Radio Evangélica

quinta-feira, 4 de abril de 2013

‘PEC das domésticas é o último resquício da escravidão’, diz Malta



Senador Magno Malta (PR/ES) garante que a partir desta quarta-feira (3), os empregados domésticos viverão uma outra realidade na atividade profissional. Eles gozarão de novos direitos, como a jornada de trabalho definida e as horas extras, que já estão em vigor em todo território nacional.
O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (2), a Emenda Constitucional resultante da PEC das Domésticas, aprovada pelo Senado na última semana. Alguns dos novos direitos passaram a valer já nesta quarta-feira, com a publicação da emenda no Diário Oficial da União. Outros direitos, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o seguro-desemprego, ainda devem ser regulamentados.
Para o senador Magno Malta, “a regulamentação de 7 dos 16 novos direitos dos empregados domésticos deve ser uma das primeiras tarefas da Comissão Mista de Consolidação das Leis, instalada nesta terça-feira para consolidar a legislação federal e regulamentar dispositivos da Constituição de 1988 que precisam de regras específicas para garantir sua aplicabilidade”, informou.
“Estamos sepultando um dos últimos resquícios da escravidão. Sou filho de uma doméstica, mulher simples, que trabalhou a vida toda e faço nesta quarta-feira, minha homenagem a Dona Dadá, estendendo o reconhecimento a deputada Benedita Silva (PT/RJ) e todas trabalhadoras do lar”, comemorou Magno.
O trabalhador doméstico tinha apenas parte dos direitos garantidos pela Constituição aos trabalhadores em geral. Magno Malta festejou o fato de os empregados domésticos estarem integrados aos demais. “Os direitos trabalhistas serão, a partir de agora, de todos, não mais de alguns. É o fim de mais uma intolerável discriminação”, finalizou o senador.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Deputada abre processo disciplinar contra Feliciano




O deputado pastor disse durante uma pregação que a CDHM era dominada por satanás
Nesta terça-feira (2) a deputada federal Iriny Lopes (PT-ES) entregou um pedido para abertura de processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar junto a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP).
A deputada petista ficou insatisfeita com o que foi dito pelo deputado, que é pastor evangélico, durante um culto em Minas Gerais onde ele disse que a Comissão de Direitos Humanos era dominada por Satanás antes dele tomar posse do cargo de presidente.
“É inaceitável que um deputado faça esse tipo de declaração, ferindo a honra e a imagem dos nobres colegas que atuam com dedicação e firmeza para promoção e valorização dos direitos humanos”, disse Iriny que já presidiu a CDHM.
Para a ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República o parlamentar evangélico feriu o Código de Ética Parlamentar que pede aos deputados que zelem “pelo prestígio, aprimoramento e valorização das instituições democráticas”.
Ao comentar sobre a polêmica gerada pela pregação, o deputado Marco Feliciano explicou que “Satanás” quer dizer “adversário”. “Quando cito Satanás estar em locais de trabalho, falo sobre Adversários. Satanás ou Satã (do hebraico שָטָן) significa adversário/acusador”, escreveu o parlamentar no Twitter. Com informações UOL.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Marco Feliciano enfrenta nova rodada de pressões para sair




O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, enfrenta nesta segunda-feira (1º) uma nova rodada de pressões para renunciar ao posto. O presidente da Câmara de Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), prometeu na semana passada reunir os líderes partidários em uma reunião com Feliciano para pedir que ele deixe o cargo. O argumento é que desde a chegada de Feliciano à presidência do colegiado, a comissão não consegue funcionar, já que os trabalhos são frequentemente interrompidos por manifestações contrárias ao parlamentar.
Porém, em diversas entrevistas, Feliciano já deixou claro que não sairá. O partido do congressista defende sua permanência, apesar dos seguidos protesto. A bancada justificou a permanência de Feliciano com base em um histórico da aliança com o PT, que agora pressiona pela saída do pastor do cargo. Os dirigentes do PSC argumentaram que já apoiaram o PT em diversas eleições, incluindo a presidente Dilma Rousseff, em 2010.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A mídia realmente é imparcial?




Ultimamente o deputado e pastor Marco Feliciano tem sido atacado de todas as formas. Principalmente pela mídia.
Interessante que no programa CQC do dia 01/04/2013, transmitido pela Band, por ser o famoso dia da mentira. Fizeram alguns testes com algumas pessoas anônimas e com políticos. E o que mais me chamou a atenção foi: convidaram ou contrataram, não interessa, um especialista em expressão corporal para analisar alguns vídeos do deputado Marco Feliciano.
Segundo o especialista em suas expressões labiais e ate mesmo faciais ele mentiu ao responder perguntas de alguns jornalistas.
Segundo a grande mídia ele fez declarações polemicas. Mas pergunto: por que não perseguiram as pessoas que presidiram os antecessores da comissão que ele atualmente esta na frente?
A maioria das pessoas que presidiram, segundo informações que eu colhi, não tinham nenhum compromisso com a família. E a mídia nunca os atacou, nem muito menos mostrou suas atitudes para o povo brasileiro. Hoje entra uma pessoa que tem um compromisso com a família brasileira à mídia em peso resolve atacar essa pessoa de todas as formas querendo manipular a população e coloca a mesma contra essa pessoa.
Onde está a imparcialidade da mídia? Por que não mostra as declarações e os projetos dos antecessores do deputado e pastor Marco Feliciano?

Joabson João

domingo, 31 de março de 2013

TEMPO DE RECOMEÇAR


A vida é feita de decisões. Até a indecisão é uma decisão: a decisão de não decidir. Minha expectativa é que você tome as decisões certas, com a motivação certa. Nos caminhos da vida chegamos a muitas encruzilhadas, onde alguns colocam os pés na estrada do sucesso e outros, enveredam-se pelos atalhos do fracasso. Faça as melhores escolhas. Peça a Deus sabedoria. É tempo de recomeçar e recomeçar na presença de Deus, na dependência de Deus, para viver para a glória de Deus.

Hernandes Dias Lopes.

sábado, 30 de março de 2013

Sobre beijos e tapas



A semana termina sob o signo do beijo. Falemos, então, de beijos. E também de tapas. Vejam esta imagem. (por favor na falta das imagens, leiam os textos)

Acima, o então cardeal de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, beija os pés de pacientes de AIDS internados numa instituição da capital argentina na Missa de Lava-Pés de 2001. Ele preferia realizar o ritual da Quinta-Feira Santa fora das igrejas. Avancemos 12 anos.

Vocês veem aí o agora papa Francisco, em Roma, numa instituição que abriga adolescentes infratores. Ele lavou, secou e beijou os pés de 12 jovens. Repete o gesto de Jesus com os apóstolos na Última Ceia. É a primeira vez que um papa celebra a Missa de Lava-Pés fora da Basílica de São Pedro ou de São João de Latrão. Havia duas moças entre os 12 jovens, uma delas muçulmana, a exemplo de outro detento. Mulheres e muçulmanos jamais haviam participado dessa cerimônia. Falemos de outros beijos.

Essa foto vocês já conhecem. Durante uma solenidade de premiação de teatro, na segunda passada, as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado trocaram um beijo na boca. Foi uma tentativa de acertar um tapa no deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. A Quinta-Feira Santa no Brasil também teve o seu beijo polêmico, que rompeu limites, como se vê abaixo.

A TV Globo fez uma megaevento para anunciar a programação de 2013. No palco, vestidas de noiva, as atrizes Fernanda Torres e Andréa Beltrão beijaram-se na boca. O evento foi gravado. A cena foi ao ar. Os presentes aplaudiram entusiasmados. O recado estava dado. Era para Feliciano. Fernandinha é filha da Fernandona.

Retomo
Quando o cardeal Bergoglio se ajoelhava diante de pacientes de AIDS e quando o agora papa repete o gesto diante de presidiários, vemos a Igreja Católica a reconhecer a plena humanidade dos que mais sofrem e dos que foram excluídos, ainda que, no caso desse segundo grupo, na origem do mal que os aflige, existam escolhas erradas, crimes e pecados. Francisco nos fala, no entanto, de um Deus que perdoa — havendo a disposição de não errar mais —, ainda que os infratores devam acertar suas contas com as leis dos homens.

A Igreja abraça, nunca rechaça; convida ao perdão e ao arrependimento em vez de condenar; acolhe em vez de excluir. Mas isso não ignifica que ela renuncie a seus fundamentos. É compreensível que, na era do pragmatismo tosco, uma religião que repudie o pecado (para ficar no vocabulário religioso), mas acolha o pecador cause certo estranhamento. Quando Francisco lava os pés dos presidiários, não está condescendendo com seus crimes. Tampouco está dizendo que as leis que os encarceraram são injustas. Ele os está abrigando na condição de filhos de Deus; ele está reconhecendo que nem o crime lhes tirou a humanidade.

Então isso tudo nos será assim tão estranho? Acho que não! Os que somos pais sabemos que a difícil tarefa de educar consiste em abraçar os filhos, mas não os seus erros. O exercício do amor incondicional — e não vejo como se possa ser pai e mãe de outro modo — repudia o erro, mas acolhe os errados.

“Ah, mas essa Igreja que se ajoelha é puro exercício de hipocrisia…” Será mesmo? Os governos das nações mais ricas da Terra, os potentados empresariais, as organizações não governamentais as mais poderosas, nem todos esses entes reunidos conseguem fazer o trabalho social que faz a Igreja Católica mundo afora. Se ela fosse apenas uma entidade benemerente, já seria uma expressão formidável do humanismo. Ocorre que ela convida também a uma ética que transcende a sua própria obra social. E é aí que começam os questionamentos. “Mas por que não concorda com tal coisa? Por que censura aquela outra?”. Porque tem valores derivados daquela que considera ser a verdade revelada. E não vai mudar.

É uma farsa, por exemplo, essa história de que a Igreja rejeite os gays. Ela convive com a realidade de fato. Mas não vejo como — e não há quem veja — ela possa igualar os casamentos hétero e homossexual porque isso fere o seu entendimento essencial de como deva se formar uma família. Não vai acontecer. O norte da instituição continuará a ser o de sempre. Mas não se tem notícia de que homossexuais foram expulsos de instituições católicas ou moralmente agredidos em suas dependências.

O papa que beija os enfermos, os transgressores, os que estão à margem atualiza a mensagem do Cristo. É um beijo a favor dos homens, mesmo daqueles que não comungam de sua crença — a exemplo dos dois muçulmanos convidados a participar da cerimônia.

Agora as atrizes
Alguns gostariam, para que pudessem ver confirmados seus próprios preconceitos, que eu saísse aqui a condenar as mulheres que andaram trocando beijos públicos para protestar contra o deputado Marco Feliciano. “Ah, olhem lá, o Reinaldo, aquele reacionário…” Mas eu não condeno, não! Se o Brasil inteiro sair se beijando — desde que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias possa fazer seu trabalho sem ser atacada por um tropa de choque —, está bom para mim. Mas também não quer dizer que eu aprove.

Eu quero é ver respeitadas as instâncias da democracia e do estado de direito. Eu torço é para que a imprensa brasileira pare de tratar desordeiros como humanistas exemplares. E que se note: não são desordeiros porque defendam casamento gay ou sei lá o quê, mas porque impõem a sua vontade ao arrepio dos fundamentos democraticamente pactuados.

De toda sorte, reitero: pessoalmente, não gosto da modalidade “beijo contra”. Acho contraproducente que ele se transforme numa das expressões possíveis do insulto. Penso que nem instrui nem convence ninguém. Recebe os aplausos dos já convertidos, mas tende — e eis um grande problema — a gerar mais intolerância do que o contrário. Até porque as atrizes que representam, aí, o papel de vanguardistas não são, até onde se sabe, lésbicas. O beijo é exibido como um desafio ao padrão dos “caretas” e talvez contribua para reforçar preconceitos, em vez de amainá-los. O fato de serem heterossexuais se comportando como homossexuais introduz uma vertente de farsa e de espetacularização do confronto que, intuo, contribui pouco com a causa.

O charme principal dos que pedem a cabeça de Feliciano é sua condição de minoria supostamente ofendida pelas ideias do deputado. Então vamos ver que “minoria” é essa. O casamento gay já foi considerado constitucional pelo Supremo. Pessoalmente, já escrevi, não tenho nada contra, mas é evidente que o tribunal ignorou a letra do próprio texto e legislou em lugar do Congresso. Não há jurista digno desse nome que ignore isso, embora a maioria se cale por receio da patrulha. A mais importante emissora do país, a que tem mais telespectadores, exibiu um beijo gay de duas atrizes caracterizadas com as vestes das cerimônias católicas de casamento. Do outro lado da tela, milhões de pessoas assistiam àquela, vá lá, provocação estudada.

Ainda que minoria na sociedade, resta evidente que as reivindicações dos gays e sua visão de mundo têm amparo na Justiça e são onipresentes naquilo que já se chamou “cultura de massa”. Estão na maior emissora de TV do país, uma concessão pública — que existe, em termos estritamente legais, por autorização desse público. E o público, ora vejam!, é majoritariamente contrário ao casamento gay. Insisto: a maioria dos brasileiros que conferem legitimidade ao Supremo e autorizam as concessões de TV (por meio de procedimentos legais) é contra a decisão tomada pelo tribunal e o valor popularizado pela emissora.

Não vou entrar nas minudências de por que as coisas são assim (não neste texto), mas a democracia tem, sim, dessas coisas. E isso não é necessariamente ruim. A maioria dos brasileiros talvez seja favorável à pena de morte, por exemplo, mas a lei não passaria no Congresso e seria repudiada pelo Supremo. E acho bom que assim seja. Mas isso fica para outra hora.

O que estou dizendo, meus caros, é que os tais “beijos contra” , atenção para isto!, como parte dos esforços para retirar Feliciano da comissão, revelam, então, uma à primeira vista insuspeitada dimensão de intolerância — que vem a ser o exato oposto daquilo que proclamam.
— Olhem aqui, a gente vai beijar na boca para deixar claro que aquele cara não pode ficar lá.
— Mas não pode por quê?
— Não pode porque ele é contra casamento gay!
— Mas ele não pode mudar a decisão do Supremo!
— A gente sabe que não pode. Mas ele é contra!
— Mas ele tem o direito de ser contra!
— E a gente tem o direito de protestar contra ele!
— Mas não de impedir o funcionamento da comissão!
— Seu reacionário!
— Ah, então tá…

Há o beijo que inclui e aquele que pretende valer por um tapa. Um leva ao esclarecimento; o outro, ao obscurantismo influente. - (Por Reinaldo Azevedo) - 30/03/2013 - às 6:05




sexta-feira, 29 de março de 2013

Anonymous Brasil cria um dossiê contra o deputado Marco Feliciano



Dados retirados de sites como a Câmara dos Deputados e a Justiça Eleitoral foram usados contra o deputado

O site Anonymous Brasil, um grupo de hackers, realizou uma pesquisa sobre o deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) falando sobre as empresas que foram registradas em seu nome e sobre os funcionários contratados por ele.
A postagem ganhou o título de “A Verdade sobre Marco Feliciano” e tem como objetivo acusar o deputado de mentir para Justiça Eleitoral e ter contratado funcionários fantasmas.
O site usa dados públicos que podem ser consultados pela internet como os salários dos assessores do deputado e sua declaração de bens feita para a Justiça Eleitoral.
Sobre a participação de funcionários fantasmas, o site indica um advogado neto de um dos assessores contratado por Feliciano, mas que não trabalharia em Brasília como os demais, acumulando funções em um escritório de advocacia na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo.
O dossiê digital postado no site foi publicado exatamente durante as semanas onde o deputado tem enfrentado diversas acusações por declarações postadas na internet que foram interpretadas como racistas e homofóbicas.
Manifestações em todas diversas cidades do país e principalmente pela internet pedem para que o deputado seja retirado da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, cargo que por 16 anos esteve com o PT e que agora foi dado ao PSC diante de um acordo político.
Como Feliciano foi eleito pelos integrantes da comissão a única forma da comissão ser presidida por outro deputado é por meio da renúncia, atitude esta que o parlamentar evangélico deixou claro que não pretende tomar.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/anonymous-brasil-cria-um-dossie-contra-o-deputado-marco-feliciano/

quinta-feira, 28 de março de 2013


PSDB 'importa' estrategista de Obama para ajudar Aécio
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA

O PSDB vai trazer um dos estrategistas da campanha do presidente dos EUA, Barack Obama, para ajudar a construir a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República em 2014.
A costura para trazer David Axelrod, um ex-alto funcionário da Casa Branca e conselheiro político das campanhas presidenciais de Obama, foi feita pelo novo marqueteiro do tucano, Renato Pereira, com ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso --que tem proximidade com o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.
Segundo a Folha apurou, o partido também fez contato com Antonio Villaraigosa, prefeito de Los Angeles e uma das estrelas em ascensão do Partido Democrata dos EUA.



A legenda pretende trazê-los para orientar o tucano na fase da pré-campanha, sobretudo na área de internet.
Ainda não há data para o desembarque dos dois democratas, mas integrantes da cúpula do partido afirmam que isso ocorrerá após maio.
Nesse mês, Aécio Neves deverá assumir a presidência do PSDB e lançar o programa de TV do partido, primeira aparição do senador mineiro em cadeia nacional para se apresentar como alternativa tucana ao Palácio do Planalto.
Conforme os planos do grupo de Aécio, o objetivo é colher experiências em pesquisas por segmentação do eleitorado e estratégias na área de campanha digital.
Os tucanos querem aprender como encurtar a distância entre candidato e eleitor por meio de uma fala mais direta, com mensagens focadas em segmentos sociais específicos. Além disso, buscam ferramentas criativas para usar de forma moderna e mais eficaz nas redes sociais.
Intensificar uma ação pela internet é uma das missões de Renato Pereira, marqueteiro considerado "entusiasta" da linguagem virtual.
Foi por meio da internet que Obama popularizou sua candidatura, tanto nas primárias democratas como na candidatura para presidente.
Por meio dela, aproximou-se do eleitorado jovem e difundiu o slogan da "mudança", além de elevar a arrecadação de recursos por meio de financiamentos de baixo valor feitos por simpatizantes individuais.
O resultado levou o próprio PT, em 2010, a convidar o norte-americano Ben Self, da Blue State Digital, para dar palpites na estratégia de internet da campanha de Dilma Rousseff. Ele também trabalhou na campanha de Barack Obama.

Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/poder/1253619-psdb-importa-estrategista-de-obama-para-ajudar-aecio.shtml

terça-feira, 26 de março de 2013

Jornalista do SBT é criticada por suas declarações “conservadoras”



Opiniões de Sheherazade sobre Marco Feliciano causaram polêmica entre funcionários da emissora.
A jornalista Rachel Sheherazade está sendo criticada por alguns funcionários do SBT por dar opiniões consideradas por eles “reacionárias e conservadoras” durante o quadro “Opinião” do jornal SBT Brasil.
Rachel foi contratada exatamente por esse posicionamento firme que faz sobre as notícias, quando trabalhava em uma emissora na Paraíba, ela ficou famosa por criticar o Carnaval em um vídeo que foi postado no Youtube e teve milhões de acessos.
De acordo com a coluna F5 da Folha de São Paulo os funcionários do SBT estão organizando um abaixo-assinado batizado de “Rachel não nos representa” que será encaminhado à direção do SBT.
O diretor de jornalismo da emissora, Marcelo Parada, disse que qualquer âncora do canal tem a liberdade de emitir suas opiniões e sobre a iniciativa dos funcionários, o SBT afirma não ter conhecimento.
Recentemente Rachel Sheherazade teceu comentários sobre a polêmica em torno da eleição do deputado federal pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, dizendo que ele foi eleito de forma democrática e que os demais deputados precisam respeitar a democracia.

Assista:



Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/rachel-sheherazade-sbt-declaracoes/

segunda-feira, 25 de março de 2013

Magno Malta organiza protesto contra legalização do aborto


Membro da Comissão Especial do Senado Federal de Revisão do novo Código Penal Brasileiro e presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, senador Magno Malta (PR/ES) promete rebater o Conselho Federal de Medicina que defende alteração na legislação para dar à mulher o direito de realizar aborto de forma legal até a 12ª semana de gestação.

Indignado com a proposta do Conselho Federal de Medicina que declarou a intenção de protocolar solicitação de alteração no Código Penal Brasileiro para dar à mulher o direito de realizar um aborto de forma legal até três meses de gestação e pressionado por vários movimentos organizados da comunidade, senador Magno Malta, nesta segunda feira (25), usará o microfone do plenário para informar que as pesquisas demonstram que mais de 80% da população brasileira não aceitam a legalização do aborto no pais. “Mudei minha agenda e vou aproveitar a segunda-feira para expor o pensamento da grande maioria dos brasileiros que defendem o dom da vida como obra somente de Deus”, esclareceu Magno.
Na terça-feira (26), às 9 horas da manhã, em seu gabinete, Magno Malta convocou reunião com os parlamentares da Frente da Família para oficializar um manifesto e agendar ato público unindo todos contra o aborto no Brasil. “Passei a semana recebendo comitivas de várias religiões espíritas, católicos, evangélicos e outras entidades do terceiro setor reivindicando minha intervenção nesta polêmica gerada pelo Conselho Federal de Medicina. Eles querem vulgarizar a vida, dando o direito de qualquer pessoa decidir o destino de um próximo, mesmo antes de nascer. Nada justifica o chamado aborto social ou como instrumento de controle de natalidade”, adiantou o senador.
O presidente da Federação Médica Espírita, Almir do Espírito Santo, foi ao escritório do senador dizendo que, “independente da questão religiosa, a maioria da categoria não foi ouvida, apenas uma decisão dos presidentes dos Conselhos Regionais e mesmo assim não foi unânime”, informou o médico, que é radicalmente contrário ao aborto.
“Nas ruas, na internet e no meu gabinete, depois da infeliz iniciativa do Conselho Federal de Medicina, que considero uma piada, tenho recebido centenas de abordagens e solicitações para não permitir mudanças no Código Penal legalizando o aborto. Mas estou mobilizando os parlamentares para uma defensiva urgente, começando nesta segunda-feira. O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha e a própria presidenta Dilma Rousseff já declararam que esta pauta não atende aos anseios da população”, concluiu Magno Malta, que fará pronunciamento no final da tarde desta segunda-feira, no Senado Federal.


Fonte: http://www.verdadegospel.com/magno-malta-organiza-protesto-contra-legalizacao-do-aborto/?area=3