verba pública.
Mas pode ser um tiro no pé: não prevê o caráter moral do denunciante. Ou seja, se algum traidor do bando entregar o esquema, além de ganhar imunidade judicial embolsa parte da grana que roubaria – ou roubou.
O Programa Federal de Recompensa e Combate à Corrupção prevê criação de um fundo para receber o dinheiro – o que já faz a AGU em ações a favor da União.
O projeto é terminativo (não vai a plenário) e precisa passar por mais duas comissões – Finanças & Tributação e CCJ. Mas dificilmente será aprovada, dizem parlamentares.
Por Leandro Mazzini


Imagem: Internet

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Bento 16 diz que Deus lhe pediu para renunciar


Papa emérito se mostra satisfeito com seu sucessor

O papa emérito Bento 16 afirmou que tem observado o carisma do papa Francisco e tem recebido a confirmação de que sua renúncia foi mesmo a “a vontade de Deus”. Segundo a agência de notícias católica “Zenit” Joseph Ratzinger aceitou participar de uma conversa privada e comentou que sua renúncia foi um pedido feito pelo próprio Deus.
Em sua explicação ele deixou claro que esse pedido não foi feito por “nenhum tipo de aparição ou fenômeno deste tipo”, mas por “uma experiência mística” que fez com que o desejo de permanecer recolhido em oração aumentasse.
Mesmo aceitando ser entrevistado para um artigo da Zenit, Bento 16 não revelou segredos do Vaticano e não concedeu declarações polêmicas, tomando cuidado para manter a discrição e não deixar que suas palavras fossem divulgadas como a visão do ‘outro papa’.
Ao falar sobre o papa Francisco, Bento 16 afirma que “observa satisfeito as maravilhas que o Espírito Santo está fazendo com seu sucessor” que foi bem recebido pelos católicos do mundo inteiro e tem tomado decisões importantes para a Igreja.


Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dependente com até 32 anos poderá ser incluído no IR


A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (20), em decisão terminativa, proposta que estende de 21 para 28 anos a idade de filhos ou enteados que o contribuinte pode incluir como dependentes do Imposto de Renda (IR). Se eles ainda estiverem cursando faculdade ou escola técnica de segundo grau, esse limite poderá ser ampliado de 24 para até 32 anos.
O projeto de lei do Senado (PLS 145/2008), apresentado pelo então senador Neuto De Conto, deverá ser enviado diretamente à Câmara dos Deputados, se não houver recurso para sua votação em Plenário.
Irmão, neto e bisneto do contribuinte, desde que sem arrimo dos pais, poderão ser incluídos como dependentes do IR até o limite de idade de 28 anos e, se estiverem cursando faculdade ou escola técnica de segundo grau, até os 32 anos.

Condições
O relator do projeto na CAE, senador Benedito de Lira (PP-AL), colocou duas condições para a inclusão de irmão, neto ou bisneto como dependentes no IR: se for menor de 18 anos, do qual o contribuinte detenha a guarda judicial, ou maior de 18, do qual o contribuinte detenha a guarda desde a menoridade, com a comprovação de dependência econômica ininterrupta.
Essas mesmas condições se aplicam à inclusão de pessoa pobre, que o contribuinte crie e eduque. O limite de idade, nesse caso, que era fixado em 21 anos pela Lei 9.250/1995, também é ampliado pelo projeto para 28 anos. Mas, ao contrário dos demais dependentes, o projeto não prevê a possibilidade de continuidade dessa dependência até os 32 anos.

Mercado
A justificativa de Neuto De Conto para o projeto é de que o ingresso das pessoas no mercado de trabalho tende a ser tornar cada vez mais tardio. Segundo ele, uma profissão de nível superior, incluindo a graduação, o estágio prático e a pós-graduação, pode exigir em torno de dez anos ou mais do candidato a ingressar no mercado de trabalho.
O relator Benedito de Lira disse que suas emendas visam eliminar impropriedades no texto e manter a exigência de comprovação de que o contribuinte já detinha a guarda da pessoa quando ela era menor de idade, assim como a de continuidade da relação de dependência econômica.


Agência Senado

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O Brasil não tem nada a ver com as escolhas feitas pelo marido de jornalista americano. Ou: EUA fazem o papel de madrasta má nessa história de Cinderela da era politicamente correta



Nesses dias em que o jornalismo que deve se levar a sério tem o sotaque, muitas vezes, de um garoto ou de uma garota manejando suas opiniões no Facebook ou no Twitter, virou moda travestir opinião de informação, ignorar fatos relevantes e transformar a adesão a uma determinada tese em apuração objetiva dos fatos. Procuro (não sou o único, mas um dos poucos) fazer o contrário:
a) não escondo do leitor o que penso; se ele quiser se mandar daqui e não ler o que tenho a dizer, nada a fazer;
b) opino, no entanto, sobre fatos, sobre dados objetivos, e considero que as pessoas têm de arcar com o peso de suas escolhas, sem esperar que o Estado e as instituições sejam seus cúmplices, em especial quando estão em luta contra… o estado e suas instituições.
Voltemos ao caso da retenção — não foi prisão nem detenção — do brasileiro David Miranda em Londres. Considero Edward Snowden um traidor asqueroso e creio que não sabemos da missa a metade. Gente com esse perfil não se faz do nada. Um rapaz que denuncia a suposta vocação ditatorial dos EUA e se refugia na Rússia se define. Para mim, basta. Com um pouco mais de ousadia, ele pediria abrigo à China… Glenn Greenwald — o jornalista americano, correspondente do Guardian, que mandou seu marido (o David Miranda) numa missão especial — não é, a meu juízo, flor que se cheire. Pronto! Se o leitor quiser ler o resto, e vou me ater apenas aos fatos, continua. Se decidir que não, ok; não perderá seu precioso tempo comigo.
Leio na VEJA.com que Miranda quer que o Senado brasileiro tome alguma providência. É? Qual? Por que um dos Poderes da República no Brasil tem de se meter na história de sua retenção? Por acaso a Scotland Yard o reteve só porque é brasileiro? Ou, sei lá, porque é brasileiro, gay e negro? Não! Como confessou Greenwald, Miranda levou informações sobre Snowden para a documentarista Laura Poitras, que estava na Alemanha, e trazia consigo novos vazamentos (ou que nome tenham) fornecidos pelo ex-agente americano. Laura e Greenwald receberam juntos, em Hong Kong, as primeiras informações secretas passadas pelo vira-casaca.
O correspondente do Guardian está longe de ser um sujeito ingênuo. Ao meter seu marido na história, sabia muito bem que havia riscos de ele ser detido em algum ponto dessa trajetória. Ousaria mesmo dizer que ele (quem sabe ambos; não sei quão articulado é o tal Miranda) contava com isso, porque é visível a determinação do jornalista de provar que os EUA são uma potência autoritária, que policia o mundo. Nesta segunda, voltou à carga, com suas teorias conspiratórios, meio paranoicas: “Eles quiseram mandar uma mensagem sobre intimidação. De que eles têm poder, e, se continuarmos fazendo a nossa reportagem, publicando os segredos deles, que eles não vão ficar só passivos mas vão atacar a gente com mais intensidade”.
“Intimidação” seria empreender alguma ação à socapa para mostrar que Greenwald está na mira. Uma retenção no aeroporto, feita segundo a lei — sim, segundo a lei —, não é intimidação. Especialmente quando se trata de uma reação esperada, com a qual ele certamente contava. Burro, como já está evidenciado, não é. A propósito: falando como o militante de uma causa, não como jornalista, o americano anunciou que vai fazer novas denúncias. Vênia máxima, jornalista não ameaça publicar o que tem; publica apenas. Uma vez publicado o texto, não fica fazendo proselitismo sobre a própria reportagem nem se transforma numa celebridade mundial: deixa que outros se encarreguem da repercussão.
Reparem no óbvio: Greenwald não publicou uma só evidência de que os EUA monitorem também o conteúdo das trocas de mensagens que interceptam. Mas ele, pessoalmente, sustenta que sim. Também não publicou uma só evidência de que o país tenha interesses outros que não combater o terrorismo, mas ele, em várias entrevistas e no depoimento prestado ao Senado brasileiro, sustenta que sim. Não publicou, reitere-se, uma só evidência de que a “espionagem” de brasileiros tivesse objetivos comerciais, mas ele sustenta que sim… Esse tipo de prática caracteriza militância política, não jornalismo.
Snowden teve acesso a segredos do monitoramento feito pelos EUA em seu trabalho de combate ao terror. Insisto que não temos como saber quantos atentados deixaram de ser praticados por isso. Ou temos? Tivessem acontecido, o mundo seria hoje não só mais inseguro como mais paranoico; é bem provável que as liberdades individuais estivessem ainda mais reduzidas. Sim, senhores! Snowden é um criminoso — e não porque demonstrou que o suposto Grande Satã espiona todo mundo. Mas porque foi treinado e era pago, como funcionário de estado, para manter sigilo sobre as operações de segurança. Imaginem se isso vira moda…
Não por acaso, seu maior aliado é ninguém menos do que o delinquente Julian Assange, um amigo de tiranos que, inicialmente, divulgava os documentos que chegavam ao seu site. Depois de algum tempo, ele passou a tramar a invasão a dados sigilosos de governos — decidindo pessoalmente o que vazar ou não. Isso não tem nada a ver com transparência ou jornalismo: é crime de espionagem revestido de interesse público.
Greenwald precisa escolher uma profissão: jornalista ou militante político. David Miranda precisa escolher uma condição: marido, com atividade e renda próprias (tem?), ou parceiro dessa militância política — nesse caso, tem de arcar com o peso de suas opções, em vez de tentar transformar num caso de soberania nacional o que é nada mais do que uma escolha individual. Uma coisa é certa: ele não tinha ido à Alemanha para conhecer a Floresta Negra ou para comer chucrute.
Setores majoritários da imprensa se mostram preguiçosa e ativamente solidários porque o coquetel politicamente correto se lhes mostra irresistível: Glenn, americano, bem de vida, branco e gay, casa-se com um brasileiro negro, pobre e oriundo da favela. É uma fábula da Cinderela adaptado aos tempos modernos. Nesse caso, há, adicionalmente, o ingrediente político: os EUA fazem o papel da madrasta má. Trata-se de uma fábula politicamente infantiloide, como é, diga-se, o pensamento politicamente correto.


Por Reinaldo Azevedo

domingo, 18 de agosto de 2013

O movimento passe livre

Segundo a Wikipédia o movimento passe livre surgiu em 2005 em Porto Alegre. Mas na minha época de estudante secundarista (nos anos de 2000 a 2002) presenciei vários movimentos estudantis defendendo o passe livre para estudantes e desempregados.
A principio a ideia é boa, pois temos um povo sofrido carente e até mesmo esquecido pelos poder público e com poucas oportunidades, essa ideia seria de grande ajuda.                                                                  Mas caso o passe livre seja aprovado, essa passagem que não será paga alguém tem que pagar e com certeza a passagem ficará com um valor maior e hoje eu trabalho com acesso direto ao público e vejo o quanto o povo realmente é malandro. Com esse programa bolsa família vemos que muitas pessoas não querem mais trabalhar.
Como estou na Paraíba vou falar como seria na capital paraibana caso o passe livre para estudante e desempregado for aprovado: um desempregado já está sendo sustentado pela bolsa família, além disso, já tem o passe livre para ele e para o filho que provavelmente é estudante. (Na capital paraibana tem um projeto mantido por um Deputado Estadual que distribui sopa). Além da bolsa família, passe livre por ser desempregado ainda tem a sopa que é distribuída pelo deputado. Uma pessoa que se acomoda tem a capacidade de sair de seu bairro para ir até para centro da cidade (onde tem os pontos de distribuição da sopa) para consumirem a mesma. Já que tem o passe livre por ser desempregado.
Interessante que o partido político que mais defende essa ideia é um partido nanico que segundo minhas pesquisas têm dois vereadores em todo País.
Outro dia participei de um movimento em que o passe livre estava no meio e vi que eles não fazem apenas o movimento pelo passe livre, também fazem apologia a homossexualismo e ao aborto.

É um movimento que alega apolítico, mas na verdade tem partido político nanico apoiando esse movimento

Joabson João

Foto: Internet
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sábado, 17 de agosto de 2013

Butantan vai testar em humanos nova vacina contra dengue


O Instituto Butantan (SP) recebeu autorização do governo federal para começar a testar em seres humanos uma vacina contra a dengue, que desenvolve desde 2006.
Segundo nota do Ministério da Saúde, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu, nesta sexta-feira (16), um comunicado que autoriza o início da etapa de pesquisa clínica. Os estudos serão feitos com 300 voluntários, durante cinco anos, em três centros de pesquisa de São Paulo.
"A autorização é para a fase dois do estudo e tem como finalidade analisar a efetividade, a eficácia e segurança da vacina tetravalente, que pretende prevenir a população contra quatro sorotipos da doença (1, 2, 3 e 4)", explica o ministério em nota.
Depois dessa, ainda há uma terceira fase de pesquisa, em que o número de voluntários é expandido.
Uma outra vacina contra a dengue está em desenvolvimento por Fiocruz e GSK.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cristãos egípcios no meio do fogo cruzado

Um líder cristão local relatou sua visão sobre os últimos acontecimentos no Egito. Apesar da violência, da morte e destruição que a comunidade cristã e muçulmanos não radicais têm enfrentado, a resposta para a perseguição e intolerância religiosa sobre a Igreja egípcia deve ser, no fim das contas, pacífica e gentil

“Uma lista foi divulgada esta manhã na mídia egípcia, bem como em redes sociais, contendo nomes e/ou quantidade de igrejas, mosteiros, escolas e livrarias/lojas cristãs, farmácias e casas de cristãos que foram atacados, saqueados, destruídos e, eventualmente, incendiados ontem por partidários da Irmandade Muçulmana.

Esses ataques ocorreram em Fayoum, Bani Suwief, Minya, Assiut, Sohag, Qena, Luxor, Cairo e Gizé em vingança pela evacuação forçada de membros da Irmandade Muçulmana que acampavam nas cidades do Cairo e de Gizé em protesto à retirada do presidente Mohamed Mursi do poder. Metade das 28 províncias do Egito foram colocadas sob toque de recolher a partir de ontem à noite (14) após o aumento no número de ataques.

Partidários da Irmandade Muçulmana, armados com armas de todos os tipos , de metralhadoras a coquetéis molotov, atacaram cristãos e queimaram suas igrejas, lojas e casas, primeiro para demonstrar domínio e poder e, segundo, para punir a multidão de cristãos que se colocaram contra as políticas do ex-presidente Mursi e seu regime.

Em Minya, simpatizantes da Irmandade Muçulmana alojaram-se em uma rua da vila e abriram fogo contra uma loja/casa cristã ao longo da noite, até destruir toda a construção. Nenhuma força policial ou militar estava presente; não havia ninguém para oferecer ajuda ou fornecer proteção.

Liguei para um amigo meu, em Minya, e ele me disse que em determinada aldeia, a Irmandade Muçulmana proibiu as mulheres cristãs de andarem nas ruas; se fossem pegas violando a ordem, seriam mortas. Algumas muçulmanas têm ajudado suas vizinhas cristãs indo ao supermercado para elas, a fim de que não corram risco ao sair de casa. Em uma empresa, colegas muçulmanas tiveram de emprestar véus para encobrir suas amigas cristãs a fim de levá-las às escondidas para casa.

Em outra aldeia, um cristão que estava defendendo sua igreja foi morto. Eu não posso expressar em palavras a maneira que ele foi assassinado e o que foi feito com o seu corpo! Em outro lugar da cidade, radicais destruíram uma igreja e festejaram com seus companheiros o ato de incendiar o templo.

Um cristão que eu conheço mora bem próximo a um dos dois locais onde partidários da Irmandade Muçulmana acamparam ao longo dos últimos 45 dias. Ele me contou sobre uma experiência que teve ontem. Após os manifestantes terem sido forçados a deixar o lugar, ele voltou para verificar seu apartamento, que havia abandonado durante os 45 dias. Andando pelo bairro, ele viu muitos homens e mulheres confusos, eles falavam entre si acerca da vitória da Irmandade Muçulmana sobre o ‘inimigo’ e louvavam a sua liderança por isso. Ele me contou:

‘Eu tentei odiá-los. Afinal, eles são a causa de destruição do meu país. Mas, movido por um poder divino, eu entrei na loja de um partidário da Irmandade Muçulmana, localizada no meu prédio. Comprei várias caixas de garrafas de água e, em lágrimas, distribuí as garrafas de um homem ao outro, de uma mulher a outra, até que todos vieram em minha direção e saciaram sua sede. Eles não passam de pessoas que precisam do amor de Cristo assim como todos nós. Não posso odiá-los, mas sim, ajudá-los’, concluiu.”

Fonte: Portas Abertas





Fonte: Portas abertas

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Google admite que não respeita privacidade de usuários do Gmail


Segundo informações do jornal "Folha de S. Paulo", o grupo norte-americano de defesa do consumidor Consumer Watchdog descobriu documentos judiciais em que o Google afirma que seus usuários não têm "expectativa razoável" de que suas mensagens sejam confidenciais.
Para John Simpson, diretor do projeto de privacidade da organização, ficou claro que "o Google enfim admitiu que não respeita a privacidade". "As pessoas deveriam aceitar a palavra deles. Se você se incomoda com o sigilo  de sua correspondência via e-mail, não use o Gmail", diz Simpson, que classificou a revelação do Google como "uma admissão chocante".
Em julho, o Google se posicionou sobre um processo coletivo que acusa a corporação de violar as leis de escuta ao vasculhar o conteúdo de e-mail a fim de direcionar anúncios aos usuários do Gmail. A ação alega que empresa de serviços online "abre, lê e adquire ilegalmente o conteúdo de mensagens privadas de e-mail de seus usuários e que a política do Google é chegar bem perto da linha do inadmissível sem cruzá-la", diz a petição, que cita Eric Schmidt, presidente do conselho da empresa
"Sem que milhões de pessoas o saibam, em base cotidiana e há anos, o Google vem sistemática e intencionalmente 'cruzando a linha do inadmissível' e lendo mensagens de e-mail que contêm informações que os usuários não desejam que ninguém conheça, para adquirir, coletar ou minerar informações valiosas contidas no e-mails", o processo alega.
Em resposta e solicitação de encerramento do caso, o Google afirmou que os queixosos estavam "fazendo uma tentativa de criminalizar práticas comuns de negócios" que são parte do serviço Gmail desde sua introdução. O Google afirmou que "todos os usuários de e-mail devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático".
Os advogados da empresa também se pronunciaram dizendo que "não se afirma o suficiente na queixa sobre o relacionamento específico entre as partes e as circunstâncias específicas [da comunicação em questão], e portanto não se pode extrair uma conclusão plausível de que essa forma de comunicação gera expectativa objetivamente razoável de confidencialidade".
Conhecido como crítico veterano do Google, John Simpson disse que "a argumentação do Google emprega uma analogia tacanha, a de que enviar um e-mail é como confiar uma carta aos correios. Minha expectativa é de que o correio entregue a carta no endereço que consta do envelope, e não a de que o carteiro a abra e leia".
"De forma semelhante, quando envio um e-mail, espero que seja entregue ao destinatário pretendido, com uma conta do Gmail baseada em um endereço de e-mail. Minha expectativa deveria ser a de que o conteúdo será interceptado e lido pelo Google", ele disse.

(Com informações do jornal "Folha de S. Paulo")


Fonte: Bol