Radio Evangélica

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Raabe e sua justificação




"O SENHOR, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes." (Dt 31:8)
"Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares." (Js 1:9)
"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR.
Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos." (Is 55:8-9)
Raabe conhecia muito bem a terra onde ela morava.
Um dono de hotel, de motel, de bar, ou mesmo de um bordel, conhece muito bem a cidade e os arredores de onde ele instala o seu comércio.
E Raabe tinha um estabelecimento comercial nos arredores da cidade de Jericó.
Jericó não era uma cidadezinha, era um centro importante e rico, rodeado por altas e poderosas muralhas, essa cidade tinha um rei, que tinha também um serviço de inteligência, além de um valoroso exército.
Os israelitas eram um povo que vivia em tribos, recém libertos do jugo de faraó, depois de quatrocentos anos sob jugo servil.
Nossa história sempre é contada, entendida e reforçada pelos anos.
"E, olhando o filisteu e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era jovem ruivo e de gentil aspecto.
Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu amaldiçoou a Davi, pelos seus deuses.
Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1 Sm 17:42-44)
O povo que acabara de sair do jugo de faraó, não sabia mandar, sabia apenas obedecer, sabia apenas trabalhar, podemos dizer que era um povo que gostava de ser mandado.
Não sabia esse povo guerrear, pois um povo que vive durante quatrocentos anos na condição de escravo, passa até pela genética a filhos e netos o que é que o espera, que é o ser escravo.
Eles não sabiam ser livres e muito menos tinham a verdadeira noção do que significa ser livre.
Já Raabe, era uma dona de um comércio, e um comércio bastante lucrativo, a prostituição.
Ela sabia perfeitamente quais os riscos que estava correndo quando resolveu ajudar os espias.
"Porém aquela mulher tomou a ambos aqueles homens, e os escondeu, e disse: É verdade que vieram homens a mim, porém eu não sabia de onde eram.
E aconteceu que, havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, aqueles homens saíram; não sei para onde aqueles homens se foram; ide após eles depressa, porque vós os alcançareis.
Porém ela os tinha feito subir ao telhado e os tinha escondido entre as canas do linho, que pusera em ordem sobre o telhado." (Js 2:4-6)
Ela sabia que o seu ato poderia resultar na sua morte e de toda a sua família.
mas ela resolveu atender à voz do espírito santo de deus.
"e disse aos homens: Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós.
Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Seom e a Ogue, que estavam dalém do Jordão, os quais destruístes.
Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra." (Js 2:9-11)
E nisto tudo vemos que raabe usou da esperteza adquirida em seu comércio para enganar aos homens do rei, mas não que isso fosse necessário para a obra de Deus, não, não era.
O que era necessário para a obra de deus, e foi isso que deus avaliou aqui, foi o quanto raabe era submissa a deus, dada a importância de raabe na genealogia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré.
Era muito importante que a linhagem davídica contivesse pessoas de diferentes pesos, e principalmente uma prostituta.
Cremos que um dos objetivos principais é mostrar que somente pela eterna graça é que somos salvos, e não por nossos méritos.
Ao contrário do que muitos pensam que podem conquistar, deus nos mostra aqui o que ele faz com um povo que sequer sabe viver livremente e que ganha a proteção de uma prostituta. assim observamos que deus de fato não necessita de qualquer um de nós.
E que nunca busca, buscou ou buscará em nós quaisquer sinais de merecimento.
"Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;
a quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hb 7:1-3)
Notamos que as glórias procuradas pelo homem - a sede de conhecimento, a sede de massagem no ego pelos aplausos e reconhecimentos humanos - apenas nos afastam e nos afastarão mais e mais do grande, poderoso, eterno e misericordioso Deus de israel.
Lmbremo-nos de Balaão a quem Deus não permitiu que fosse honrado pelo rei:
"Agora, pois, foge para o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o SENHOR te privou desta honra." (Nm 24:11)
No entanto muito maior honra teve balaão ao poder profetizar acerca do cristo do altíssimo, acerca das coisas que viriam e de coisas que ainda virão.
"Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas e destruirá todos os filhos de Sete.
E Edom será uma possessão, e Seir também será uma possessão hereditária para os seus inimigos; pois Israel fará proezas.
E dominará um de Jacó e matará os que restam das cidades." (Nm 24:17-19)
"Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão.
Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão,
que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo;
a qual, a seu tempo, mostrará o bem-aventurado e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores;
aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (1 Tm 6:11-16) - (igreja evangélica santo dos santos - msn:elysilmarvidal@gmail.com - fones:  41-3338-6234
 - (tim) 041-41-9820-9599 - (claro)  41-9821-2381 - (vivo)  41-9109-8374 - apóstolo ely silmar vidal - mensagem 061112 - raabe e sua justificação)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Receita libera consulta ao 6º lote de IR 2012



A Receita Federal libera nesta quinta-feira (8), às 9h, a consulta ao lote multiexercício do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), que diz respeito ao sexto lote do exercício de 2012, além dos pagamentos residuais de 2011, 2010, 2009 e 2008.
No total, serão creditadas restituições para um total de 544,6 mil contribuintes, totalizando R$ 1,09 bilhão.
Para o exercício de 2012, serão creditados pagamentos para 468 mil contribuintes, em um total de R$ 944,2 milhões.
Todas as restituições de declarações de IRPF 2012 sem pendências com a Receita até o mês de outubro de 2012 serão liberadas no lote que será creditado em 16 de novembro.
Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 37,7 mil contribuintes, totalizando R$ 91,4 milhões, já acrescidos da taxa Selic (juro básico da economia) 15,65 % (maio de 2011 a novembro de 2012).
Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 15,6 mil contribuintes, totalizando R$ 23,6 milhões, já acrescidos da taxa selic de 25,80% (maio de 2010 a novembro de 2012).
Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 11,1 mil contribuintes, totalizando R$ 17,7 milhões, já atualizados pela taxa selic de 34,26%, (período de maio de 2009 a novembro de 2012).
Referente ao lote residual de 2008, serão creditadas restituições para um total de 12,2 mil contribuintes, totalizando de R$ 12,1 milhões, já atualizados pela taxa selic de 46,33%, (período de maio de 2008 a novembro de 2012).

CONSULTA
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte pode acessar a página na Receita na internet ou entrar em contato pelo telefone 146.
A restituição ficará disponível no banco por um ano. Após este período, o valor deve ser resgatado por meio de formulário que deve ser preenchido no site, ou pelo e-CAC, página também do site da Receita destinada especificamente às operações de IR.
Caso o valor não seja creditado, a Receita informa que o contribuinte pode procurar diretamente o Banco do Brasil, nas agências ou pelo telefone, para agendar o pagamento em conta-corrente ou poupança pessoal. Ou ligar para central de atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais) ou  0800-729-0001 (demais localidades).

VEJA COMO EVITAR A MALHA FINA
Quem ainda não teve a declaração do Imposto de Renda liberada pode fazer a consulta pelo site da Receita Federal e checar a sua situação. Em caso de problemas, é possível saber o que precisará ser corrigido com uma declaração retificadora.
Em 2011, a maior parte dos contribuintes (56%) caiu na malha por omissão de algum tipo de rendimento, seja do titular, do dependente ou valor recebido de aluguéis.
Outro motivo que levou muitos contribuintes à malha fina foi a divergência em relação a informações sobre despesas médicas.
O extrato da declaração pode ser retirado pelo sistema e-CAC. Para acessá-lo, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita ou ter um certificado digital emitido por autoridade habilitada.
O acesso ao extrato permite ao contribuinte identificar, entre outros detalhes, eventuais pendências que acarretam a retenção da declaração em malha. É possível resolvê-las mediante a apresentação de declaração retificadora.
Se houver pendências na declaração, causadas por erros cometidos pelo contribuinte, ele poderá fazer sua autorregularalização. Para isso, deve retificar a declaração, corrigindo os erros apontados pela Receita.
Quanto mais cedo for efetuada a correção, mais rapidamente será liberada a restituição.
Para documentos que não apresentarem problemas, aparecerá a mensagem "em processamento" --o que significa que ela já passou pela análise e não caiu na malha fina.
Se houver algum problema, aparecerá a expressão "com pendências". O próprio programa e-CAC apontará as divergências, que deverão ser corrigidas por meio de uma declaração retificadora.

APLICATIVO
A Receita disponibiliza, também, um aplicativo para smartphones e tablets pelo qual é possível consultar a restituição do IR e a situação do CPF (Cadastro Pessoa Física).
O contribuinte ainda não consegue retificar a declaração pelo aplicativo --isso só pode ser feito no site da Receita Federal.
O aplicativo "Restituição IRPF" funciona em smartphones com sistema operacional iOS ou Android e pode ser baixado gratuitamente na Apple Store e na Google Play.

Mãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o Corão



por Leiliane Roberta Lopes

O caso aconteceu no Reino Unido e chocou a comunidade internacional pela brutalidade
Uma reportagem do Daily Mail comenta a morte de um garoto de 7 anos que foi espancado pela mãe até a morte por não se dedicar ao estudo do Corão.
O caso aconteceu no País de Gales, no Reino Unido, e está sendo julgado pelos tribunais. Sara Ege, 32 anos, é acusada de espancar, matar e queimar o filho de 7 anos, Yaseen, por estar decepcionada com ele. A mãe teria matriculado o filho em uma mesquita local para que ele se tornasse um hafiz, memorizador do Corão, tendo que decorar 35 páginas do livro sagrado dos muçulmanos a cada três meses.
Mas o garoto não se empenhava nesse estudo, preferindo brincar com seus amigos. “Eu estava ficando mais e mais frustrada”, disse Ege em seu depoimento, dizendo que em um ano o garoto aprendeu apenas um capítulo.
Irritada com o menino, a mãe passou a usar chinelos, martelos e até mesmo um rolo de madeira para castigar Yaseen. Pelas investigações a mãe, com consentimento do pai, Yousef Ali Ege, de 38 anos, passou a espancar o menino que em julho de 2010 não resistiu às torturas e morreu.
Os pais tentaram apagar os vestígios da morte do garoto colocando fogo na casa, mas a perícia concluiu que Yaseen morreu antes do incêndio e constatou também que no corpo do menino haviam marcas de violência.
Para um médico, Sara Ege confessou a morte do filho, dizendo que foi Shaitan – nome islâmico dado ao diabo – que teria dito para que ela matasse a criança. Para o mesmo médico a mãe acabou confessando que se sentiu muito melhor depois que ele morreu.
Ela também está sendo acusada de trancar Yaseen no porão, amarrá-lo a uma porta e forçá-lo a fazer flexões. O julgamento do casal pode levar dias. As informações são de Paulo Lopes.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 4 de novembro de 2012

Virgindade de meninas índias vale R$ 20 no Amazonas



KÁTIA BRASIL
ENVIADA ESPECIAL A SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM)

No município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa de marca e até com uma caixa de bombons.
A pedido das mães das vítimas, a Polícia Civil apura o caso há um ano. No entanto, como nenhum suspeito foi preso até agora, a Polícia Federal entrou na investigação no mês passado.
Doze meninas já prestaram depoimento. Elas relataram aos policiais que foram exploradas sexualmente e indicaram nove homens como os autores do crime.
Entre eles há empresários do comércio local, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista.
As vítimas são garotas das etnias tariana, uanana, tucano e baré que vivem na periferia de São Gabriel da Cachoeira, que tem 90% da população (cerca de 38 mil pessoas) formada por índios.
Entre as meninas exploradas, há as que foram ameadas pelos suspeitos. Algumas foram obrigadas a se mudar para casas de familiares, na esperança de ficarem seguras.
Folha conversou com cinco dessas meninas e, para cada uma delas, criou iniciais fictícias para dificultar a identificação na cidade.
M., de 12 anos, conta que "vendeu" a virgindade para um ex-vereado. O acerto, afirma a menina, ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei triste."
A menina conta que o homem é casado e tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."
P., de 14 anos, afirma que esteve duas vezes com um comerciante. "Ele me obrigou. Depois me deu um celular."
Já L., de 12 anos, diz que ela e outras meninas ganharam chocolates, dinheiro e roupas de marca em troca da virgindade. "Na primeira vez fui obrigada, ele me deu R$ 30 e uma caixa com chocolates."
DEZ ANOS
Outra garota, X., de 15 anos, disse que presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos.
"Eu vi meninas passando aquela situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca disso [da virgindade]."
P. aceitou depor na PF porque recebeu ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando, eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas meninas menores", afirma.
Familiares e conselheiros tutelares que defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.

sábado, 3 de novembro de 2012

Evolução ou regressão da Cultura?



Sei que no nosso País sempre teve musica com duplo sentido. Mas ultimamente a coisa tem ficado feia. Lembro-me que na década de 90 a coisa ficou foi piorando. Vieram uns grupos com um estilo musical de duplo sentido (ralando na boquinha da garrafa, segura o Tchan e muitas outras).
E com o passar do tempo, a coisa tem piorado. Hoje que fazem sucesso não tem conteúdo e quando tem conteúdo é conteúdo pornográfico. Se com duplo sentido já era absurdo e agora com pornografia?
Musicas de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Zé Ramalho e outros que posso citar aqui. Tem conteúdo. Mas o povão prefere musicas com pornografia sem falar que muitas delas também induzem a sexualidade das crianças cada vez mais cedo
Pior não é nada, os cantores são abestalhados. E fazem sucesso.
Eu me pergunto: O que tem na cabeça desse povo que escuta esse tipo de estilo musical?
E o povo escuta essas porcarias que fazem questão de mostrarem que gosta disso, e seus vizinhos têm que ouvirem também mesmo não gostando. Sem falar nos idiotas que ligam os celulares dentro dos ônibus para os passageiros ouvirem essas porcarias.
Tudo é um efeito cascata, tem idiotas que cantam e compõem essas porcarias (pior que chamar esses idiotas de cantores e compositores é um insulto a grandes cantores da nossa musica). E tem outros idiotas que escutam e querem que os outros escutem também, mesmo não gostando.
Essas musicas são um insulto à sociedade, uma falta de respeito literalmente. E falo: é idiota quem escuta, e é idiota quem canta.
O pior que esses cantores tiram fotos se achando o máximo, e é nítido que são idiotas mesmo.
Eu vejo que a pessoa ser um ser pensante, não é vantagem. A vantagem é ser imbecil que faz sucesso.

Joabson João

Intolerância religiosa: um assunto de escola?



A Fundação Educação Superior à Distância e Divulgação Científica – Cecierj – está oferecendo um curso sobre intolerância religiosa para professores de ensino médio das escolas da rede estadual do Rio de Janeiro.
O professor do curso, Nilton Rodrigues Junior, que faz seu programa de pós-doutorado sob minha supervisão no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ sobre o tema em questão, contou como são essas aulas. Nilton Junior organizou o curso em cinco módulos sobre vários temas relacionados. Para cada tema abre-se um fórum de debates na internet. Os estudantes expõem suas ideias, discutem e fazem perguntas, e o professor, com a ajuda de uma tutora, responde e estimula o debate. São 114 alunos das várias disciplinas oferecidas no ensino médio. A maioria dos alunos do curso se disse católica, mas há umbandistas, espíritas, do candomblé e até uma budista.
Segundo Nilton Junior tem havido pouco debate entre as diversas posições religiosas, mas há consenso sobre a necessidade do ensino religioso. Os participantes do fórum dizem que o ensino religioso é bom porque transmite valores éticos e humanos essências, como respeito e amor ao próximo, o que fará o mundo melhor e as pessoas mais responsáveis e melhores cidadãos. Um dos alunos do curso afirmou que é da essência humana crer em um deus superior e abstrato. Outros, entretanto, são contra o ensino religioso porque a escola é um espaço público que deve ser laico.
Nenhum dos alunos mencionou a intolerância quanto aos símbolos das religiões de “matriz africana” nas escolas em que trabalham. Ninguém afirmou que proibir os alunos de frequentarem aulas usando fios de conta do candomblé seria uma forma de intolerância religiosa e a maioria acha normal a presença de imagens de santos na escola.
Fiquei espantada com o relato porque na pesquisa por mim coordenada no Núcleo de Antropologia – NaEscola –, o que vimos nas instituições escolares da rede estadual foram debates acirrados nas salas de professores sobre a questão religiosa. Muitos professores se recusam a discutir a chamada lei 10.639, lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira, pois consideram esta cultura maléfica para os alunos porque “fala de coisas do demônio”. Nas escolas pesquisadas também vimos muitas imagens católicas e frases bíblicas escritas em murais ou em cartolinas espalhadas pelos corredores. Pouquíssimas escolas são verdadeiramente laicas. A decisão de expor essas imagens e frases e até pequenos altares com velas é exclusivamente da alçada dos diretores.
O espaço público acaba sendo invadido pelo mundo privado e não há separação entre as duas esferas que deveriam reger a vida dos cidadãos. Religião é uma questão de foro íntimo, mas por incrível que pareça no Rio de Janeiro, além das mais de 12 matérias que o estudante tem de dar conta ao longo dos três anos do ensino médio, há ainda o ensino religioso confessional, para o qual foram contratados muitos professores.
As imagens e símbolos religiosos que vimos nas escolas podem ser aqui apreciados neste conjunto de fotos e dão uma ideia do que se passa entre os muros da escola em relação a este tema.
http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto_1a-300x187.jpg
Felipe Gonçalves, foto publicada no jornal Extra em 26/01/2009, Felipe foi expulso de sala de aula por sua professora de português porque estava com seus "fios de conta".

http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/CECIERJ21-300x191.jpg
Foto do jornal Extra de 26/01/2009 noticiando o caso
do estudante Felipe de uma escola técnica do Rio de Janeiro.


http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/diretoras-preparadas-300x225.jpg
Diretoras de uma escola em sua sala. Ao fundo uma
imagem de Nossa Senhora, uma Bíblia, flores e um
berimbau dando a impressão de um pequeno altar.
Foto de Arquivo de Giselle Lage
http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto_21-224x300.jpg
Estudante de escola estadual segurando a bandeira da escola tendo ao fundo uma imagem religiosa católica.
 http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto31-300x226.jpg
A diretora de uma escola em sua sala onde se vê uma imagem de Nossa Senhora - Fotoo de Arquivo Yvonne Maggie
Fonte: G1

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ENGANA QUE A GENTE PAGA


Sardenberg: De como os bancos e outros órgãos oficiais não fazem propaganda de produtos — mas do governo. E com nosso dinheiro
"A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo"

ENGANA QUE A GENTE PAGA

Coisa de 200 anos atrás, jornalistas do Times de Londres já utilizavam um critério original para saber o que deviam ou não apurar e publicar. “Notícia, diziam, é tudo aquilo que alguém não quer ver publicado; o resto é propaganda”.

Desse ponto de vista, tudo que o governo fala, em qualquer país, deve ser entendido como propaganda e marketing. Claro, não é mesmo? Os governantes só falam aquilo que gostariam de ver publicado com o devido destaque.

No Brasil de hoje, isso faz muito sentido. Os governos, em todos os níveis, carregam na propaganda, em volume e conteúdo. Reparem, por exemplo, nos anúncios do Banco do Brasil e da Caixa.

Tem financiamento barato para todo mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou abriu seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo: não tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos, ou desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil.

"(No Banco do Brasil e na Caixa a propaganda passa a ideia de que) tem financiamento barato para todo mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou abriu seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo: não tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos, ou desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil"

Pode-se dizer que aqueles bancos estão no mercado, disputando clientes com as outras instituições. Mas não é bem assim. A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo.

Regra do jogo, pode-se argumentar. Trata-se de propaganda paga, o governo, como qualquer outro anunciante, diz o que quer e ninguém é obrigado a acreditar.

Sabemos que não é bem assim. Nem precisa argumentar muito. É intuitivo. Trata-se de dinheiro público, mesmo no caso dos bancos comerciais, como BB e Caixa.

Eles não funcionam como os privados. Recebem dinheiro do governo, já foram resgatados com injeções de capital público mais de uma vez e todo mundo sabe que não vão quebrar porque o governo, ou seja, o contribuinte, estará lá para cobrir eventuais buracos.

Necessariamente, portanto, deveriam agir de modo diferente, como instituições públicas, e estas, como todo governo, têm — deveriam ter — compromisso com a informação correta.

O que nos leva ao outro lado da história. Hoje em dia, entende-se que mesmo empresas privadas têm compromisso com o público. Propaganda enganosa não pode ser tolerada. Claro, é difícil definir e apurar a tentativa de ludibriar o consumidor, mas é outro problema, de regulação.

E se isso vale para empresas privadas, por que não se aplica ao governo, suas empresas e suas repartições? Na verdade, a propaganda enganosa pública é mais grave, porque o governo tem também a obrigação de informar e, assim, orientar a sociedade.

Isso é especialmente importante no caso da política econômica. O governo, ator decisivo em qualquer economia, precisa dizer claramente o que vai fazer, prestar contas regularmente sobre o que está fazendo, dar as regras do jogo, mostrar como vê o andamento da situação e esclarecer o cenário com o qual trabalha.

Há rituais definidos para isso, aqui no Brasil e em toda parte. Os ministérios da área econômica e o Banco Central divulgam regularmente suas mensagens. Assim, em qualquer país organizado, os agentes econômicos, ao planejar e agir, consideram os cenários do governos para crescimento, inflação, arrecadação, gastos orçamentários, etc.

Por isso, quando o nosso Ministério da Fazenda sustenta que o país crescerá 4,5%, quando todo mundo já viu que não vai dar, isso é, sim, um tipo de propaganda enganosa. Idem quando o Banco Central diz que cumpriu a meta de inflação quando o índice bateu em 6,5%, dois pontos acima. Há mesmo uma confusão, que parece deliberada, entre meta, centro da meta e margem de tolerância. Resultado: ficamos sem saber se o objetivo de fato é uma inflação de 4,5% (a meta ou o centro) ou qualquer coisa abaixo de 6,5% (o teto da margem de tolerância) ou até mais do que isso, como ocorreu recentemente.

Do mesmo modo, é uma informação enganosa quando o governo jura que vai cumprir a meta de superávit primário sem truques. Nestes casos, a informação do governo causa menos danos porque todo mundo já sabe que o cenário oficial não vai se realizar. Vale para todos os anúncios do setor público, federal, estadual e municipal, que simplesmente afirmam que tudo vai maravilhosamente bem.

Mas isso desmoraliza a informação pública e cria o ambiente, negativo, de que é assim mesmo: o governo mente e a gente não acredita ou deixa pra lá. Só que nós, cidadãos e contribuintes, fazemos o papel de trouxa. Nós pagamos pela farsa

(Carlos Alberto Sardenberg) - 01/11/2012 - 16:00 - Política & Cia

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A Reforma protestante e nós



No dia de hoje (31 de Outubro) é comemorado um dia muito importante. Não, não é o Halloween… Hoje é comemorado o Dia da Reforma Protestante. Foi nesse mesmo dia, no ano de 1.517, Martinho Lutero, depois de uma crise existencial, se cansou da teologia da Igreja Católica que pregava a salvação pelas obras, o poder soberano do Papa, e a venda das indulgências (A indulgência era concedida para perdoar os pecados de uma pessoa, e transportá-la do purgatório para o céu. Ou seja, um meio da Igreja ganhar dinheiro).
Lutero elabora 95 teses contra a venda de indulgências, contra o poder absoluto do papa e pregando a salvação, não mais pelas obras, mas unica e exclusivamente pela graça de Deus. Prega essas teses na porta da Igreja de Wittenberg, com um convite a um debate sobre elas.
Lutero causou uma revolução, foi excomungado, exilado, mas mesmo assim não parou. No exílio, ele traduziu a Bíblia para o alemão, para que o povo pudesse ler por ele mesmo as verdades das Escrituras. Ele foi convocado para desmentir as suas teses, no entanto ele defendeu-as e pediu a reforma. Não baixou a cabeça. Foi acusado de herege, mas permaneceu firme até o fim.
Rompe-se então os protestantes com a Igreja Romana, e inicia-se aqui a Igreja Protestante. Muito morreram para que nós pudéssemos viver hoje… muitos deram a vida pela igreja, para que nós pudéssemos ter uma igreja viva hoje… muitos foram perseguidos, humilhados e acusados por causa do nome de Jesus Cristo e Sua Igreja para que nós também possamos fazer o mesmo!!!
O amor dessas pessoas pela igreja fez com que ela permanecesse firme até aqui. E nós, o que estamos ou vamos fazer para que ela permaneça viva e firme para nossos filhos, netos e bisnetos?
Thiago M. Silva
É formado em Worship and Creative Arts (Adoração e Artes Criativas) pela Hillsong International Leadership College (HILC), Sydney, Austrália. 2007. Atualmente está cursando o quarto e último ano de Teologia no Seminário Presbiteriano do Sul (Mackenzie), em Campinas/SP. Como seminarista, trabalhou na Igreja Presbiteriana Central de Itapetininga, de Fevereiro a Dezembro de 2010. Hoje, trabalha na Igreja Presbiteriana Central de São José do Rio Preto, como Coordenador do Culto Infantil, da UPA (União Presbiteriana de Adolescentes), e dando suporte à Sede e Congregações. [blog http://thiagomsilva.com]