Radio Evangélica

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

País muçulmano proíbe referências ao Natal



Uzbequistão restringe a divulgação de feriados cristãos como Natal e Ano Novo

O Uzbequistão é ex-república soviética, localizada na Ásia Central, e de maioria muçulmana. É liderado desde 1990 pelo presidente Islom Karimov e seu governo já adota, há alguns anos, uma “política de restrição às influências estrangeiras”.
Os principais alvos dessas políticas são o Natal e o Ano Novo, bem como a figura do Papai Noel, considerados “ideias cristãs”.
Desde 2005 existe uma proibição do governo de celebração do Natal e do Ano Novo nas escolas do país. Neste ano também foi proibida a comemoração do “Dia dos Namorados”.
A ideia do governo é “conter a propagação da cultura de massas”. A imagem do Papai Noel, por exemplo, é considerada uma influência negativa para as crianças uzbeques.
As emissoras de TV do país não poderão exibir nenhuma menção às festas de fim de ano características do Ocidente, mas é permitido comprar árvores de Natal para festas privadas.
O Uzbequistão tradicionalmente não comemora o final de ano em 31 de dezembro. A data mais marcante é o Noruz, festa de novo ano do calendário persa, celebrada em 21 de março. Essa celebração é característica do Irã e das ex-repúblicas soviéticas, como o Tadjiquistão, Cazaquistão, Azerbaidjão e Quirguistão, além de comunidades curdas. As informações são do Opera Mundi.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A legalização da maconha ganha terreno na opinião pública dos Estados Unidos



EL PAÍS
Eva Saiz
Os cidadãos dos Estados de Colorado e Washington votaram em 6 de novembro a favor de legalizar o consumo, a produção e a venda de maconha para maiores de 21 anos, para fins recreativos. A decisão foi recebida com entusiasmo pelos grupos defensores da descriminalização, que consideram a histórica decisão como um ponto de ruptura na atual estratégia do combate às drogas.
Entretanto, ainda é arriscado celebrar a vitória absoluta dessas iniciativas, que ainda estão dando os primeiros passos em um caminho para a legalização total que se prevê longo e difícil.
A maconha continua sendo uma substância proibida, de acordo com a lei federal, que a inclui no mesmo grupo que o LSD ou a heroína. No papel, as leis de Colorado e Washington colidiram com a legislação vigente e poderiam provocar um conflito sobre os direitos dos Estados de legislar nesse âmbito e a estratégia de proibição das drogas defendida pelo governo. Os legisladores dos dois Estados, além disso, enfrentam o desafio de controlar a aquisição de cannabis por cidadãos de territórios vizinhos e de impedir que as novas disposições favoreçam a lavagem de dinheiro procedente da venda ilícita do produto.
Embora difiram em alguns aspectos, as leis de Colorado e Washington descriminalizam a posse de até 1 onça (28 gramas) de maconha por maiores de 21 anos e regulam a licença, a venda, o cultivo, a produção e a tributação sobre o produto. A primeira parte das normas, que cuida da legalização da posse, entrou em vigor em 6 de dezembro em Washington e o fará em 5 de janeiro de 2013 no Colorado. Essas disposições são as que, a priori, geraram menos conflito com o governo federal.
"Os Estados não são obrigados a criminalizar uma atividade só porque o governo federal o faz", adverte em conversa por telefone Daniel Robelo, membro da Drug Policy Alliance, uma organização que contribuiu economicamente nas campanhas a favor da legalização em Colorado e Washington.
"A posse de uma onça de maconha continuará sendo ilegal conforme a legislação federal, mas não segundo a estatal, de modo que as autoridades de Colorado e Washington não são obrigadas a processar esses delitos", explica Jonathan Caoulkins, especialista em políticas antidrogas da Universidade Carnegie Mellon. "Sim, podem fazê-lo as diversas agências federais ou o Departamento de Justiça. A questão é se têm recursos e se vale a pena destinar agentes para esses crimes menores", afirma.
A segunda parte da lei, que aborda a regulamentação da produção e a distribuição de maconha, poderia se transformar em uma fonte de conflito entre o governo central e os governos estaduais. Colorado e Washington têm prazo até 1º de janeiro de 2014 para desenvolver os dispositivos relacionados à venda, tributação e licenças para dispensá-la. Até então, a comercialização da cannabis se moverá em um incômodo limbo legal. A falta de definição sobre a política que vão adotar as diversas agências federais e o ministro da Justiça, Eric Holder, está gerando incerteza entre os legisladores de Colorado e Washington.
"É claro que qualquer Estado que autorize a venda de maconha está violando a lei federal", explica em um e-mail Kevin Sabet, antigo assessor de Barack Obama no combate às drogas e diretor do Instituto de Políticas sobre Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade da Flórida. Depois da aprovação dos referendos em 6 de novembro passado, o Departamento de Justiça e a  DEA (Agência Antidrogas) emitiram um lacônico comunicado no qual se limitavam a lembrar que a lei federal não havia mudado e que a maconha continuava sendo uma substância proibida, mas que "esperariam para ver como cada um dos Estados desenvolve suas leis".
Uma posição que contrasta com a que Holder manteve há dois anos, quando a Califórnia se dispôs a aprovar um referendo semelhante. Então o ministro advertiu taxativamente que não permitiria uma lei que legalizasse a maconha. Alguns querem ver nessa mudança de atitude uma virada do governo Obama em sua política sobre a Cannabis, paralela à mudança de parecer da opinião pública, muito mais favorável à legalização hoje que há dois anos.
Outros, entretanto, consideram que por trás dessa posição está um interesse eleitoral. "Colorado era um Estado chave e o silêncio do ministro da Justiça tinha um objetivo político destinado a não colocar contra o presidente o eleitorado jovem, muito inclinado à legalização", explica por telefone Brian Vicente, advogado e assessor na redação da lei que foi aprovada no Colorado em 6 de novembro. "Mas é verdade que o governo Obama relaxou sua política sobre o controle da cannabis, como no caso da maconha para consumo medicinal", admite.
O governo federal ainda não se pronunciou sobre que medidas estaria disposto a adotar quando entrar em vigor a regulamentação da venda, licenças e produção. "Estou convencido de que o governo se manterá firme e enviará cartas aos Estados advertindo sobre as possíveis consequências - requerimentos judiciais, demandas, ordens para que cumpram a legalidade - por violar a lei federal", afirma Sabet.
Embora seja verdade que o governo Obama está facultado a adotar qualquer das opções indicadas por Sabet, muitos duvidam de que vá colocá-las em prática com base na atitude que o governo federal adotou com relação à venda e ao uso da maconha medicinal - legal em 18 Estados mais o Distrito de Columbia - nos últimos quatro anos.
"O Departamento de Justiça optou por se manter à margem e não processar os usuários nem os proprietários das lojas de maconha medicinal que vendem o produto em pequena escala e de acordo com as legislações estaduais. Só nos últimos meses aumentaram as batidas contra grandes estabelecimentos que proporcionam esse tipo de erva", explica em conversa por telefone Robert Mikos, professor de direito na Universidade Vanderbilt e especialista na legislação sobre a maconha. É exatamente essa atitude do governo Obama que deixa otimistas muitos dos especialistas sobre seu convencimento de que o governo federal não se oporá à venda.
"Creio que o efetivo seria analisar aqueles aspectos em que as leis de Colorado e Washington poderiam coexistir, em vez de se concentrar naquilo em que possam ser incompatíveis", indica Nicole Flatow, membro do Centro para o Progresso Americano. "Nesse sentido seria bom que as duas partes conversassem."
Depois da aprovação dos referendos, Holder manteve encontros com os legisladores de ambos os Estados, mas não transcendeu nada do que foi tratado neles. Para muitos seria importante conhecer qual será a estratégia que a Casa Branca pretende seguir para poder atuar consequentemente. "Os efeitos e o alcance das respectivas leis serão muito diferentes em função do que a DEA e o Departamento de Justiça decidirem fazer", adverte Flatow.
Colorado e Washington se transformaram em um laboratório, uma bancada de testes que servirá para comprovar se a regulamentação da maconha de maneira semelhante à do tabaco pode ser uma alternativa eficaz na luta contra as drogas, como ocorreu com a legalização do álcool no primeiro terço do século 20. O que acontecer ali será olhado com lupa, não só pelos demais Estados, que estão pensando em desenvolver iniciativas semelhantes, como também em outros países, especialmente da América latina.
Nos próximos meses se comprovará se a legalização consegue reduzir o mercado negro, a violência e as detenções e processos por posse de maconha, como defendem os que advogam a descriminalização, ou se unicamente provoca uma diminuição dos preços e um aumento do consumo.
"Lamentavelmente, não temos exemplos do que poderá acontecer", indica Mark Kleiman, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles e coautor do livro "Legalização da Maconha: O que todo mundo deve saber". "Obviamente, o consumo crescerá, porque é claro que o valor no mercado baixará, a questão é quanto mais", afirma Kleiman.
Os preços já diminuíram quando começou a ser legalizado o uso da maconha medicinal. Hoje o preço da onça beira os US$ 250 e há alguns anos estava em US$ 400. Entretanto, muitos advertem que a atual legislação contra a droga não impediu que os preços diminuam. "Além do consumo, há muitas vantagens derivadas da legalização: menos prisões e mais liberdade", defende Robelo, da Drug Policy Alliance.
Há outras questões que preocupam mais os legisladores. "As normas de Colorado e Washington deverão prestar atenção em impedir que cidadãos de outros Estados ou países procurem esses territórios e façam estoques de maconha para revendê-la em suas cidades de origem ou evitar que a concessão de licenças atue como chamada para que os traficantes obtenham autorização e abram lojas que sirvam de fachada para suas atividades ilegais ou para lavar dinheiro da droga", adverte Caoulkins.
Desde 6 de novembro, o Estado de Washington deixou de processar centenas de casos sobre faltas relacionadas à posse de quantidades menores de maconha, e sua polícia local decidiu não apresentar acusações contra os maiores de 21 anos pela posse de cannabis em pequena escala. Em 21 de novembro o chefe da polícia de Aurora, no Colorado, enviou para seus agentes uma mensagem eletrônica na qual anunciava que o promotor da localidade deixaria de processar de maneira imediata os maiores de 21 anos por crimes de posse de maconha, uma medida que foi seguida pelas autoridades de outros distritos desse território.
Colorado e Washington são os primeiros Estados a legalizar a maconha, mas o movimento para a descriminalização da posse remonta aos anos 1970. Então, o governo Carter entendeu que punir o consumo de maconha era mais prejudicial para os cidadãos que a própria planta e pediu que o Congresso votasse a descriminalização da posse de pequenas quantidades, além de sugerir que os Estados pudessem legalizá-la se o desejassem. Ronald Reagan cortou o que parecia o processo inevitável para a legalização quando qualificou a cannabis como "a droga mais perigosa dos EUA". A campanha conduzida por sua esposa, "Simplesmente diga não", mergulhou os grupos pró-legalização em uma relativa impopularidade.
Quarenta anos depois, a situação variou consideravelmente. Segundo as últimas pesquisas publicadas por Gallup e pela Universidade Quinnipac em outubro e dezembro, respectivamente, mais de 50% dos americanos são a favor da legalização. Em 1969, só 13% a aprovavam. O debate sobre a regulamentação da posse e venda de maconha chegou até a mídia. "The Washington Post" e "The Oregonian" publicaram editoriais a favor da legalização; a revista do "The New York Times" escolheu como foto de capa há algumas semanas a de um "baseado" para ilustrar a história da crescente indústria da cannabis no condado de Humboldt (Califórnia), cuja universidade acaba de inaugurar o Instituto para Pesquisa Interdisciplinar da Maconha.
Esses sintomas, unidos à intenção dos Estados de Rhode Island e Maine de aprovar leis semelhantes às do Colorado e Washington em 2013 - uma iniciativa que Vermont, Massachusetts, Califórnia e Oregon poderiam incorporar às cédulas eleitorais das próximas eleições legislativas - parecem aplanar o terreno para uma legalização plena e generalizada dentro de uma década. "Ainda é preciso esperar para ver como se desenvolvem as coisas. Não me atreveria a aventurar que seja em dez anos, se nos ativermos à evolução no caso da maconha medicinal, no qual desde que a Califórnia legalizou seu consumo em 1996 se pode dizer que avançamos a uma média de um Estado por ano. O avanço parece lento, mas o fato é que é algo incontível", afirma Mikos. "Se há mudanças na legalização, o último a mudar de opinião será o Estado federal", lamenta Caoulkins.
Além das incertezas que possa colocar o desenvolvimento de suas respectivas leis ou a incógnita sobre a posição do governo Obama, os referendos de Colorado e Washington estão marcando o caminho para a legalização da maconha sem restrições, além do uso terapêutico. Os legisladores dos dois Estados estão conscientes disso e, segundo indica o advogado Brian Vicente, se esforçam para redigir uma norma "que sirva de exemplo de que a descriminalização da cannabis não é um problema, mas uma solução".

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2012/12/12/a-legalizacao-da-maconha-ganha-terreno-na-opiniao-publica-dos-eua.htm

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Joaquim Barbosa defende que Ministério Público investigue Lula




Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa defendeu nesta terça-feira (11) que o Ministério Público Federal investigue o suposto envolvimento do ex-presidente Lula com o esquema operado pelo empresário Marcos Valério.
Sem dar detalhes do conteúdo, Barbosa disse que teve “conhecimento oficioso” (fora dos autos) do novo depoimento prestado por Valério ao Ministério Público Federal, em setembro, após ter sido condenado a mais de 40 anos de prisão pelos crimes cometidos no mensalão em julgamento no Supremo.
Valério afirmou à Procuradoria-Geral da República que pagou despesas pessoais de Lula em 2003, por meio de depósitos na conta de uma empresa do ex-assessor pessoal de Lula, Freud Godoy, segundo revelou o jornal O Estado de S. Paulo.
Questionado se o Ministério Público deve abrir inquérito para apurar o envolvimento do ex-presidente, Barbosa concordou: “Eu creio que sim”.
Como Lula não tem mais foro privilegiado, ele seria investigado pela primeira instância.
Ainda de acordo com a reportagem, Valério também relatou que Lula avalizou pessoalmente, em encontro no seu gabinete, no Palácio do Planalto, os empréstimos contraídos junto ao Banco Rural para alimentar o esquema de compra de apoio parlamentar. Segundo Valério, suas despesas com advogado são pagas pelo PT.
Ao longo de mais de quatro meses de julgamento, o STF definiu que o mensalão foi um esquema de desvio de recursos públicos e empréstimos fictícios para a compra de apoio de político no Congresso no início do governo Lula (2003-2010).
Dos 37 acusados, 25 foram condenados por crimes como corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, entre eles o ex-ministro José Dirceu, homem forte do governo Lula. e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
As falas de Valério são recebidas com cautela pelo Ministério Público Federal, uma vez que a declaração poderia ser uma movimentação para se livrar da condenação. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, já chegou a chamar o empresário de jogador.

Fonte: Folha/Verdade Gospel

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Órgãos de defesa do consumidor vão recorrer de decisão do TCU





A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica anunciou nesta segunda-feira (10) que entrará com recurso contra decisão que negou a devolução de R$ 7 bilhões aos consumidores por erros no cálculo das tarifas de luz na década passada.
A decisão foi tomada hoje pelo TCU (Tribunal e Contas da União) por cinco votos a dois. O processo que solicita a devolução do dinheiro tramita no tribunal desde 2007.
O recurso deve ser apresentado pela frente, composta por Procon-SP, Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Proteste (Associação de Defesa de Consumidores) e FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), em até cinco dias úteis.
De acordo com a diretora de programas especiais do Procon-SP, Andrea Sanchez, o recurso será encaminhado ao próprio TCU. "Estamos analisando a decisão do tribunal para definir qual será o teor do recurso", disse Andrea. "Já há ações civis públicas em todo o país tratando do assunto. Vamos também tentar identificar todas essas ações".
O erro de cálculo, reconhecido em 2009 pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e pelo MME (Ministério de Minas e Energia), fez com que os consumidores pagassem indevidamente cerca de R$ 1 bilhão por ano em suas contas de luz.
O cálculo foi reajustado em 2010, mas, até hoje, não houve decisão favorável pela devolução ou compensação dos valores recebidos indevidamente pelas concessionárias de energia.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1199054-orgaos-de-defesa-do-consumidor-vao-recorrer-de-decisao-do-tcu.shtml

domingo, 9 de dezembro de 2012

E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. Mateus 10:22



Analisando esse vídeo vemos que é mais uma profecia se cumprindo baseado no versículo acima.
Esse vídeo foi passado hoje na igreja onde a qual eu sou membro. É chocante, pois vemos pessoas sofrendo pelo amor do evangelho.
Nosso Brasil é abençoado, temos uma liberdade religiosa sem igual. Me pergunto: será que eu e você estamos preparados para sofrermos pelo amor do evangelho? Se sua resposta foi sim. Você está pronto para passar pelo que esses irmãos estão passando?
Vemos muitas pessoas que deixam de seguir a Cristo por causa de uma palavra que seu pastor deu baseado na Bíblia e vai contra a visão dessa pessoa. Ou às vezes por pedirem tanto uma coisa a Deus e não terem paciência de esperarem o tempo de Deus deixam seus caminhos.
Esses irmãos estão querendo ter um pouco de liberdade para louvar a Deus e lerem sua palavra e não estão conseguindo devido a grande perseguição. Estão sofrendo pelo amor do evangelho, estão sendo perseguidos por declararem a fé cristã e pregando o evangelho autentico.
E muitos aqui no Brasil têm essa liberdade e não valorizam.
Aqui no Brasil, vejo muitas igrejas pregando prosperidade, esquecendo a essência do evangelho que salva, cura e liberta. Levando muitos irem às igrejas em busca da benção e nunca do abençoador.
Vamos valorizar nossa liberdade para pregarmos o evangelho autentico para vidas se converterem com a nossa pregação.
E vamos orar pela igreja perseguida. E que vidas se convertam ao evangelho através da pregação desses irmãos e Deus os fortaleça cada dia mais para essa missão tão dura e árdua.

Joabson João

sábado, 8 de dezembro de 2012

Há caminhos que ao homem parece direito, mas o fim deles são os caminhos da morte. Provérbios 14:12



Fazendo uma analise desse versículo, podemos ver que nem tudo que escolhemos em nossas vidas é da vontade de Deus. Sempre devemos orar a Deus para seguirmos a sua vontade.
Todos os dias nos deparamos com situações e coisas que são boas aos nossos olhos, mas nem tudo que é belo aos nossos olhos é bom para o nosso espirito. Pode até ser bom para nossa carne, mas jamais para nosso espirito.
Nós sempre queremos o que é bom aos nossos olhos, mesmo muitas vezes não sendo bom de acordo com a vontade de Deus. Pois é natural querermos o que é bom, mas o que Deus tem reservado para nós não é bom. Ele só tem preparado o melhor para mim e para você, por isso que devemos sempre procurar fazer a sua vontade e antes de toda e qualquer decisão em nossas vidas devemos orar e pedi direção de Deus para sabermos se é ou não de sua vontade.

Vamos analisar os versículos abaixo
Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Mateus 7. 13-14
Vemos que Jesus mostrou a existência de dois caminhos onde o caminho que é largo e fácil de entrar por ele leva a perdição. Esse é o caminho que para os homens parece direito, mas a Bíblia deixa claro que esse caminho leva a morte.
Que tenhamos sempre força para entramos no caminho estreito, pois esse é o único caminho que leva a salvação.

Joabson João
http://joabsonjoao.blog.uol.com.br

Mensagem 8

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Pais defendem uso medicinal de maconha para menina de 7 anos



A luta de uma menina de 7 anos contra o câncer está provocando nos Estados Unidos uma grande discussão sobre o uso medicinal da maconha.
Mykayla Comstock foi diagnosticada com leucemia em junho. Pouco depois, entrou no Programa de Uso Medicinal da Maconha (Medical Marijuana Program), do Estado de Oregon. Passou a tomar um grama de óleo de maconha (cannabis), encapsulado em uma pílula. Hoje Mykayla toma duas pílulas por dia e também toma um suco de cannabis, que não tem efeito tóxico porque não é aquecido.
Segundo sua mãe, Erin Purchase, e Brandon Krenzler (namorado da mãe a quem a menina chama de pai), a doença regrediu rapidamente e Mykayla pôde, desde então, lidar com os duros efeitos colaterais de seu tradicional tratamento – a quimioterapia.
Há duas semanas, a história da menina foi contada por um repórter de Oregon que viu a página dela no Facebook. Erin e Krenzler passaram a receber duras críticas, contaram ao site The Daily Beast.
O pai biológico da garota, Jesse Comstock, disse, na reportagem que iniciou toda essa repercussão, que, ao visitar a filha em agosto, encontrou-a fora de si. Erin afirma que recebeu e-mails falando que ela e seu companheiro não cumprem o papel de pais e mereciam ser presos.
“Espero que essas pessoas nunca tenham que ser o que sou”, diz Erin. “Espero que elas nunca tenham que sentir o que estou sentindo, o que ela está sentindo. Não estou drogando minha filha. Eu uso isso como medicamento. É maravilho. E penso que as pessoas deveriam saber isso”.
Há pesquisas que afirmam que o uso de maconha, especialmente entre menores de 18 anos, está associado a danos neuropsicológicos. Mas os pais de Mykayla afirmam que não se arrependem da opção de tratamento e que sua filha não é viciada na droga.
Erin, Krenzler e, principalmente, Mykayla receberam também muitas mensagens de apoio.

Fonte: Época/Verdade Gospel

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Nenhum dos 15 mil textos maias profetiza fim do mundo em 2012



Apocalipse maia não passa de interpretações erradas de leigos

Desde a década de 1970, publicações esotéricas começaram a apontar para o fim da civilização humana em 2012, mais especificamente no fim do décimo terceiro ciclo no calendário maia, em dia 21 de dezembro.
Mas o diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya (Ajimaya) do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), Carlos Pallán, afirma que o assunto tem sido distorcido. Existem apenas “duas inscrições” que falam sobre 2012, mas “como o final do período”. Não há, em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias, a previsão de que veremos grandes cataclismos no final deste ano.
O cientista explicou que estas versões apocalípticas foram geradas por interpretações erradas de leigos, pois “para os antigos maias, o tempo não era algo abstrato, era formado por ciclos e estes às vezes eram tão concretos que tinham nome e podiam ser personificados mediante retratos de seres corajosos. Por exemplo, o ciclo de 400 anos estava representado como uma ave mitológica”.
Portanto, ele esclarece que os maias “jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura”.
Pallán acrescenta que os maias se preocupavam em efetuar rituais que, de algum modo, garantissem que o ciclo ainda por vir seria propício. A civilização maia legitimava seu poder com seus antigos calendários e associavam os governantes a esses ciclos com deuses ou outros mitos.
O arqueólogo enfatizou que, segundo os cálculos científicos atuais, a data astronômica precisa do fim de seu ciclo seria 23, e não 21 de dezembro. As informações são do portal Terra.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/fim-do-mundo-2012-21-dezembro/

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Justiça garante uso de símbolos religiosos em repartições públicas




A Advogacia-Geral da União (AGU) de Luís Inácio Adams derrubou na Justiça um pedido do Ministério Público Federal de São Paulo e garantiu a utilização de símbolos religiosos em instituições públicas da União.
A AGU defendeu que a exposição de crucifixos ou qualquer outro símbolo religioso em prédios públicos não torna o Brasil um estado clerical, devendo ser respeitada a religiosidade dos indivíduos.
O texto ainda diz que os julgamentos do STF sobre união homoafetiva e aborto de anencéfalos são a prova de que o estado é laico, coisa que não mudará por se pendurar um crucifixo na parede. Informou o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no site da Veja.
Outro tema que provocou muita polêmica foi a retirada da expressão “Deus seja louvado” das notas de Real, que também não foi aprovado.

Fonte: http://www.verdadegospel.com/justica-garante-uso-de-simbolos-religiosos-em-reparticoes-publicas/?area=2

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Pastores se encontram em Brasília e reafirmam aproximação com a Rede Globo


Líderes de 17 estados se juntaram para definir alguns temas importantes como a lei da criação do Dia do Nacituro.

Na última sexta-feira (30) pastores e líderes evangélicos se encontraram em Brasília em uma reunião da Concepab (Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil) para ratificar a aproximação com a Rede Globo.
Pastores de 17 estados brasileiros fazem parte desta confederação que entre os assuntos acordados, confirmaram o apoio deles ao Festival Promessas 2013, reiterando o que foi definido na reunião entre pastores e o diretor da emissora que aconteceu no final de novembro. Em contrapartida a Globo estará fazendo a cobertura das Marchas para Jesus que acontecem em diversas cidades no ano que vem.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, na pauta da reunião o tema político quase não foi citado, mas os pastores chegaram a conversar sobre projetos para a criação do Dia do Nacituro, um projeto em favor da vida e contra o aborto.
A respeito de alianças políticas para as próximas eleições os pastores definiram que só darão apoio político para candidatos que tiverem os mesmo interesses e posições sobre assuntos como o aborto, o combate ao infanticídio e outros temas.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/pastores-aproximacao-rede-globo-brasilia/