Radio Evangélica

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Conflitos na família lição nº5 - EBD - CPAD 2º trimestre 2013



 Em minha vida de cristão, algumas vezes tive a oportunidade de conversar com casais em conflito matrimonial. A fonte do desentendimento em quase todos os casos era uma interferência externa na vida à dois. O marido que não abre mão de passeios com os colegas solteiros da empresa às sextas-feiras; a sogra do homem ou da mulher opinando no novo lar. Em suma, quando um dos cônjuges põe seu par em segundo plano a crise se estabelece. Notei que todos os casais que usavam o vocabulário "separação" durante as brigas, até mesmo apenas como uma arma de ameaça, como uma forma de atalho à solução de problemas, divorciaram-se.

O divorcio será abordado em outra ocasião com maior profundidade. Por enquanto, lanço uma prévia introdutória. 

O tema divórcio quando analisado à luz bíblica sempre causa impacto na sociedade e na vida de muitos cristãos. A geração que está distante do Senhor considera as diretrizes bíblicas polêmicas e dispensáveis, procuram trechos na Bíblia para usar como base que justifique sua separação, enquanto muitos outros cristãos estão confusos devido às abordagens superficiais sobre o assunto. 

Os judeus maltratavam suas esposas. Casavam-se com elas em sua juventude e com o passar dos anos pediam carta de divórcio para atar-se em outro matrimônio com mulher mais jovem. (Provérbios 5.18; Malaquias 2.14). O repúdio, motivado pelo envelhecimento ou quaisquer outros banais, ocorria devido ao estigma que o sexo feminino sofria por causa de Eva, induzida ao engano pela serpente no jardim do Éden. 

Como profeta, Moisés foi autorizado por Deus a conceder o divórcio. A concessão aconteceu por causa de homens duros de coração.

O tempo do Antigo Testamento foi um período em que a mensagem do Senhor é considerada sombras daquilo que viria a ser apresentado de forma perfeita. Embora não possamos desprezar as páginas veterotestamentárias, precisamos ter consciência que os cristãos não são dirigidos pela sombra da Lei, mas por Aquele que é a Luz do mundo, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (João 3.19; 9.5; Colossenses 2.15-17; Hebreus 10.1).

"A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde esse tempo, vem sendo anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar nele" - Lucas 16.16.

Jesus se fez homem para cumprir exemplarmente a Lei de Moisés em nosso lugar, nos desobrigando das práticas e do peso dos rituais judaicos, e nos livrou da maldição eterna que nos condenava. Desde então, a Igreja tem a oportunidade de permitir ser dirigida pelo poderoso Evangelho da Graça, seguir os essenciais ensinamentos do Filho de Deus, que é o único Caminho, a Verdade e a Vida Eterna. 

Cristo esclarece sobre o divórcio. Revelou que não concordava com a cultura da sociedade judaica, que estigmatizava a mulher ao ponto de ela ser discriminada e não contada na genealogia dos hebreus. A dinâmica do Evangelho coloca marido e esposa em condições de igualdade, ambos estão obrigados a valorizar a instituição do casamento até a morte. A separação por motivos banais não é permitida aos dois. Segundo o entendimento que podemos extrair do Evangelho da Graça é que, o divórcio concedido por Jesus, só é permitido ao homem que foi traído pela esposa que cometeu relação sexual ilícita, e não tem condições de perdoá-la se ela se arrepender do pecado. No caso em que o marido é o adúltero e a esposa traída não quer perdoar, a mesma poderá separar-se por ser vítima de traição conjugal. Entretanto, tanto o homem quanto a mulher que não quiser reconciliar-se, estará cometendo adultério juntamente com quem vier a casar-se. 

Orientação de Jesus: "Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que casar com a repudiada comete adultério" - Mateus 19.9.

Os ensinos de Pedro e Paulo sobre o casamento incentivavam a união conjugal, inclusive se um dos cônjuges fosse descrente:

"Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações" - 1 Pedro 3:7. 

"Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias" - Romanos 7.2-3. 

"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido. ( se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido ): e que o marido não se aparte de sua mulher" - 1 Coríntios 7.10-11.

"Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone. E a mulher que tem marido incrédulo e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz ... A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor. Todavia, será mais feliz se permanecer viúva, segundo a minha opinião; e penso que também eu tenho o Espírito Santo" - 1 Coríntios 7.12-15, 39-40. 

Deus é coerente, vivemos no período da Graça Divina, quando Deus nos concede a liberdade plena. A Graça possui parâmetro, que é a Lei de Cristo (Gálatas 6.2). Não devemos ser infratores da Lei do Senhor de maneira alguma. Uma das formas de desobedecê-la é aborrecer o cônjuge por causa de sentimentos inúteis. É preciso decidir amar, saber que o amor produz resultados positivos em crises de relacionamentos.

Deus nos deu o casamento e também condições para viver acompanhado de uma pessoa pelo resto da vida. O coração do cristão deve ser límpido, tem a incumbência de apoiar sua companhia matrimonial.

Não convém folhear as páginas bíblicas buscando aval para divorciar-se, mas para encontrar uma mensagem de restauração matrimonial. Porque não existe entornos no Caminho para o céu. Se o cristão casado se sentir extenuado pelos anos que se passam, precisa lembrar-se que a existência não termina aqui, além-túmulo todos que desprezam a Palavra do Senhor terão que prestar contas ao Autor da Palavra, todas as decisões de rebelião ao projeto do casamento virão à tona e cada ser humano receberá medida justa pelos rumos que resolveu caminhar neste mundo.

E.A.G.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Campanha Presidencial do governo atual



Interessante nos últimos dias vejo a atual presidenta fazendo aparecendo na TV, com clima de campanha eleitoral, mas ela não tem competência suficiente para fazer a sua campanha eleitoral só ela tem que fazer a campanha eleitoral usando a imagem do seu colega de partido.
Ela não era conhecida e se tornou conhecida e o então presidente da época a ajudou e com a ajuda do mesmo e a compra de voto indireta que se chama bolsa família conseguiu ganhar a eleição.
E agora ela vai querer a reeleição, da a entender que não se garante com o governo que está fazendo e mais uma vez precisa da imagem do seu padrinho politico para se reeleger e como na ultima campanha eleitoral também serão usados os programas sociais nos debates eleitorais e no guia eleitoral irá usar a imagem do padrinho politico.
Na ultima quinta-feira (dia 01/05) ela apareceu na televisão como sempre com clima de campanha e mostrou o desenvolvimento do País em relação ao emprego e renda. Ate entendo e concordo com esse desenvolvimento. Mas por ela tem que mostrar para a população brasileira sobre os projetos de ataques a família brasileira? Onde o partido dela é um dos que apoia esses ataques. A família brasileira esta sobre ameaça e o PT é um dos partidos que apoia essa ameaça.

Joabson João

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Legalização do Aborto



Peguei essa foto no Facebook.

Pesquisei e vi que essa frase não é tão recente.
Mas isso não é uma saída. O que todo mundo sabe é que falta investimento real na educação e o que temos hoje é um fruto do passado. Faltou investimento no passado e agora está difícil de consertar e não é legalizando aborto que vai se resolver. E mais uma coisa comparando países desenvolvidos onde o aborto é legalizado é inadmissível. Nesses países o povo é mais instruído, não estou falando que sou a favor do aborto.
Mas no nosso País não funcionar, caso seja legalizado o aborto apenas pessoas bem instruídas irão exercer a pratica do mesmo. Pois colocar criança no mundo virou oportunidade de negocio. Uma criança a mais na casa representa um dinheiro a mais no orçamento familiar, com esse programa bolsa família.
Já em cidades do interior, quando nasce uma criança os pais recebem de (2) dois a (3) três mis reais depois disso ja se cadastram automaticamente no bolsa família. E como ciclo vicioso os filhos veem a situação se criam no mesmo estilo. Sempre falo que tem gente que realmente precisa dessa ajuda, mas para muita gente ter menino virou uma oportunidade de negocio. Vejo que tem gente que não quer mais trabalhar vejam em esse link: http://joabsonjoao.blogspot.com.br/2012/12/mente-atrasada.html.
Antigamente quando uma menina engravidava de um namorado era aquela coisa absurda, tinha que casar para não sujar a honra da família. E casavam mesmo. Eram costumes bem conservadores.
Atualmente se uma mocinha engravidar, a família deve ficar feliz porque a renda da família vai aumentar com o auxilio do governo.
Isso não passa de uma ilusão legalizar aborto para diminuir a criminalidade. Pois o pobre não vai querer abortar seus filhos, sabendo que o governo vai ajudar a cria-lo.
Sem falar que esse programa social não deixa de ser uma compra de voto.
Ninguém conhecia Dilma foi Lula aparecer mostrar ela para o povo e ela falar que continuaria o projeto de Lula que ela foi eleita.

Joabson João 

domingo, 28 de abril de 2013

Como será o futuro da nossa sociedade?



Analisando a sociedade atualmente podemos fazer a indagação: como estará a sociedade daqui a uns 15 anos?
Atualmente vemos a prostituição e a violência em crescerem de forma assustadora.
Pelo menos aqui em nosso País vemos inúmeros projetos de alguns deputados e senadores mau-caráter que são autores de projetos que de forma direta ou indireta atacam as famílias de todas as formas e quando algum outro se levanta contra é taxado de atrasado e preconceituoso.
Projetos os quais de forma direta e indireta incentivam a prostituição e em muitos casos a pedofilia.
Temos um governo que sustenta programas sociais alegando que é para tirar famílias da miséria, onde se formos analisar bem esses programas sociais são compra de voto de forma indireta e em muitos casos esses programas sociais estão sendo usados para compra de bebida alcoólica e ate mesmo drogas, em especial o crack, e isso quer queira quer não influencia o aumento da violência. A ideia desses programas sociais é boa, pois temos um povo sofrido que precisa realmente de ajuda, mas como já ouvi falar uma vez: não se dá o peixe, mas sim o anzol e a vara de pescar.
Sei que inúmeras irão discordar de mim, mas pelo que vejo da sociedade hoje e analisando tudo no geral o futuro será de uma sociedade com uma mistura de prostituição com violência.

Joabson João

sábado, 27 de abril de 2013

Falsos mestres


Acautelai-vos dos falsos mestres (Mateus 7:15b)

Um “falso profeta” é mais que faz incorretas predições. Esse versículo seria provavelmente traduzido com mais correção “Guardai-vos dos falsos ensinadores religiosos” (Versão Philips Book).
Quais são os sinais dos “falsos ensinadores religiosos”? Jesus indica seu mais preeminente característico – não são o que parecem ser. Usam exteriormente vestes de ovelha, mas interiormente são “lobos devoradores”. Procuram ganhar algo para si mesmos – dinheiro, posição, reconhecimento, um adepto. Parecem inofensivos como ovelhas, mas na verdade vorazes como lobos.
Jesus dá a perceber que tais pessoas devem ser julgadas pelos frutos de sua vida. Espinheiros não dão uvas nem abrolhos produzem figos. Todo aquele que pretende ser “mestre religioso” precisa submeter-se à prova do “fruto”. Quais são resultados de sua influencia e ensino? “Que mensagem traz esses mestres? Acaso ela vos induz a reverenciar e temer a Deus? A manifestar vosso amor com Ele mediante a lealdade a Seus mandamentos?”
Qual o espirito desses mestres? São eles justos e bondosos, ou críticos e hostis? São construtivos ou destrutivos? São perdoadores ou rígidos? São semelhantes a Cristo ou a Seus inimigos, ou fariseus?
Quais os resultados de sua obra? Edificam eles a igreja e promovem sua eficácia? Intensificam eles impulso evangelístico da igreja? Ajudam e fortalecem as instituições da igreja? Promovem lealdade com ela? Reconhecendo as fraquezas da igreja, são eles construtivos em sua busca de remédios?
São esses mestres fieis a Bíblia e sua grande mensagem? Permanecem eles firmes em grandes verdades como a encarnação, a ressurreição e a segunda vinda de Jesus?
Uma observação a mais: Perigoso é aceitar um falso mestre religioso, mas é cruel rejeitar um verdadeiro mestre religioso. Tenhamos igual preocupação em rejeitar o falso e aceitar o genuíno. E lembremo-nos de que mesmo o servo fiel de Deus é imperfeito.
“Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de regenerarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si repentina destruição. E muitos seguirão as suas praticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comercio de vós, com palavras fictícias; para eles, o juízo lavrado há longo tempo não tardia, e sua destruição não dorme” (II Pedro 2: 1-3).

Texto extraído do livro: Devocional dia a dia com Deus
Editora: DCL (Difusão Cultural do Livro)
Distribuidora exclusiva: Editora Mundial

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pesquisa revela que metade dos jovens cristãos apoia legalização da maconha


Uma pesquisa divulgada recentemente nos Estados Unidos revelou que metade dos jovens cristãos apoiam a legalização da maconha para uso recreativo. A opinião dos jovens cristão, revelada pela pesquisa contrasta diretamente com a opinião dos cristãos mais velhos, entre os quais apenas 22% são a favor da liberação.
De acordo com os números divulgados na última quinta feira pelo o Public Religion Research Institute, 32% dos cristãos com idades entre 18 e 29 anos disseram ser “fortemente a favor” da legalização, enquanto 18% disseram ser a favor da mudança na legislação. Entre os jovens desse grupo 44% se opõe à ideia.
A liberação da droga encontra menos apoio entre os cristãos com mais de 65 anos de idade. Destes, apenas 9% disseram ser “fortemente a favor” da legalização e 13% a favor. 74% dos cristãos nessa faixa etária se dizem contra ou fortemente contra a ideia.
A pesquisa mostra ainda que 45% dos jovens cristãos dizem ter “experimentado maconha”, em comparação a 13% dos idosos cristãos que relataram a mesma experiência com a droga. O uso da maconha, de acordo com a pesquisa, não é visto como um pecado pela maioria dos americanos. 70% dos americanos disseram que o uso recreativo da maconha não é um pecado, contra 23% que disseram acreditar que quem usa a droga está pecando.
Para Robert P. Jones, CEO da empresa de pesquisa, a tendência é de que o uso da maconha vai continuar a ganhar mais aceitação nos próximos anos.
- Assim como o casamento do mesmo sexo, o que estamos vendo aqui é a substituição de gerações. À medida que os cristãos mais jovens chegam à idade adulta, eles trazem consigo diferentes experiências e pontos de vista – afirmou Jones.
Os resultados da pesquisa do PRRI são baseados em conversas telefônicas com uma amostra aleatória de 1.000 adultos. Os dados foram colhidos entre os dias 17 e 21 de Abril.
O Centro de Pesquisa Pew também divulgou uma pesquisa afirmando que 52% dos americanos eram favoráveis a legalização, em comparação com 45% que preferiam manter a maconha ilegal. Esta foi a primeira vez na história da Pew em que a legalização recebe apoio da maioria dos entrevistados, segundo a CNN.
Por Dan Martins, para o Gospel+

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Jogos de azar - pode ou não?



Já me fizeram esta pergunta várias vezes. Sou contra jogos de azar, mas este é o tipo de posição que admite revisão se me aparecerem argumentos melhores e mais coerentes do que aqueles que vou colocar aqui.


Entre os jogos de azar estão aqueles jogos permitidos por lei, que são as várias modalidades de loteria, os bingos - este último, muito usado até por igrejas cristãs e instituições - e os sorteios pelo telefone valendo dinheiro, carros e outros prêmios. Quem explora este tipo de jogo tem licença de órgão público competente. Mas nem por isso quer dizer que sejam jogos que convêm ao crente.

Temos também os jogos ilícitos, cujo mais popular é o Jogo do Bicho. Os cassinos são mais uma modalidade de jogos de azar cuja legalidade e implantação oficial está sendo discutida no Brasil. Para o cristão, o que realmente importa é se estas modalidades de jogo acabam por afetar algum princípio bíblico.

A Bíblia não proíbe de forma explícita os jogos de azar. Entretanto, nossa ética é elaborada não somente com aquilo que a Bíblia ensina explicitamente como também com aquilo que pode ser legitimamente derivado e inferido das Escrituras. Existem diversos princípios bíblicos que deveriam fazer o crente hesitar antes de jogar:

1. O trabalho é o caminho normal que a Bíblia nos apresenta para ganharmos o dinheiro que precisamos, Ef 4:28; 2Ts 3:12; Pv. 31. Quando uma pessoa não pode trabalhar, por motivos diversos, desde desemprego até incapacidade, ela deve procurar outros meios  de sustento e depender de Deus pela oração (Fp 4.6, 19). A probabilidade da situação do desempregado piorar ainda mais se ele gastar seu pouco dinheiro em jogo é muito grande.

2. Tudo que ganho pertence a Deus (Sl 24.1), e como mordomo, não sou livre para usar o dinheiro do jeito que quiser, mas sim para atingir os propósitos de Deus. E quais são estes propósitos? Aqui vão alguns mencionados na Palavra: (1) Suprir as necessidades da minha família (1Tm 5.8), o que pode incluir, além de sustento e educação, lazer e outras atividades que contribuam para a vida familiar; (2) compartilhar com os irmãos que têm necessidades e sustentar a obra do Evangelho (2Co 8-9; Gl 6:6-10; 3 João; Ml 3.10).

3. Deus usa o dinheiro para realizar alguns importantes propósitos em minha vida: suprir minhas necessidades básicas (Mt 6:11; 1Tm 6:8); modelar meu caráter (Filip 4:10-13); guiar-me em determinadas decisões pela falta ou suficiência de recursos; ajudar outros por meu intermédio; mostrar seu poder provendo miraculosamente as minhas necessidades. Jogar na loteria não contribui para qualquer destes objetivos.

4. Cobiça e inveja são pecado (Ex 20:18; 1Tm 6:9; Heb 13:5), e são a motivação para os jogos de azar na grande maioria das vezes. A atração de ganhar dinheiro fácil tem fascinado a muitos evangélicos.

5. Existem várias advertências no livro de Provérbios sobre ganhar dinheiro que podem se aplicar aos jogos de azar: o desejo de enriquecer rapidamente traz castigo (Pv 28.20,22); o dinheiro que se ganha facilmente vai embora da mesma forma (Pv 13.11); e riqueza acumulada da forma errada prejudica a família (Pv 15.27).

Uma palavra aos presbiterianos do Brasil: o Catecismo Maior da Igreja Presbiteriana do Brasil enquadra os jogos de azar como quebra do oitavo mandamento, “não furtarás”. Após fazer a pergunta, “Quais são os pecados proibidos no oitavo mandamento?” (P. 142), inclui na reposta “o jogo dissipador e todos os outros modos pelos quais indevidamente prejudicamos o nosso próprio estado exterior, e o ato de defraudar a nós mesmos do devido uso e conforto da posição em que Deus nos colocou”. É claro que esta posição oficial da IPB vale para seus membros, mas não deixa de ser interessante verificar os argumentos usados e sua aplicabilidade para os cristãos em geral.

É importante lembrar, ainda, que os jogos de azar são responsáveis por muitos males sociais, emocionais e jurídicos no povo, tanto de crentes como de não crentes. Menciono alguns deles:

1. O empobrecimento. Há pessoas que são cativadas pelo vício de jogar e, diariamente estão jogando. E, como só um ou poucos ganham, há pessoas que passam a vida toda jogando sem nunca ganhar. Não poucos perderam tudo o que tinham em jogos. Muitos pais de família pobres gastam o dinheiro da feira no jogo.

2. O vício de jogar apostando dinheiro. A tentação para jogar começa desde cedo a estimular uma compulsão entre crianças e jovens que começam a adquirir o hábito de “tentar a sorte”. Há milhares de jovens que já são viciados no jogo, especialmente com a vinda da internet e a possibilidade de jogos online com apostas.

3. Arruinar vidas e carreiras. Não são poucas as histórias de pessoas que se arruinaram financeiramente jogando na bolsa de valores – conheço pelo menos uma pessoa nesta condição – ou apostando em outros tipos de jogo.

4. Jogar dinheiro fora. As chances de se ganhar na loteria são piores do que se pensa. Para efeito de comparação, a probabilidade de uma pessoa morrer em um atentado terrorista durante uma viagem ao exterior é de 1 em 650 mil e atingida por um raio é de 1 em 30 mil. Se uma pessoa compra 50 bilhetes a cada semana, ela irá ganhar o prêmio principal uma vez a cada 5 mil anos.

Outra pergunta frequente é se as igrejas deveriam receber ofertas e dízimos de dinheiro ganho em loteria. Minha tendência é dizer que não deveriam. Guardadas as devidas proporções, lembro que no Antigo Testamento o sacerdote era proibido de receber oferta de dinheiro ganho na prostituição (Dt 23:18) e que no Novo, Pedro recusou o dinheiro de Ananias e Safira (At 5) e de Simão Mago (At 8:18-20).

Alguém pode dizer que o valor gasto nas apostas em casas lotéricas é muito pequeno. Concordo. Mas é uma questão de princípio e não de quantidade. Quando o que está em jogo são princípios, um centavo vale tanto quanto um milhão.

Augustus Nicodemus Lopes

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Não foi bom exemplo para a sociedade



Hoje vi uma cena bem interessante ao entrar no ônibus, vi um senhor com uma camisa, onde na mesma estrava escrito o nome de uma escola, por sinal escola publica, e embaixo do nome da escola a palavra: educador. Esse senhor estava com sinais de embriagues.
Não podemos falar afirmar que ele seja um educador. Mas independente se seja educador ou não esta sujando a imagem da escola e a imagem dele como educador. Que exemplo ele tem para dá para os alunos se um deles o verem nessa situação? Podemos ate falar que ele como pessoa não tem problema, pois a vida é dele. Mas ele estava com o uniforme da escola, onde ele trabalha.
Tudo bem que cada um tem sua vida e faz o que quiser com ela. Mas professor tem uma imagem a zelar, deve ser um espelho para a sociedade, principalmente para seus alunos.
Que cada professor pense nisso: você é um espelho para a sociedade, zele pela sua imagem.

Joabson João

sábado, 20 de abril de 2013

Vídeo: jornalista desafia ativistas a imitarem protesto de evangélicos


A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do jornal ‘SBT Brasil’, criticou mais uma vez a corrupção e os ativistas contrários ao deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). (Vale a pena conferir o vídeo abaixo).
No dia 17 de abril, a jornalista desafiou os “ativistas anti-Feliciano” a protestarem contra a “bancada mensaleira”, formada pelos deputados João Paulo Cunha e José Genoíno, ambos do PT de São Paulo e condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo conhecido como mensalão.
Rachel ressaltou que nenhum movimento social se mobilizou para protestar contra os parlamentares condenados num dos maiores casos de corrupção do país.

Vejam o vídeo abaixo: 





sexta-feira, 19 de abril de 2013

Feliciano pede desculpas para quem se ofendeu com suas palavras



O pastor considerou uma covardia usarem vídeos de mais de dez anos para denegrirem sua imagem


O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) usou o Twitter para pedir desculpa a todos que se sentiram ofendidos com as ministrações antigas que foram postadas na internet para prejudicar a imagem do pastor que enfrenta diversas acusações desde que assumiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Antes de pedir perdão, o deputado voltou a dizer que se arrepende da forma como tratou diversos assuntos em suas ministrações antigas e disse que se fosse hoje ele usaria outras palavras para poder se expressar.
Apesar de se desculpar, Feliciano considerou uma covardia essa tática usada por seus opositores para tentar denegrir sua imagem diante da população brasileira.
“Covardia pegarem vídeos de 10, 12 e até 14 anos atrás para me ridicularizarem. Vivo em outro tempo. Querem destruir a imagem dos evangélicos”, escreveu ele.
Sobre a nova polêmica com os católicos, Feliciano lembra que o padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior chegou a declarar em uma missa que os evangélicos são otários. “Este padre por exemplo nos ofendeu, mas é passado, perdoamos e pronto.”
É esse perdão que o deputado pede na mensagem seguinte: “Peço a todos os que se sentiram ofendidos com minhas palavras antigas que me perdoem. Estamos numa luta maior e mais séria. Um abraço.”