Radio Evangélica

domingo, 19 de maio de 2013

No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33c




Nessa parte do versículo Jesus deixou claro que iriamos passar por dificuldades nada seria fácil. Mas infelizmente nos últimos dias vemos algumas igrejas “cristãs”  usando como marketing a frase: Pare de sofrer!
E o interessante é que essas igrejas usam alguns membros que por uma razão ou outra obtiveram sucesso depois que começaram a congregar na igreja para que a mesma cresça, mas na verdade não é crescimento e sim um inchaço. Essas mesmas igrejas esquecem a sã doutrina e falam apenas o que as pessoas querem ouvir e nada mais. O foco sempre é o povo mais necessitado falam o que o povo quer ouvir, pois nosso povo é muito supersticioso. Centralizam um versículo e o isolam e mostram que não podemos passar  por necessidades. Enquanto se formos observar bem, Jesus não foi rico, sendo o Rei dos reis, o Senhor dos senhores e não teve uma vida luxuosa, tanto ele quanto os apóstolos. E hoje alguns lideres religiosos iludem o povo mostrando que temos que ser prósperos. Somos servos do Deus altíssimo Ele nunca vai nos deixar passar necessidades.  E se Ele deixar será para nosso próprio crescimento.
Entendo que muitos querem falar da experiência que tiveram , mas isso sim deve ser para a Glória de Deus e não deve ser usado como marketing  para as igrejas  “crescerem” ou como gosto de falar: incharem.
Devemos pregar o evangelho que é as boas novas, e não devemos falar o que o povo quer ouvir e sim o que o povo precisa ouvir.
Joabson João 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Jarbas: ‘Vivemos uma situação pior que ditadura’





O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) recusou-se a participar da sessão em que foi aprovada no Senado a medida provisória dos portos. Ele foi ao plenário, expressou sua contrariedade e foi para casa. “Não me animei a ficar lá, feito um idiota, coonestando aquilo tudo”, disse o senador em entrevista ao blog. “Achei melhor me aborrecer vendo pela televisão.” Jarbas classifica o processo de votação de “farsa”. Sustenta que o Legislativo vive hoje “uma situação pior do que a que atravessamos na época da ditadura.” Abaixo, a conversa:
Descrição: http://imguol.com/blogs/58/files/2013/05/estrelinha3.gif
— Por que não permaneceu no plenário? Fui ao plenário para registrar minha contrariedade com o absurdo a que o Senado foi submetido. Renan disse que, a partir de agora, não recebe mais medida provisória a menos de sete dias de vencer o prazo de validade. Afirmou que essa MP dos Portos seria uma excepcionalidade. Admitiu que é uma aberração. Mas recebeu. Não tenho nenhuma razão para acreditar nele. Na semana passada, o Senado já havia votado uma medida provisória recebida na véspera, sem respeitar nem o prazo mínimo de 48 horas. Foi dito que aquilo era uma exceção, que não se repetiria. Antes, na votação do projeto de lei que inibe a criação de partidos políticos, foi feita uma votação simbólica. Eles perderam. Renan fingiu que não viu. Foi preciso pedir votação nominal para derrubar a sessão por falta de quórum. O STF depois suspendeu a tramitação da proposta. Como podemos dar crédito a esse tipo de gente?
— Não se animou a enfrentar o embate dos portos? Nunca fui de fugir de embates. Mas esse embate eu já sabia o resultado. Por isso, não vi razão para permanecer em plenário. Ao contrário do que fez o presidente da Câmara, Henrique Alves, que conduziu a votação com decência, o Renan já havia deixado claro na véspera que iria atropelar. Não me animei a ficar lá, feito um idiota, coonestando aquilo tudo. Vim para casa. Achei melhor me aborrecer vendo pela televisão.
— Do modo como fala tudo parece reduzir-se a um teatro, é isso? Sem dúvida nenhuma. É uma farsa. Uma farsa comandada por alguém que não tem credenciais para que ninguém acredite nas suas boas intenções. Além disso, o teatro dessa vez é de horrores.
— Que horrores? Eu assisti pela televisão a um debate de altíssimo nível entre duas figuras de reputação ilibada. Um responde a um processo no Supremo Tribunal, o outro está condenado, em primeira instância, por formação de quadrilha. Todos os dois acusam o governo de ter colocado penduricalhos dentro da chamada MP dos Portos.
— Refere-se aos líderes do PMDB, Eduardo Cunha, e do PR, Anthony Garotinho? Sim, todo mundo viu. Foi televisionado. Como é que eu poderia votar isso aqui, sem tomar conhecimento e sem poder emendar? Como é que o Senado da República vai votar uma medida provisória em que duas pessoas de alto nível, de reputação ilibada, lá da Câmara, dizem que esta MP não presta, que esta MP atende a pessoas, a grupos e a empresas? Não dá.
— Que avaliação faz da votação da MP dos Portos na Câmara? A Câmara, que tinha uma imagem muito ruim, cumpriu o seu papel. O Henrique Alves pode ter todos os defeitos, mas presidiu as sessões de maneira satisfatória. Deixou a oposição falar, permitiu que todos se manifestassem. Em momento nenhum o presidente da Câmara tentou estrangular a oposição. A oposição fez várias questões de ordem. Umas foram acatadas; outras rejeitadas. Tudo dentro de um processo democrático. O resultado final foi acolhido por todos os lados.
— E no Senado? A farsa começa pelos prazos. A medida provisória chega ao Senado no último dia, a poucas horas de perder a validade. Todo mundo já sabia qual seria o resultado. Renan chegou lá disposto a votar de qualquer jeito. Na véspera ele já tinha anunciado na televisão que trataria a medida como excepcional. Tudo em nome do interesse do país. Ora, que interesse do país é esse que nega aos senadores o direito de votar com consciência? Dilma é estatizante. Ela tem vergonha da palavra privatização. Quem pode acreditar que a presidente Dilma tem interesse em modernizar portos? Só os tolos. Oou aqueles que servem ao governo a todo custo.
— Haveria outras formas de tratar do assunto? Claro. O governo poderia enviar ao Congresso um projeto de lei. Se quisesse, poderia requerer o regime de urgência. A análise se daria rapidamente. Não é verdadeira essa conversa de que são contrários à modernização dos portos os parlamentares que se negam a participar dessa farsa. Vivemos hoje uma situação pior do que a que atravessamos na época da ditadura.
— Como assim? Na época da ditadura, fui deputado federal em dois mandatos. Nessa época, para subir à tribuna era preciso ter coragem cívica e também física. Pois a ditadura tinha determinados acanhamentos de fazer as coisas em determinadas ocasiões. Só havia dois partidos: Arena e MDB. Em determinados momentos, a Arena ficava meio encabulada de massacrar o MDB. Agora é diferente. Eles fazem o que querem. Anunciam claramente o que vão fazer. E fazem.
— Quem é responsável por esse quadro, o Executivo que liga o trator ou o Legislativo que aceita ser tratorado? A responsabilidade é dos dois. O Executivo porque faz tudo sem nenhum apreço às regras mais básicas do processo democrárico. E o Legislativo porque não se contrapões nem se impõe. Aceita passivamente as coisas. A Câmara, nessa semana, viveu momentos inusuais. No Senado, Renan faz o que quer.
— Renan se queixou do recurso que a oposição protocolou no STF para tentar suspender a sessão. O que achou? Não vejo o menor problema em recorrer ao Supremo. Mandei dizer para o Agripino Maia que, se precisassem de minha assinatura, eu estava à disposição. O Supremo é uma instância recursal. Então a gente é massacrado e tem que ficar calado? Na ditadura não adiantava recorrer ao Supremo. Agora, pelo menos nesse aspecto, é diferente.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

PSDB coleta assinaturas para criar CPI da MP dos Portos


Camila Campanerut
Do UOL, em Brasília

PSDB já começou a coletar as assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias de que a MP (Medida Provisória) dos Portos estaria beneficiando alguns setores em detrimento de outros e que parlamentares estariam sendo beneficiados com a aprovação da matéria.
De acordo com o líder do partido, deputado Carlos Sampaio (SP), já foram coletadas, pelo menos, 45 assinaturas das 171 necessárias para protocolar o pedido. A ação é consequência natural da representação apresentada pelo partido à Corregedoria da Câmara na última segunda-feira (13). 
A representação do PSDB pede que sejam apuradas as denúncias do deputado Anthony GarotInho (PR-RJ), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, durante os dois dias de votação.

"Eduardo Cunha dizendo que a proposta como está favorece determinadas empresas. O Garotinho dizendo que a emenda de Cunha é que favorece. O que é importante é que se aprova uma emenda que está materializando uma falcatrua denunciada por eles [que são da base governista]. O PDT [do Paulinho], que tem ministro no governo, disse que a MP tem 'sacanagem', 'malandragem' e 'fraude'. Isso tudo [quem diz] é a base do governo que apresentou a MP, como o PSDB pode votar numa MP desta?", justificou Sampaio.

"E a MP também está se valendo [para ser aprovada] da liberação de emendas. Não é uma compra indireta de votos?", completou o parlamentar tucano.

Quando questionado se não seria ingenuidade destacar o fato, uma vez que as negociações entre Executivo e Legislativo por liberação de emendas parlamentares é praxe no Congresso quando há votações em jogo, o deputado desconversa. "Se estão usando deste expediente, é porque a MP não tem força própria para ser aprovada, porque alguma coisa está sendo ocultada", avaliou.

Apesar de se esforçar para não aprovar a MP, Sampaio ressalta que o conteúdo dela é muito importante para o país. "O PSDB defende desde 1996 o plano de desestatização dos portos. Até a semana, o PSDB ia votar sem obstrução, mas com estas denúncias não é possível."  (Com Agência Câmara)
"O que a gente tem claro hoje é que a aprovação dessa MP vai implicar claramente na materialização de uma falcatrua denunciada por integrantes do governo, que nós temos que investigar. E o caminho para a investigação é a CPI."

Autor da emenda aglutinativa apresentada à medida provisória apontada como suspeita pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), foi taxativo. Ele disse que não vê necessidade para isso, mas não vai se opor à iniciativa. "Eu acho que, se eles apresentarem essa CPI, eu não terei o menor problema em assiná-la. Se eles quiserem fazer, para não pairarem dúvidas, pode trazer que eu assino sem o menor problema."

As lideranças do governo não quiseram se manifestar sobre o pedido de CPI. (Com Agência Câmara)

terça-feira, 14 de maio de 2013

Casamento Homossexual



Sempre insisto na pergunta: como estará a sociedade daqui a 15(quinze) anos?
Já não batava a união civil? Agora vem o casamento. E o pior é não podemos expor nossa opinião contra somos chamados de homofobicos. Interessante foram as comparações feitas pelo militante gay que é deputado federal.
Como será que as crianças atuais irão crescer vendo essa sociedade. Eu aprendi desde criança que família normal é composta de pai, mãe e filhos (as). Agora vem essa “nova” família influenciar a sociedade que dois homens e duas mulheres tendo uma união conjugal e como consequência irão adotar uma criança. Como essa criança vai se criar? Sendo criado por dois pais ou duas mães?
Esse pessoal aí não precisou de ninguém para ensinarem a eles serem homossexuais e eles aprenderam. Agora querem eles querem já ensinar as crianças desde cedo a serem homossexuais. Quer queira, quer não isso é uma afronta a família brasileira.


Joabson João

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Estamos preparados para recebermos nossos turistas?



Hoje passei por uma experiência onde me confirmou ainda mais que nosso País não está preparado para a copa.
Sei que meu estado não será sede da copa. Mas hoje (dia 13/05) aproximadamente às 22h30min, eu estava voltando da universidade e esperando o ônibus, minha cidade é a cidade (BAYEUX-PB) onde fica o aeroporto. Presenciei um turista na parada de ônibus falando que estava esperando o ônibus que circula para o aeroporto a cerca de duas horas e o mesmo ainda não tinha passado. Segundo o motorista da linha Jardim Aeroporto o mesmo já tinha indo em João Pessoa e voltado três vezes e o turista ainda estava lá. O mesmo turista resolveu pegar o ônibus da linha Jardim Aeroporto e ficar mais próximo do Aeroporto possível e seguir a pé e o pior sendo uma noite de chuva.
Concordei com a frase que o turista falou. Ele falou a seguinte frase: dizem que aqui é destino turístico.
Esse é apenas um dos problemas do nosso País. E é um País que se acha preparado para a copa

Joabson João

sábado, 11 de maio de 2013

Estudo comprova o impacto da oração nos relacionamentos



Pesquisa inédita mostra os benefícios da oração entre pares e familiares
Um estudo inédito revela que orar por um par romântico ou uma pessoa próxima (familiar ou amigo) pode levar a um comportamento mais cooperativo e tolerante em relação a essa pessoa.  O material foi divulgado pelo dr. Frank D. Fincham, pesquisador da Universidade Estadual da Flórida e diretor do Centro de Estudos da Família da mesma instituição.
Os resultados são significativos por serem os primeiros a atestar que os parceiros que se tornam “objeto” das orações relataram uma mudança positiva no comportamento da pessoa que orava por eles.  “Minha pesquisa anterior havia mostrado que aqueles que oraram por seu parceiro relatam um comportamento mais sociável em relação a seu parceiro, mas ouvir apenas uma parte seria um relatório potencialmente tendencioso”, explica Fincham.
“Este conjunto de estudos é o primeiro a utilizar indicadores objetivos mostrando que a oração realmente mudou o comportamento e que este comportamento era evidente para o outro parceiro, no caso, o sujeito da oração.”
Além disso, os pesquisadores concluíram que as pessoas que faziam orações tinham um comportamento mais positivo em relação a seus parceiros em comparação com os que não oravam pelo seu parceiro.
Fincham é um dos vários autores do estudo liderado pelo doutor Nathanial Lambert, professor na Universidade Brigham Young. Seu artigo, “Tendências à cooperação e ao perdão: Como a oração transforma a motivação”, foi publicado na revista científica Personal Relationships . Além de Lambert e Fincham, participaram do estudo C. Nathan DeWall e Richard Pond, da Universidade de Kentucky e Steven R. Beach, da Universidade da Geórgia.
O artigo assinado por eles relata os resultados de cinco estudos diferentes, tentando descobrir se orar por alguém muda a maneira das pessoas agirem, exibindo um comportamento mais cooperativos, tanto a curto quanto a longo prazo. Eis as conclusões:
·         Os participantes que oraram com mais frequência pelo seu parceiro demonstravam ser menos agressivos durante uma discussão sobre algo que o parceiro tenha feito que causasse irritação.
·         Os parceiros de participantes que oraram por eles notaram um comportamento mais tolerante que os parceiros dos participantes que apenas separavam um tempo a cada dia para “pensar em coisas positivas” sobre eles.
·         Os participantes que se dispunham a orar logo após algum comportamento ofensivo do parceiro eram mais cooperativos com os seus parceiros que os participantes que apenas diziam “pensar em Deus”.
·         Os participantes que oraram por um parceiro no mesmo dia em que o conflito ocorreu demonstravam níveis mais elevados de cooperação e perdão que nos dias em que ocorreu um conflito mas eles não oraram.
“Estes resultados destacam o benefício potencial do uso da oração, onde é permitida, em clínicas ou em programas de educação de relacionamento”, escreveram os pesquisadores.
Além de oferecer uma base maior para terapia de casais de clientes religiosos, os resultados dessa pesquisa também podem ajudar a esclarecer os tipos de intervenções que aumentam a cooperação entre casais não-religiosos, alerta o artigo.
Até recentemente, os cientistas sociais evitavam estudar religião, espiritualidade e, especialmente, a oração, Fincham diz que isso é inevitável, já que cerca de 5 bilhões de pessoas, quase 75% da população do mundo, professam alguma fé religiosa.
“A oração é uma forma de atividade espiritual comum a todas as tradições religiosas…  No entanto, sabemos muito pouco sobre o seu papel nos relacionamentos amorosos. Esta é a primeira vez que os indicadores objetivos podem  documentar o impacto da oração nas relações.” encerrou o doutor Fincham.
Ao ser questionado se outros fatores podem ter contribuído para a mudança nas relações das pessoas que participaram da pesquisa, Fincham respondeu que fizeram o melhor possível para evitar isso.
“Nós usamos métodos de pesquisa rigorosos, que incluíam dados experimentais. Ou seja, nós expomos aleatoriamente os participantes às condições experimentais. Eles foram testados especificamente se os resultados poderiam ser um mero acaso…  a replicação dos resultados em estudos diferentes não permite se usar a palavra “coincidência” como uma explicação plausível.” Com informações de Christian Post e Charisma News.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ritmo de concessão de terras a indígenas é o menor desde FHC



AGUIRRE TALENTO
EM SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff é a que, em média, menos concedeu terras a índios na comparação com dados dos governos de Fernando Henrique Cardoso e de Luiz Inácio Lula da Silva.
A conclusão é possível ao analisar a média anual tanto de terras homologadas como de áreas destinadas às reservas nas últimas administrações federais.
Foram dez terras reconhecidas por Dilma em dois anos, totalizando 966 mil hectares. Nos oito anos de FHC (1995-2002), foram homologadas 145 terras (41 milhões de hectares), ante 84 (18 milhões de hectares) na gestão de Lula (2003-2010), segundo os dados da Funai (Fundação Nacional do Índio).
A homologação é uma das últimas etapas para reconhecer que uma área pertence aos índios. É de atribuição exclusiva do presidente. Ela ocorre depois que a Funai e o Ministério da Justiça demarcam e delimitam a terra.
A gestão da petista tem sido alvo de críticas tanto dos ruralistas, que acusam a Funai de inflar conflitos ao demarcar as áreas, como dos índios, que reclamam da demora do governo no reconhecimento de suas terras.
Em meio ao fogo cruzado, o governo prepara um novo modelo de demarcação, que incluirá outros órgãos federais no processo.
O Cimi (Conselho Indigenista Missionário) afirma que essa queda nas homologações é uma "opção" e que há 59 terras na fila aguardando a assinatura de Dilma.
Para a antropóloga Iara Ferraz, na gestão Lula foram feitos esforços a favor dos índios, mas Dilma retrocedeu.
Integrante da bancada ruralista, o deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) diz que "nunca houve pressão tão grande" contra os produtores rurais para a demarcação de terras indígenas.
A Funai diz que as áreas atuais são menores e mais complexas para a realização de estudos. As grandes áreas já foram reconhecidas, diz.



Fonte: Folha Uol

quarta-feira, 8 de maio de 2013


Evangélicos são maioria entre os jogadores de futebol no Brasil
A pesquisa foi feita com atletas de grandes times de diferentes estados

O UOL Esportes realizou uma pesquisa com 105 jogadores de grandes times de futebol no Brasil e percebeu que a maioria deles se declara evangélico.
Entre os atletas pesquisados estavam os jogadores do São Paulo, Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Santos, Palmeiras, Vasco da Gama, Internacional, Grêmio, Cruzeiro e Fluminense.
Dos que responderam a pergunta sobre a religião que professam, 33% se assumiu como evangélico, 28% não quiseram responder, 19% não possuem religião, 18% são católicos e 2% assinalaram como membros da Igreja Batista, não se sabe o motivo de separar batistas e evangélicos na pesquisa. Por algum motivo a pesquisa do UOL separou os batistas dos demais evangélicos, sem a divisão, 35% dos jogadores são evangélicos.
Os jogadores aceitaram participar da pesquisa na condição de anonimato e falaram também sobre temas como álcool, homossexualidade e relação com a imprensa. O UOL Esporte anotou as respostas para traçar um raio-X do futebol brasileiro através da visão dos atletas de grandes times.
O atacante Neymar, o meia Zé Roberto e lateral Léo Moura, que se batizou a poucos meses, estão entre os jogadores conhecidos por manifestações cristãs. Recentemente, o goleiro Jefferson, do Botafogo, se envolveu em uma polêmica por utilizar um peixe, símbolo do cristianismo, em sua cabeça.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Maioridade Penal



Nos últimos dias é um dos assuntos mais comentados na mídia. E naturalmente vemos gente contra e gente a favor.
Mas será que nosso País esta preparado mesmo para a redução da idade penal?
Atualmente vemos os presídios superlotados, onde na teoria os mesmos são para recuperação dos apenados, na realidade são verdadeiros depósitos humanos. Se com a idade penal sendo 18 anos estamos vendo o caos no sistema prisional, caso a idade penal seja reduzida o que irão fazer com a molecada?
Será que existe algum projeto para construção de presídios para essa molecada ou a ideia é “jogar” eles nos presídios e ao saírem, saírem especialistas em crimes. Pois já ouvimos muitos detentos falarem que os presídios são verdadeiras universidades do crime.
Mas por que o governo não começa a investir em educação principalmente na educação base? O resultado não será imediato, será a longo prazo, mas o resultado será satisfatório.
Mas o governo não quer o povo instruído, pois povo instruído é um perigo, sabe votar e é difícil de manipular.
É mais negocio manter o bolsa-família e outros progamas sociais, pois os mesmos são compra de voto de uma forma ou de outra.
A diminuição da idade penal não é uma má ideia, mas tem que haver toda uma politica de melhorias no sistema prisional para que o mesmo não piore o caos que já estamos.
Joabson João

sábado, 4 de maio de 2013

A família brasileira esta sob ameaça



Estamos vendo nos últimos dias o quanto a família brasileira está sendo atacada de todas as maneiras.
Pessoas que querem a manutenção da família são chamadas de preconceituosas, atrasadas entre outros adjetivos.
Podemos ver nesse vídeo podemos imaginar o futuro da nossa nação. Sei que tem gente que critica os religiosos porque os mesmos querem a manutenção da família. Sabemos que o Estado é laico, mas isso não quer dizer que o mesmo pode está influenciando pedofilia, homossexualismo infantil entres outros absurdos que alguns deputados mau-caráter defendem. Usam o nosso dinheiro para destruição das nossas crianças, para que no futuro a família brasileira esteja destruída.
Vejo a presidenta na televisão fazendo sua campanha eleitoral, usando a imagem de seu antecessor (pois ela não tem competência de ganhar a eleição só), falando que a educação avançou. Mas não fala desse lixo que distribui para as crianças com intuito de destruir a família brasileira em um futuro não muito distante.
Se um pai destruir um material desses, com certeza ele é chamado de homofobico. Mas a família brasileira pode ser atacada e tem que se calar.
Querem colocar uma mordaça na família brasileira. E a família brasileira é que mais sofre com isso, as consequências não serão vistas agora, mas em um futuro muito próximo veremos as consequências desses ataques a família brasileira.
Será uma mistura de prostituição com homossexualidade ou homossexualismo, como queira, e pedofilia.
Cabe a cada um de nós que temos caráter e zelamos pela manutenção da família brasileira, mostrar para as pessoas quem são os deputados e senadores e qual finalidade deles qual é. Será que realmente se interessam em benéficos para um povo, uma nação? Ou seu interesse é beneficiar um grupo insignificante e colocar mordaça na sociedade para que a mesma não exponha seu ponto de vista?

Joabson João