Radio Evangélica

domingo, 23 de dezembro de 2012

Cristãos chineses são presos por pregar sobre o Natal ao ar livre




Cerca de 40 policiais de Shenzhen, China, abordaram Cao Nandi e outros oito cristãos, dos quais, sete mulheres, incluindo uma senhora de 70 anos de idade, e os levaram detidos a uma delegacia próxima. O motivo? Eles pregavam sobre o verdadeiro significado do Natal em um parque no sul da cidade.
As mulheres são obreiras do Centro Guanai (Caring) e da Igreja Meilin. O único homem do grupo é membro da Igreja Associação Jovens da Paz.
Quando a esposa de Cao foi até a delegacia de polícia na manhã seguinte, cerca de oito horas depois, foi informada de que não poderia ver o marido.
Cao ama o Senhor apaixonadamente e queria contar aos outros sobre a graça salvadora do Senhor e as Boas Novas do Reino do Céu, mesmo que isso custasse ser odiado por outros e sofrer perseguição. Ele aceitou de bom grado esta punição injusta por compreender a Verdade de Deus e a missão do Pai de salvar as almas perdidas.
De acordo com os últimos relatórios recebidos pela agência de notícias China Aid (Ajuda à China, em tradução livre), todos os detidos já foram liberados.
Segundo Portas Abertas, é importante lembrar que, com a aproximação do Natal, a perseguição do governo aos cristãos deve aumentar. “Devemos orar para que os cristãos chineses respondam com sutileza, e continuem servindo fielmente. Para que diante da perseguição, não tenham medo e não recuem, de modo que conquistem a vitória nesta batalha espiritual”, orienta o ministério.

Crescimento em meio a perseguição
Apesar dos nomes dos novos líderes chineses terem sido anunciados oficialmente este mês, esse processo começou há cinco anos, quando Xi e Li foram ungidos como os sucessores de Hu Jintao e Wen Jiabao, nessa ordem. Todos os anos em decorrência serviram de preparação para que, no tempo determinado, eles possam assumir os postos da liderança do segundo país mais poderoso do mundo.
Há pouco espaço para qualquer mudança significativa repentina na política da China. O que mais se espera de uma nova liderança é que mantenha a continuidade, já que todas as alterações políticas essenciais – com planejamento de longo prazo – são tomadas por consenso, e, portanto, nenhum indivíduo tem o poder de tomar uma decisão importante isoladamente.
No que diz respeito à liberdade religiosa, é provável que a atitude do governo chinês quanto ao crescimento “sem controle” de igrejas casa se mantenha inalterada nos próximos anos. O movimento é composto por igrejas “não-oficiais” que operam fora das áreas controladas pelo governo, como o Movimento Patriótico das Três Autonomias e o Conselho Cristão da China.
Isso explica porque a Igreja Shouwang – que começou como um estudo bíblico caseiro, em 1993, cresceu e tornou-se uma das maiores congregações casa em 2007 – está sendo perseguida pelas autoridades. A igreja possui um piso na Torre de Tecnologia e Daheng Science na área noroeste de Beijing Zhongguancun (distrito tecnológico da China), mas as autoridades impediram o uso da propriedade para cultos. A igreja tem se reunido em um parque por mais de um ano, apesar de esporádica prisão e detenção de seus membros durante os cultos.

Resistência
o início deste mês, sete cristãos de uma igreja doméstica na província de Henan foram acusados de participar de atividades de Shouters (Gritadores, em tradução livre), um grupo fundado em 1960, nos Estados Unidos, que foi proibido, em 1980, pelo governo chinês, de cultuar a Deus, segundo a organização China Aid.
Autoridades se opõem até mesmo às igrejas oficiais que procuram resistir aos movimentos do governo. Recentemente foi negada a permissão para um protesto público contra o despejo planejado, supostamente ilegal, e a demolição de uma propriedade da igreja pelos desenvolvedores imobiliários, de acordo com informação da China Aid em 26 de novembro.
Ryan Morgan, gerente regional para o Sudeste Asiático do International Christian Concern, disse: “Nossa única escolha é adorar de forma ilegal e enfrentar a ameaça de assédio, detenção, tortura e prisão. Dezenas de milhões de cristãos na China sofrem com isso hoje. No entanto, as igrejas chinesas parecem ser fortes o suficiente para continuarem a crescer tanto em número quanto em profundidade espiritual em face à perseguição”.

Fonte: Portas Abertas/Verdade Gospel


sábado, 22 de dezembro de 2012

Bilionário transformou sua empresa em “agência missionária”


Um dos homens mais ricos do mundo diz que o segredo do seu sucesso é a fé

As lojas Hobby Lobby são parte de uma cadeia de varejo que soma 500 lojas de artesanato e artes em 41 estados norte-amercianos. Seu diferencial é que são liderados por uma família cristã. Fundada em uma garagem na cidade de Oklahoma, em 1972, a família Green só começou a Hobby Lobby depois de conseguir um empréstimo para abrir a sua primeira loja.

Green disse que sentia como um estranho ao entrar em varejo, pois seus pais eram pastores e ele cresceu achando que seria um também. No entanto, ele acredita que encontrou uma maneira de exercer seu ministério por meio de sua empresa.
“A Hobby Lobby sempre foi uma ferramenta para o trabalho do Senhor. Para mim e minha família, contribuir é igual a ministério, que é igual ao Evangelho de Jesus Cristo”, disse o CEO e fundador da empresa, David Green. “Nós sabemos que temos sido abençoados pela graça de Deus e acredito que é porque nós escolhemos viver nossas vidas e para operar nossos negócios de acordo com a Sua Palavra e nós somos muito gratos por isso”.
Na verdade, David Green insiste que Deus é o verdadeiro dono dos bilhões de dólares que a família possui. Atuando como um bom discípulo, Green se tornou o maior benfeitor evangélico do mundo, com planos de fazer doações sem precedentes quando seu testamento for aberto.
Perguntado pela revista Forbes sobre os segredos para o crescimento de sua empresa, o empresário de 70 anos de idade, evita qualquer crédito pessoal. Ele também não elogia seus executivos ou seus mais de 22.000 empregados, nem mesmo seus clientes, que vão consumir mais de US$ 3 bilhões em produtos de artesanato somente este ano. “Se você tem alguma coisa ou se eu tenho alguma coisa, é porque nos foi dada por nosso Criador”, diz Green.
“Então, desde o início eu aprendi a dizer: ‘Olha, isso é seu, Deus. É todo seu. Eu vou dar a você”.
Ele deve saber do que está falando, afinal está em 79 º lugar na nossa lista dos 400 americanos mais ricos, com um patrimônio pessoal estimado de US$ 4,5 bilhões. Mas o que poucos sabem é que ele atualmente é o maior doador individual para causas evangélicas dos Estados Unidos e provavelmente um dos 3 maiores do mundo.
“Só sei que Deus é o dono”, explica Green. ”Como faço para separar as coisas? Bem, é de Deus na igreja e é meu aqui? Eu tenho um propósito na igreja, mas eu não tenho um propósito aqui? Você não pode ter um sistema de crença no domingo e não vivê-lo durante os outros seis dias da semana.”, ensina.
Há muito poucos membros entre o ranking dos 400 da Forbes que falam sobre religião e trabalho. Green explica que seu “império” é uma grande organização missionária, o equivalente ao maior bazar de igreja do mundo. A cadeia Hobby Lobby investe quase metade do total de seus lucros em uma longa lista de ministérios evangélicos. Embora não divulgue o montante doado, a Forbes estima que ao longo de sua vida ele já doou mais de 500 milhões de dólares.
A riqueza da família Green sustenta dezenas de igrejas e universidades cristãs. Tudo começou em 1999, quando ele comprou o edifício de um antigo hospital na cidade de Little Rock, Arkansas, por US$ 600.000, reformou e doou para uma igreja. Desde então, comprou mais de 50 propriedades a um custo estimado de 300 milhões de dólares. Mas não é qualquer ministério que ele ajuda.
Ele contata constantemente a igreja ou projeto cristão que lhe procura, e só preenche os cheques após uma cuidadosa verificação doutrinária, que inclui perguntas sobre o nascimento virginal de Cristo. Até mesmo o conhecido pastor Rick Warren precisou passar pelo crivo pessoal de Green antes de receber uma propriedade de 170 hectares em agosto passado, que a igreja Saddleback usará como local de retiros.
A influência de Green, no entanto, é mais sentida nos investimentos nas universidades cristãs em todo o país que vem sofrendo com a crise financeira e teológica que os Estados Unidos atravessam nos últimos anos. A oferta mais vultuosa foi  de US$ 70 milhões em 2007 para a Oral Robert, considerada por ele uma “universidade saudável.”
Traduzido da Forbes 

Fonte: Gospel Prime

Brasil pode ser 1º país a derrotar a Aids'


JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA
Um brasileiro acaba de ser escolhido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, para coordenar as políticas públicas da Unaids (braço da organização contra a Aids).
Luiz Loures vai assumir em janeiro a vice-diretoria executiva dos programas da entidade e também um cargo mais político, o de secretário-geral assistente da ONU.
O médico foi um dos pioneiros no cuidado a pacientes com Aids no Brasil. Loures está há 16 anos na Unaids, hoje em Genebra.
Ele diz que espera ver o fim da epidemia da Aids em 15 anos.
Mas, para isso, é preciso quase dobrar o número de pessoas em tratamento, investir em diagnóstico precoce e no fim do preconceito.
O Brasil, opina, tem condições de ser o primeiro país a declarar o fim da Aids.
*
Folha - Que desafios estão postos nesse novo cargo?
Luiz Loures - A gente está mudando de fase na resposta à Aids. Começamos a falar do fim da epidemia.
O progresso científico permite isso. E estou sendo colocado neste posto para mudar e intensificar os programas e levar o maior número de países a essa meta que, agora, a gente pode começar a estimar.
Eu penso em 15 anos. A Aids vai continuar existindo provavelmente, a não ser que se consiga erradicar o vírus -o que é uma questão para o futuro muito mais distante.
Mas vamos poder dizer que não há mais epidemia. Talvez não em todos os países ao mesmo tempo.

Como o sr. vê o Brasil nesse cenário? Têm surgido críticas sobre a atual política...
Pelo panorama mundial, não tenho dúvidas de dizer que o Brasil é o país com as políticas de Aids mais avançadas e mais inclusivas. Isso do ponto de vista global, eu não estou dentro do Brasil.
Se eu tomo, por exemplo, as estatísticas de acesso ao tratamento no Brasil, as coberturas são as mais altas entre as mais altas do mundo, exatamente porque o Brasil foi o primeiro país a tratar.
Seguindo esse parâmetro, não tenho dúvida de dizer que o Brasil tem condições de ser o primeiro país a declarar o fim da Aids.

O primeiro?
Se o Brasil continuar suas políticas, intensificar onde é necessário. Claro que é um país continental, complexo.
E não que seja uma tarefa fácil, mas não foi fácil em nenhum momento. A trajetória do Brasil nessa área foi marcada pela coragem.
Agora, eu sei que existe um debate. É exatamente aí que está a fortaleza do programa brasileiro, no debate.

Que mudança de postura os países devem ter nessa fase?
É exatamente não mudar muito. O risco hoje, pela complacência, pela existência de outras prioridades, é colocar a Aids em plano secundário.
A humanidade conseguiu avançar tanto em relação à Aids que seria um erro histórico deixar as coisas irem para trás agora, quando a gente tem condição de ir avante.

E até chegar lá?
Há 8 milhões de pessoas em tratamento. Temos de tratar ao menos mais 7 milhões até 2015 para podermos falar que estamos no ritmo.
O teste de Aids tem de virar rotina. Não é bicho de sete cabeças, tem de haver mudança nesse sentido.
Qualquer pessoa no mundo tem o direito e tem de saber se está ou não infectada. É aí que começa o fim da Aids, começa com cada indivíduo.
Quem se trata não só cuida da sua saúde como corta a transmissão.
Além disso, a prevenção tem que ser intensificada. Há dois desafios fundamentais.
Um é nos grupos mais vulneráveis, como o homossexual masculino.
A discriminação ainda é o fator mais importante em muitos países, 78 países criminalizam a relação com o mesmo sexo.
Não tem como pensar que o homossexual vai procurar o serviço de saúde se tem o risco de ser pego.
A mesma coisa em relação ao usuário de droga.
A epidemia na Europa Oriental é a que me preocupa mais no panorama mundial.
A questão fundamental é o seguinte: o usuário de droga é um problema de saúde, não é um problema de polícia.

RAIO-X
LUIZ LOURDES

FORMAÇÃO
Cursou medicina na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), especializando-se em cuidados intensivos.
Tem diploma de MPH (equivalente a um mestrado em saúde pública) na Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA)

TRAJETÓRIA
Ajudou a diagnosticar e tratar as primeiras pessoas com Aids no Brasil nos anos 1980.
Tornou-se assessor especial do Ministério da Saúde, ajudando a formular a política nacional de combate à doença, inclusive pontos como o acesso universal a drogas antirretrovirais.
Passou a integrar a Unaids (agência da ONU para a Aids) em 1996

CARGO ATUAL
Vice-diretor executivo da Unaids

IDIOMAS
É fluente em inglês, espanhol e francês
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1205090-brasil-pode-ser-1-pais-a-derrotar-a-aids.shtml

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Premiação para campeões mundiais é ato populista



Pensei que já havia acabado tal ato populista do governo brasileiro. Os presentes dados (Fuscas) pelo prefeito Maluf aos tricampeões de 70, com o dinheiro dos nossos pais e avós, são exemplos clássicos deste tipo de conduta. Não vejo diferença nenhuma agora com o prêmio de 100 mil reais oferecidos pelo governo federal aos mesmos atletas que disputaram a Copa do México.
E os campeões de 94 e 2002? Não recebem nada? Eles são campeões também, não?
E os campeões mundiais de basquete? Não merecem também?
E o olímpico Ademar Ferreira da Silva (já falecido)? Os campeões do vôlei, judô, natação…
E os professores, médicos, operários, torneiros mecânicos, engenheiros, enfermeiros, dentistas, para citar alguns, que trabalharam até o fim da vida ou receberam uma insignificante aposentadoria? Eles ajudaram a construir esta nação também!!!
Os atletas que defenderam as seleções brasileiras campeãs mundiais de 58, 62 e 70 receberão, cada um, o prêmio especial de 100 mil reais, além de uma pensão mensal paga pelo INSS. O benefício está previsto na Lei Geral da Copa. No caso daqueles que morreram, as famílias serão agraciadas.
Tostão, tri em 70, hoje comentarista, já avisou que vai abrir mão do prêmio.
Os jogadores que participaram das três Copas são:
1958 (Suécia) - Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando (falecido), Nilton Santos, Zito, Didi (falecido), Garrincha (falecido), Vavá (falecido), Pelé, Zagallo, Castilho (falecido), Dino, Moacir, Zózimo (falecido), Mauro (falecido), De Sordi, Oreco (falecido), Joel, Mazzola, Dida (falecido) e Pepe.
1962 (Chile) - Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Bellini, Nílton Santos, Zito, Didi (falecido), Garrincha (falecido), Pelé, Zagallo, Vavá (falecido), Amarildo, Castilho (falecido), Jair Marinho, Altair (falecido), Zózimo (falecido), Jurandir (falecido), Zequinha, Mengálvio, Jair da Costa, Coutinho e Pepe.
1970 (México) - Félix (falecido), Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza, Everaldo (falecido), Clodoaldo, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Rivelino, Ado, Leão, Zé Maria, Marco Antônio, Baldochi, Fontana (falecido), Joel Camargo, Dario, Roberto Miranda, Paulo César Caju e Edu.

Fonte: http://blogdoquesada.blogosfera.uol.com.br/2012/12/20/premiacao-para-campeoes-mundiais-e-ato-populista/

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Polêmica: secretário de Saúde do Rio quer legalização das drogas






A legalização do uso de drogas ganhou um reforço nesta segunda-feira (17) no Rio de Janeiro. O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, defendeu o fim da proibição em um seminário internacional sobre drogas realizado na Fiocruz.
“Já passou da hora de mudar isso”, disse Côrtes ao jornal O Dia. O evento, que prosseguiu nesta terça-feira (18), foi organizado pelo Ministério da Saúde e pela Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia (CBDD). Côrtes pediu pressa na revisão da política de proibição das drogas no país.
“Tenho muitas dúvidas quanto à eficácia desta política e da criminalização do usuário. A repressão está funcionando? E mais: acho que temos que resolver logo este problema, colocar um prazo”, afirmou Côrtes.
O secretário disse defender uma reforma “extremamente criteriosa”, para que o tiro não saia pela culatra e para que a legalização, de fato, reduza os índices de violência e de consumo.
“Precisamos olhar caso a caso as experiências adotadas nos países que optaram pela legalização. Alguns tiveram experiências positivas, outros não. Temos de ver quais as drogas entrariam nesta política. Mas é preciso que seja rápido”, reiterou.
O antropólogo Rubem Cesar Fernandes, secretário executivo da ONG Viva Rio, que também participou do seminário na Fiocruz, disse que está otimista quanto à aceleração da discussão.
“A CBDD levou ao Congresso Nacional a proposta de discussão, mas não queríamos dar entrada este ano por conta do calendário eleitoral. Tudo indica que, a partir de fevereiro, a gente comece a discutir essa questão. Acho que em 2013 já teremos uma resposta positiva”, previu Rubem Cesar Fernandes.
Para o antropólogo, o maior desafio será unir a bancada religiosa em torno de tema tão polêmico: “Precisamos valorizá-los, trazê-los para junto de nós porque as igrejas também têm um papel fundamental neste processo. O problema afeta a todos nós”.

Países espelhos
O seminário na Fiocruz, em Manguinhos, reuniu especialistas que discutiram a possibilidade de uma nova política sobre as drogas.
Portugal, Canadá e Uruguai, países que têm conseguido estancar o aumento do consumo e reduzir índices de violência e mortes decorrentes do vício, estiveram representados no evento.
A ministra Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, acompanhou as conclusões do seminário.

Favoráveis a lei
O jornal O Dia também publicou matéria mostrando que existe uma liga formada por agentes da lei que acredita na legalização do consumo e na regulação da produção como medidas capazes de conter a violência causada pela luta entre Estado e narcotráfico.
A Agentes da Lei contra a Proibição (Leap Brasil) tem como integrantes o coronel Jorge da Silva, ex-chefe do Estado Maior da PM, o delegado Orlando Zaccone, da 18ª DP (Praça da Bandeira), e a juíza aposentada Maria Luiza Karam. “Legalizar não é promover o consumo. O consumo já há em qualquer esquina. A solução é regularizá-lo”, aponta Rubem Cesar Fernandes, diretor da ONG Viva Rio.

Fonte: O Dia/Verdade Gospel

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Governador da Paraíba anuncia pagamento do 13º do Bolsa família



RC anuncia pagamento do 13º salário do Bolsa família  para 2011; benefício é destinado apenas para alfabetizados

Em 2001 (No governo de Fernando Henrique Cardoso) foi implantado na esfera federal o programa Bolsa Escola, onde beneficiava famílias de baixa renda. Onde para as famílias teriam direito se seus filhos estivessem devidamente matriculados em escola publica, com frequência na escolar, etc.
Em 2003 (No governo Luís Inácio Lula da Silva) o programa evoluiu para Bolsa Família. Esse programa deveria ser uma complementação de renda, mas tem inúmeras famílias que tem esse programa como principal fonte de renda. Não querem mais trabalhar, pois alegam que o bolsa família é pouco, mas é seguro. Não são todos, mas a maioria está com esse pensamento.
O governo deveria investir melhor em educação. Investindo em educação veremos o resultado a longo prazo, e o bolsa família é uma forma do governo criar problema para ele mesmo, pois está se tornando uma bola de neve e uma dia vai ficar difícil de controlar.
Sabemos que nosso povo é sofrido, realmente precisa de um auxilio, mas tem que haver uma fiscalização maior para o programa e mais uma coisa: decimo terceiro salario é para quem trabalha registrado, podemos ver na constituição que decimo terceiro é uma gratificação natalina.
Podemos ver também que pessoas que moram em sítios tem famílias que tem direito a um auxilio (cerca de R$2.000,00) quando nasce uma criança na família. Tem gente que não está querendo mais trabalhar, pois já recebem um bolsa família e quando querem um dinheiro a mais de imediato a mulher engravida para nascer mais uma criança. Se esse dinheiro fosse para comprar algo para criança, tudo bem. Mas sempre são direcionados para outros meios.
Colocar criança no mundo virou uma oportunidade de negócios é tanto auxilio do incentivando o nascimento de crianças. Principalmente no meio das pessoas que mais humildes, tanto culturalmente quando financeiramente.
Vemos que no Nordeste é onde está registrado o maior numero de famílias que recebem esse beneficio do governo. Por que não investir em politicas fiscais para atrair empresas para nosso Nordeste para ser gerado emprego e renda? Será que está valendo a pena mesmo manter o bolsa família?

Joabson João 

Foto: pbagora

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Homem faz pentagrama com estilete nas costas do filho





Um morador do Texas de 39 anos disse às autoridades que marcou seu filho de 6 anos de idade com um pentagrama nas costas “porque é um dia santo”, em referência à data de 12-12-12.
A polícia prendeu Brent Troy Bartel, na cidade de Fort Worth, após uma ligação do próprio criminoso. Ele está na cadeia local e o juiz estipulou a fiança em meio milhão de dólares.  A acusação é de agressão grave a um membro da família com uma arma mortal.
Policiais que atenderam o número de emergência para o qual Brent ligou pouco depois da meia-noite ouviram o homem confessar: “Eu derramei um pouco de sangue inocente”.
Quando questionado pelo atendente sobre o que ocorrera, o homem respondeu: “Eu fiz um pentagrama no meu filho.” Ao ser perguntou pelo motivo disso, a resposta foi: “porque hoje é um dia santo”. Logo em seguida ele desligou o telefone.
Momentos depois, a polícia recebeu um telefonema da mãe do menino, que estava na casa de um vizinho. Chorando, ela pediu ajuda: “Ele está tentando machucar meu filho” e “Por favor, se apresse! Oh, Deus!”, são frases ouvidas na gravação divulgada pela polícia.
Ao chegar na casa, a polícia encontrou o menino  tremendo de frio, com um grande pentagrama desenhado em suas costas. Os policiais também encontraram um estilete, que acreditam ser a arma do crime.
O menino foi levado para um hospital de Fort Worth. Seus ferimentos foram profundos, mas  ”não fatais”, disse um porta voz da polícia.
O pentagrama é uma estrela de cinco pontas, geralmente associada ao satanismo. A data de  12-12-12 não era feriado, apenas foi considerada significativa por certas pessoas por causa da repetição incomum dos números.
A mãe de Brent, Lori Ponce, disse ao jornal Fort Worth Star-Telegram que não sabe o que acontecer com seu filho. “Brent não é um demônio… Ele ama esse menino”, disse ela. “Alguma coisa aconteceu. Não me digam que é um louco, pois ele não é.” Ela afirma que Brent não tem histórico de problemas mentais.
O padrasto disse ao jornal que o acusado ultimamente estava “imerso no Antigo Testamento” e pode ter interpretado errado alguma menção ao ato de colocar sangue no batente da porta, como o que a polícia encontrou no apartamento.  ”Se você conhece o Velho Testamento, sabe das marcas da comemoração feitas com um cordeiro sacrificado, mas certamente não com uma criança”, disse John Ponce.Traduzido de Charisma News.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 16 de dezembro de 2012

Mente Atrasada




Cresce o setor têxtil no Ceará contribuindo substancialmente para a economia do Estado e para o desenvolvimento da população. A indústria têxtil gera inclusão social pela qualificação profissional de costureiras, aportando divisas para o Estado. A demanda por mão-de-obra especializada na indústria têxtil levou o Sinditextil a oferecer um curso de especialização para 500 mulheres que recebem Bolsa Família. A celebração de convênios de natureza profissional respeitou certas atribuições: caberia ao Governo garantir recursos; ao Senai a formação profissional das costureiras, com um curso de 120 horas/aula; ao Sinditêxtil o compromisso de cadastrar as mulheres formadas às inúmeras indústrias do setor, gerando emprego às costureiras. O curso foi concluído. Os cadastros das costureiras formadas foram enviados para as empresas, prontas para efetivar as contratações.
O número de contratações foi zero. As costureiras incluídas na Bolsa Família negaram-se a trabalhar com carteira assinada. Na cabeça das 500 costureiras profissionalizadas prevaleceu a ideia de que o “benefício” da Bolsa Família não deve ser perdido, amenos que elas recebessem por fora, na base da informalidade, portanto, da ilegalidade em relação às empresas. Estas se obrigaram a respeitar as leis trabalhistas, negando-se a adotar um expediente escuso. Nenhuma costureira foi contratada. De quem é a culpa ou a responsabilidade? O fato revela uma mentalidade atrasada, atrelada à dependência e ausência de iniciativa. Luiz Gonzaga dizia que “esmola a um homem sadio vicia o cidadão ou o mata de vergonha”.
“Dar pão e circo” é velho jargão utilizado por políticos para alienar o povo, de barriga cheia e de mente vazia. No relato da multiplicação dos pães consta que Jesus passou um carão no povo de barriga cheia que correu atrás dele para fazê-lo “rei”. Nada de bom cai na mão da gente se não for garimpado com amor e sacrifício. Sem trabalho o pão não vem para casa. Pai que não ensina filho a trabalhar deforma-o, cria um vadio, dependente, inseguro, ou um marginal. No Brasil cresce a demanda de mão-de-obra qualificada, entanto, insuficiente para atender às dimensões básicas da sociedade. Estão aí as áreas da construção civil, da agricultura familiar, do agronegócio. Há espaço para todos, desde as profissões tradicionais às que requerem aprimoramento científico e tecnológico.
Os brasileiros dormiram em berço esplêndido. Atrasou-se por 4 décadas, em relação aos países que, com a visão de futuro, priorizaram a formação dos seus filhos e neles investiram os recursos do erário. A educação para o trabalho é valor prioritário para um povo. Não se promove o pobre, não se supera a pobreza, a miséria e a fome combatendo os que produzem riquezas com honestidade, com o suor do próprio rosto. Ante o nosso atraso não temos outro caminho a seguir senão alavancando recursos para viabilizar políticas de desenvolvimento. Nossa reconciliação assemelha-se à fábula da cigarra e da formiga. Precisamos aprender a trabalhar, pois “forró e cachaça” já temos demais!


Dom Aldo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Jovens dos países árabes ainda clamam por democracia



Uma mudança profunda está ocorrendo no Oriente Médio e no norte da África. É cedo demais para ser definitivo sobre as causas, mas acredito que haja uma linha comum: os jovens nas sociedades islâmicas enfrentam um deficit de oportunidade.
O despertar árabe foi conduzido por jovens organizados pela tecnologia e disparado por uma fome de mudança política. Ao buscar sociedades mais abertas e governos mais responsáveis, os jovens árabes demonstraram um desejo de democracia. Mas eles também expressaram um profundo sentimento de perda - não apenas de liberdade pessoal ou política, mas de oportunidades.
Essa inquietação foi resultado de uma má alocação de recursos básica. Não de recursos naturais ou de capital, mas de pessoas. A sub-representação dos jovens na economia criou condições em que as tensões puderam crescer - tensões que foram instigadas pela falta de reforma política. Sem representação política ou econômica, os jovens encontraram uma saída nos protestos.
Essas pressões não são únicas dos países árabes; são sentidas em todo o mundo. Muitos jovens muçulmanos não veem oportunidades para si mesmos e não sentem que controlam suas vidas ou têm uma participação no futuro de seu país. Esse pessimismo leva ao descomprometimento. Corremos o risco de perder uma geração de jovens muçulmanos para a apatia e o extremismo.
Como líder de um país de maioria muçulmana, acredito que os países islâmicos devem compreender melhor as aspirações de sua juventude. Isso significa compreender duas grandes mudanças que afetam suas vidas.
A primeira é demográfica: o mundo muçulmano está experimentando um "inchaço jovem". Em 2010, as pessoas com menos de 30 anos representavam cerca de 60% da população dos países de maioria muçulmana. Uma população mais jovem significa uma maior força de trabalho. 
Há necessidade de um investimento mais alto e capital para utilizar essa capacidade excedente. Uma grande mudança demográfica pode distorcer a política fiscal durante décadas, como estão descobrindo os países da "geração baby boom". Em termos sociais, o impacto em curto prazo pode ser ainda maior. Um "inchaço jovem" introduz energia latente na economia e na sociedade de um país. Se não for utilizada, ela pode se tornar uma força desestabilizadora.
Em 2010, o desemprego jovem no Oriente Médio era de 25%; no norte da África, 24%. Esses níveis são tóxicos. Quando os jovens não têm oportunidades, tornam-se inquietos. A dependência lhes rouba sua dignidade; sem uma participação econômica na sociedade, eles podem perder seu sentido de pertencimento. Isso pode extravasar para a hostilidade contra o Estado. De 1970 a 2000, oito em cada dez países que experimentaram novos conflitos civis tinham populações em que 60% tinham menos de 30 anos.
A segunda grande mudança é tecnológica. Vinte e um anos atrás, não havia websites; hoje há mais de meio bilhão. No espaço de uma vida a Internet abriu oportunidades que antes eram inconcebíveis.
A era da informação têm sua própria geração, os nativos digitais - aqueles que só conheceram um mundo conectado. Eles esperam que a informação seja grátis, que a democracia seja responsável, que a comunicação seja global. Querem ter um papel ativo na economia digital.
Potencializados pela tecnologia, os jovens podem articular suas frustrações para um público global. Isso tem uma implicação profunda: a emergência de uma nova consciência política internacional.
Essas duas forças - demografia e tecnologia - moldam as aspirações dos jovens. Em uma era de autodeterminação, eles anseiam por liberdade e oportunidade. Aspiram à educação de primeiro mundo. E exigem um governo aberto e responsável. Nosso desafio é entregar essas liberdades sem sacrificar nossas tradições. Mas isso só é possível se mostrarmos liderança e compromisso com as reformas.
O acesso à educação está melhorando, mas muitos jovens ainda acham que suas qualificações não se equiparam às oportunidades disponíveis, por isso precisamos nos concentrar no treinamento técnico e vocacional. Também devemos continuar abrindo nossas economias: 23% da população do mundo são muçulmanos, mas os 57 membros da Organização da Cooperação Islâmica conduzem apenas 8,3% do comércio global. Reformas estruturais devem ser adotadas para que nossos setores privados se tornem mais dinâmicos. Devemos reformar os serviços públicos e confrontar instituições que sufocam oportunidades, permanecendo sempre vigilantes contra a corrupção.
Também devemos reagir à mudança tecnológica. Nosso ponto de partida deve ser o reconhecimento do princípio fundamental da Internet - sua autonomia. Ela deve permanecer assim. Isso não significa um comportamento desregulado, mas independência. Devemos equipar nossos jovens com as técnicas para pensar criticamente sobre as fontes, compreender que só porque a informação é grátis não significa que seja precisa. Mas o espaço online deve permanecer um em que o livre intercâmbio de opiniões é encorajado, nas melhores tradições do discurso.
Como nação muçulmana, a Malásia enfrenta muitos desses desafios. Acredito que devemos ver nossos jovens não como uma obrigação, mas como um ativo. Eles são um recurso inaproveitado que pode depositar as bases para um grande sucesso. A reforma econômica e política pode dar aos jovens o que eles desejam: um futuro definido por oportunidade, e não dependência. Está na hora de realizar a riqueza oculta das nações muçulmanas.

*Najib Razak é primeiro-ministro da Malásia.

 
Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/herald/2012/12/15/jovens-dos-paises-arabes-ainda-clamam-por-democracia.htm

sábado, 15 de dezembro de 2012

MPF denuncia irmãos Vieira e Rosemary



O Ministério Público Federal (MPF) anunciou na tarde desta sexta-feira (14) que ofereceu denúncia criminal contra 24 integrantes do esquema desmantelado pela Operação Porto Seguro. Foram denunciados por formação de quadrilha o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Rodrigues Vieira, seus dois irmão, o ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Rubens Rodrigues Vieira e o comerciante Marcelo Vieira, além da ex-chefe do gabinete regional da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha, e os advogados Marco Antonio Negrão Martorelli e Patricia Santos Maciel da Oliveira.
Os outros 18 denunciados são acusados de crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e falsificação de documento. Segundo a denúncia entregue à 5ª Vara Criminal Federal, o núcleo principal da quadrilha era integrado pelos irmãos Vieira.
O MPF afirma que para atingir seus objetivos e favorecer interesses de particulares perante a administração pública, a quadrilha contava com a colaboração de funcionários públicos do Tribunal de Contas da União, Secretaria de Patrimônio da União, Ministério da Educação, Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Advocacia-Geral da União e Correios.
A Procuradoria da República afirma que os irmãos Vieira contavam com "a participação de Rosemary Noronha para a prática de crime de tráfico de influência. Durante as interceptações foi possível verificar a constante e importante participação de Rosemary nas atividades ilícitas do grupo", sustenta a Procuradoria. "A alegada amizade existente entre Rosemary e os irmãos Vieira, com troca de favores frequentes, na realidade constitui-se na prática reiterada de crimes de tráfico de influência e de corrupção." Ainda segundo a denúncia, Rosemary foi a responsável pela nomeação de Paulo e Rubens para cargos de diretoria em agências reguladoras. A Procuradoria ressalta que o interesse dos irmãos Vieira ao ocupar os cargos "nunca teve o objetivo de desempenhar atividade pública, a serviço da sociedade, mas de viabilizar os seus interesses nitidamente econômicos".
A Procuradoria aponta 15 episódios que envolvem favores pedidos, vantagens solicitadas, cobradas ou recebidas por Paulo a Rosemary. E a denúncia descreve 27 situações nas quais Rosemary pediu favores, solicitou, cobrou ou recebeu vantagem dos irmãos Vieira.
Entre as vantagens estão a reforma de um restaurante e de um flat, viagem de navio, camarotes no carnaval do Rio para a filha, empregos públicos para familiares e um diploma falso para que o ex-marido de Rosemary, José Cláudio de Noronha, pudesse se credenciar para atuar como membro suplente do Conselho de Administração da Companhia Seguros Aliança do Brasil, ligado ao Banco do Brasil.
Além do crime de tráfico de influência, "Rosemary responde ainda pelas práticas dos crimes de corrupção passiva e falsidade ideológica", diz a denúncia subscrita pelos procuradores da República Suzana Fairbanks, Roberto Dassié e Carlos Renato Silva e Souza. Segundo a denúncia, o ex-adjunto do Advogado-geral da União José Weber Holanda Alves também atuou em prol da quadrilha. A Procuradoria denunciou também o ex-integrante da diretoria jurídica dos Correios, Jefferson Carlos Carus Guedes.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/mpf-denuncia-irm%C3%A3os-vieira-rosemary-193200512.html